sábado, 25 de abril de 2015

Marcelo Coelho

Marcelo Coelho
saxofone, flauta,






O saxofonista e compositor Marcelo Coelho acumula extensa carreira nas qualidades de instrumentista, compositor, educador e pesquisador na área musical.
Como pesquisador, concluiu o pós-doutorado em composição pela USP, dando seqüência à carreira acadêmica que compreende também seu doutorado em composição pela UNICAMP, mestrado em Jazz Performance pela University of Miami, e bacharelado em Música Popular pela UNICAMP. 
Devido aos trabalhos de pesquisa sobre a utilização da polirritmia em composição e improvisação, Coelho lançou o livro intitulado Suite I Juca Pirama: criação de um sistema composiconal a partir adequação da polirritmia de José Eduardo Gramani ao jazz modal de Ron Miller, pela editora Fames. Este trabalho já foi apresentado em diversos encontros e congressos internacionais de jazz nos EUA, Europa e América do Sul, dentre eles IASJ – International Association of School of Jazz- e IRSA – International Rhythmic Studies Association – que  fundou junto ao contrabaixista irlandês Ronan Guilfoyle.
Como instrumentista, Marcelo Coelho já atuou ao lado de importantes músicos de jazz: David Liebman, Bob Mintzer, Didier Lockwood, Phil Markowitz, Gene Perla, Rick Peckham, Ed Sarah, Ronan Guilfoyle, Vincent Gardner, Ron Miller, Phil DeGreg, Cliff Korman e outros. 
Dentre os músicos brasileiros estão Hermeto Pascoal, Guinga, Caetano Veloso, Sizão Machado, Sérgio Barroso, Naylor Proveta, Célio Barros e outros. 
Coelho tem atuado extensivamente com os seus grupos instrumentais: David Liebman-Guinga-Coelho Trio, um projeto de releitura das composições do Guinga junto ao premiado saxofonista americano David Liebman;  MC4+ (cd ‘Colagens)’; MC&RD 4teto em colaboração com o saxofonista argentino Rodrigo Dominguez (cd ‘Paralelas’); Un-X-Pected Brazilian Project em colaboração com músicos de jazz da Escandinávia (cd ‘Unite’), Projeto Paris/São Paulo em colaboração com músicos franceses, dentre eles Didier Lockwood (cd ‘Paris/São Paulo’), Quinteto Sudaka, uma colaboração com músicos brasileiros e argentinos (cd ‘Suite Sudaka’), todos trabalhos musicais contemporâneos onde se destacam as composições originais e as improvisações coletivas.

Marcelo Coelho é membro fundador do núcleo GVcult voltado à produção cultural de qualidade e à pesquisa sobre criatividade, realizada em colaboração com pesquisadores nas áreas de economia e marketing Fundação Getúlio Vargas. 
O núcleo mantém um blog na Uol com artigos semanais sobre o assunto, sendo Coelho o editor responsável pela coluna ‘Observação Cria-e-Ativa’.


Confira na íntegra a entrevista no Tons do Brasil



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domingo, 15 de março de 2015

Shirley Espíndola entrevista Léa Freire no Tons do Brasil da Difusora Pan Sat

Léa Freire do Quinteto Vento em Madeira foi a atração do Tons do Brasil

 
 
 
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Opinião da imprensa sobre o Quinteto Instrumental Vento em Madeira:
 
Junção rara de bons talentos em quinteto – Folha de S. Paulo
Improvisa sem perder a delicadezaO Globo
O resultado é irretocável – rigoroso e vigoroso. Villa-Lobos
se orgulharia Jornal ABC Domingo (Porto Alegre)
Na concepção e na execução, um misto de ousadia e bom gostoEstado de Minas
 
O Quinteto Vento em Madeira faz sua primeira apresentações em Jundiaí, no espaço Dodecafônico. Aproveita a ocasião para mostrar inéditas como Pintou um grilo e Ares de bolero, ambas de Léa Freire, que estarão no terceiro álbum do grupo, com previsão de lançamento para este ano.
O Vento é integrado por Léa Freire (flauta), Teco Cardoso (sax e flauta), Tiago Costa (piano), Fernando Demarco (baixo acústico) e Edu Ribeiro (bateria), todos músicos com contribuição inestimável para a nossa arte, aproximado cada vez mais os universos das músicas Popular e Erudita, transcendendo limites e preconceitos. Tem dois discos lançados, Brasiliana (2013) e Quinteto Vento em Madeira (2011), ambos com ótimas críticas de imprensa.
 
 
 
 
O resultado sonoro do grupo vem da prática de músicos que tocam e convivem, como explica Léa: “O Vento está no seu quinto ano, praticamente toda semana nos reunimos, então somos uma família. A ideia original fica mais redonda, vamos descobrindo novas possibilidades, percebendo que, com criatividade, tudo pode. Por exemplo, coisas que antes considerávamos específicas de certos estilos musicais andam surpreendentemente b...em juntas, naquilo que a gente está fazendo”.
Teco Cardoso amplia a observação de Léa: “Em time que esta ganhando… pra que mudar, seguimos a fórmula do primeiro CD, ensaios semanais na casa da Léa, apresentações para amadurecimento do repertório, e depois de um ano, nova temporada com as famílias na deliciosa Fazenda-Estúdio Sollua, com direito à criançada soltando pipas lá fora (que acabaram entrando na capa do disco) enquanto nós nos divertíamos soltando notas lá dentro. De novo, só a antiga parceria com Homero Lotito na gravação e master, e o luxo de mixar em Oslo (Noruega) com Jan Erik Kongshaugh. Resultado, som com a devida transparência necessária aos detalhes de uma música, cada vez mais elaborada. E pra manter a tradição, no show de lançamento já tocaremos uma do próximo CD”.
Léa Freire e Teco Cardoso têm uma parceria musical duradoura e produtiva, iniciada nos anos 70 no CLAM (escola de música do Zimbo Trio), que já rendeu vários frutos. Os mais importantes são o CD Quinteto, resultante da turnê do primeiro CD de Teco, Meu Brasil (1997); CD Cartas Brasileiras (2007) de Léa Freire, com Teco como produtor musical e o álbum Waterbikes (2008) gravado na Dinamarca com o renomado pianista Thomas Clausen, com elogiosas críticas da imprensa. O álbum Cartas Brasileiras acabou tornando-se um panorama da música instrumental paulista contemporânea, envolvendo mais de sessenta músicos em diversas formações.
Como definir a música do Vento em Madeira? É popular mas traz elementos de música erudita. Tem improviso mas sua forma é estruturada, elaborada. Ao mesmo tempo em que valoriza nossa tradição vinda do século passado, aponta para um futuro em que atenção, concentração e responsabilidades serão requeridas. “Estamos procurando um som brasileiro, com desafios, surpresas e espaço para o puro deleite, nosso e do público. Um som com bastante assunto, interessante, que nos faça crescer enquanto músicos e que leve a plateia junto”, diz Léa.
As músicas, todas compostas por integrantes do Quinteto, têm títulos como Felipe na área, Espiral das Pipas, A coisa ficou russa e Brasilianinha, que sugerem leveza, humor, de que Léa não abre mão: “Humor é muito importante, não é sinônimo de superficialidade, pelo contrário, vai fundo na crítica. E ninguém no Vento quer criar regras para nada e nem pra ninguém. Apenas tocamos aquilo que acreditamos”.
 
 

 

Shirley Espíndola recebe André Tafarello no Tons do Brasil

André Tafarello violonista e violeiro foi a atração do

Tons do Brasil

 



André Stocco Tafarello, tem dezoito anos, atualmente é músico profissional atuante em Jundiaí. Toca violão e viola caipira há oito anos, mantém um repertório popular bem diversificado em suas apresentações, incluindo músicas: MPB, pop rock, sertanejo, regional, etc. Atualmente, se apresenta em restaurantes, barzinhos e eventos em geral pela região, fazendo violão, viola e voz.
Tocou três anos na Orquestra Jundiaiense de Viola Caipir...
a, e posteriormente mais dois anos na Orquestra de Violeiros Terra da Uva.
Participou ativamente três anos consecutivos do festival Jovens Instrumentistas, sediado pela Prefeitura de Jundiaí; no mesmo período, montou a banda Rastro Brasileiro, ativa durante 1 semestre, que tocava clássicos da MPB, e, no ano de 2014, virou sócio de carteirinha da OMB (Ordem dos Músicos do Brasil).



Assista ao vídeo


Ouça a entrevista

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Márcio Miguel foi a atração do Tons Do Brasil

Márcio Miguel foi a atração do Tons Do Brasil

 





Nasceu em São Paulo, mas morou sempre em Jundiaí. Desde criança já gostava de brincar de programas de TV. Fez faculdade de Rádio e TV na FAAP em São Paulo. Trabalhou na TV Bandeirantes na parte de esporte, na TV Cultura e na Rádio Jovem Pan FM. Há 14 anos esta na TVE de Jundiaí. Começou fazendo um programa sobre cinema que durou 10 anos, passou a apresentar o Estação Brasil que dava oportunidade para bandas e cantores e há um ano esta com o Acesso Geral que mistura de tudo um pouco.


                                       videowww.tonsdobrasil.com.br

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Luiz Millan no Tons do Brasil

Shirley Espíndola recebe Luiz Millan no Tons do Brasil da rádio Difusora Pan Sat


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Luiz Millan homenageia sua cidade no CD ‘O dia em que São Paulo floresceu’

Álbum tem destaques da cena musical brasileira como Léa Freire, Michel Freidenson, Maurício Detoni, Raul de Souza, Teco Cardoso e Sylvinho Mazzucca, dentre outros. 

Se é verdade que todo compositor tem que cantar sua cidade, o paulistano Luiz Millan cumpre sua parte com o lançamento do seu segundo CD O dia em que São Paulo floresceu (www.tratore.com.br). São 13 canções com parceiros e temas diversos, e participações de Maurício Detoni (voz), Michel Freidenson (piano e arranjos), Léa Freire (flautas), Teco Cardoso (flautas e sax), Mané Silveira (sax e flauta), Raul de Souza (trombone), Adriana Holtz (violoncello), Jorge Pinheiro (violão), Plínio Cutait (piano e acordeon), Alex Duarte (bateria), Lucas Brogiolo (percussão) e Sylvinho Mazzucca (baixo).
Millan comenta o trabalho: “O título é uma homenagem a essa cidade em que nasci e onde sempre morei. Apesar de todos os problemas que tem, é fascinante, rica culturalmente e acolhe todas as tendências não só da música, mas da arte em geral. Daí a idéia de apresentar ritmos tão variados. É a cara de São Paulo. Ela floresce diariamente e não nos damos conta disso. Quero chamar a atenção para esse aspecto. É minha parte nessa contribuição”.




Luiz Millan lançou seu primeiro CD, Entre Nuvens, em 2011, mas pode ser considerado um ‘veterano’.  Formado em medicina com especialização em psiquiatria, profissão que exerce desde 1982, nunca abandonou a música, que entrou em sua vida  ainda criança, através do pai que gostava de Dorival Caymmi e dos primeiros nomes da bossa-nova. Estudou piano, passou para o violão e, um pouco mais tarde começou a compor, quando descobriu que aquilo podia ser também sua terapia. Em 1980 chegou a gravar um LP coletivo, com colegas da USP, chamado Ponta de Rama. Apesar de não ter mostrado as músicas ao público, continuou compondo e já perdeu a conta de quantas canções. Millan acha que a sigla MPB engloba muitos estilos e que é bem apropriada para definir o que faz: “A gente vai ouvindo, ouvindo, e incorpora essa tradição musical, que é tão rica, de uma forma totalmente natural”. 

Luiz Millan em entrevista nos estúdios da Radio Difusora Jundiaí

O processo de composição desse álbum variou: “Escrevi letra para música já feita, musiquei letras, um parceiro fez  um texto para uma música minha. As parcerias foram feitas à distância ou ao vivo, cada um contribuindo com a sua idéia. Muitas melodias surgiram espontaneamente, mesmo quando eu estava longe dos instrumentos. Escrever letras é trabalhoso. Não procuro a rima, mas a palavra com sonoridade bonita que transmita o que tenho em mente”. 
Os arranjos feitos pelo pianista Michel Freidenson acompanharam a concepção de Millan ao transitar entre o complexo diálogo de vários instrumentos e a delicadeza do encontro de piano e voz. Essa voz, que no primeiro CD coube a vários intérpretes, na maioria mulheres, dessa vez foi entregue ao cantor Maurício Detoni. 
As músicas têm títulos como Nada sei do meu desejo, Melodia de Mulher e Correio Ligeirinho. Beleza Inigualada, música de Millan e Jorge Pinheiro sob poema do norte-americano Edgar Alan Poe (1809-1849) tem uma história curiosa: “Ainda cursava medicina quando, em uma viagem, Jorge encantado pelo poema fez de imediato uma linda melodia para a primeira parte, mas na segunda emperrou... Era um lugar com muita gente e Jorge chamou-me num canto e pediu que eu fizesse a segunda parte e, mais uma vez, a música saiu na hora! Essas coisas são assim, não têm explicação. Acho que Poe nos deu uma mãozinha... Essa música representa a cidade de São Paulo, sempre aberta à arte de qualquer lugar do mundo”, finaliza Millan.




 Artista Luiz Millan – CD O dia em que São Paulo floresceu Preço R$ 27,00
Distribuição Tratore - www.tratore.com.br | ( (11) 3085 1246

Shirley Espíndola recebe Alvaro Petersen nos estúdios da Radio Difusora Pan Sat

Shirley Espíndola entrevista  Alvaro Petersen


                                                 Ouça a entrevista

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Álvaro Petersen lança CD ‘Sibipiruna’
Gravado no Brasil, França e Bélgica, álbum tem participação de brasileiros como Bocato, Jean Trad e Edmundo Carneiro e, de fora,  Sebastian Motz e Valerie Minsi
 Sibipiruna é uma planta muito comum em cidades paulistas. Nativa da mata atlântica fornece  sombra fresca e floração exuberante, com sua cor amarelo vivo. O nome foi escolhido para intitular o primeiro CD do cantor e compositor paulista Álvaro Petersen, que, a partir da planta criou uma letra de cenário surreal, várias sibipirunas brotando na areia de uma praia. “Gosto de criar situações que só poderiam existir na arte. Por isso uma dos versos diz: “Sibipiruna é uma flor/ Da árvore da minha terra/ Minha casa mora em frente dela”.


Shirley Espíndola e Alvaro Petersen

Apesar de só agora estar lançando o primeiro disco, a batalha de Álvaro na música remonta ao final dos anos 1970, quando ele, ainda adolescente, em Ribeirão Preto, sua cidade natal, fazia parte da turma que tinha também o músico Kiko Zambianchi e o cartunista Glauco (1957-2010). Apesar de não ter parado de compor, se envolveu com outras formas de arte. Por exemplo, era um dos manipuladores de bonecos da série Castelo Ra-tim-bum (1994-1997) da TV Cultura. Teve músicas suas gravadas por Bebeto, Vera Negri e grupo Heartbreakers e parceiros como a cantora Fortuna e Paulo Leminski. Também participou de discos de Hélio Ziskind e Fernando Salém.
“Numa carreira de muitas vertentes de atuação, a música sempre foi minha base criativa e minha grande paixão. Compondo é como me expresso melhor. Este CD marca uma vontade e a coragem de mostrar um pouco dessa minha arte”, fala Álvaro, que estudou arquitetura e cenografia e também é professor universitário de direção de arte.


Entre suas influências, ele cita um caldeirão. Do grupo inglês The Who ao Clube da Esquina, passando por Secos & Molhados, bossa nova, o álbum Transa, de Caetano Veloso, discos de Beto Guedes, James Taylor, Led Zeppelin e Bola de Nieve. “Nos reuníamos numa praça em Ribeirão para trocar idéias, discos, impressões. Foi um tempo muito rico, de descobertas: o Brasil saia da ditadura militar, o movimento punk começava a trazer o ‘essencial’ da música, artistas partiam para lançamentos independentes, enfim, o início de um novo tempo", lembra  Álvaro.
O álbum, que foi gravado no Brasil, França e Bélgica, é produzido por Edmundo Carneiro, percussionista brasileiro radicado na França. Participam músicos como Bocato (trombone) e Jean Trad (guitarra), além da cantora Valerie Minsi (de Paris) e do pianista Sebastian Motz (Bruxelas).
Sempre muito suingado, o CD Sibipiruna traz uma mistura de funk, samba-rock, bossa, reggae e baião, tudo dirigido pelo violão de Álvaro. A poesia vai do lírico como em ‘Morena da praia/ Forma cachoeira/ teus cachos macios morenos/ E sendo um pirata/ Assaltar-te o corpo/ Roubar-te um beijo’ de ‘Morena da Praia’ a ironia de ‘Me dá sossego/ O coração lembrou/ Sonhei não teve jeito/ Saudade atormentou/ Não quero nem pensar/ Quero só te ver de novo/ Pra gente terminar’ de ‘Megera’, passando pela alegria de Fuzuê: ‘Esse cara que debandou/ Na gandaia/ Desatinado coração/ Vem lá do coração da gente/ E termina numa cama boa/ Abraçando esta pele tua/ Com a cabeça cheia de idéias/ E o coração cheio de amor’.


Álvaro Petersen – CD Sibipiruna – R$ 25,00 (em média)

Distribuição Tratore – www.tratore.com.br | ( (11) 3085 1246

domingo, 5 de outubro de 2014

Shirley Espíndola recebe o artista plástico Marco Antonio Scarelli no Tons do Brasil para falar da Exposição de Artes Sim! Sérios!!!

A Exposição de Artes Sim! Sérios!!! comemora os 40 anos da AAPJ - Associação dos Artistas Plásticos de Jundiaí com a participação de 10 artistas.



EXPOSIÇÃO “SIM! SÉRIOS!!!”
Associação dos Artistas Plásticos de Jundiaí

Abertura da exposição: 19h
A mostra reúne trabalhos de 10 artistas jundiaienses que fazem ou já fizeram parte da associação.
São gravuras, esculturas, instalações, montagens, assemblagens e recortes que retratam a identidade e personalidade de cada artista. “É uma coletânea dos artistas mais atuantes na cidade, que dão aulas e passam seu conhecimento para outros artistas”, informa o curador da exposição, Marco Antônio Scarelli.
Participam da exposição os artistas: Alessandra Rodrigues, Alex Roch, Andréia Dulianel, Chris Montes de Brito, Lígia Rodrigues, Marco Antônio Scarelli, Regina Kalman, Rosa Carvalho e Vera Palermo. “Temos como convidado especial o italiano Augusto Ottaviani, que viaja pelo mundo todo expondo e criando suas obras, e agora faz uma participação na nossa exposição”, destaca o curador.
O tema deste ano é livre. “Este ano não estipulamos um tema, buscamos trabalho originais e inusitados. Queremos a alma do artista no trabalho”, explica Marco.

MARCO SCARELLI
PINTOR – DESENHISTA – DESIGNER – ESCULTOR – CENÓGRAFO

Marco Antonio Scarelli
Ainda em idade escolar foi vencedor de diversos concursos de desenhos. A partir de 1977 passou a atuar como desenhista de publicidade e logotipos e em 1983 iniciou sua carreira como professor de Educação Artística. Foi sócio fundador da Cooperativa Literarte. Ilustrou e escreveu artigos para jornais e revistas. Fez cartazes para campanhas oficiais e eventos da Prefeitura Municipal de Jundiaí e para o Governo do Estado de São Paulo. Ilustrou capas de livros, fez cenários, figurinos, textos e adaptações teatrais para peças e performances. Organizou exposições. É autor dos vitrais da “Capela” do Velório Municipal de Jundiaí e da capa do Catálogo Telefônico nº 156 da Listel.
Em sua formação artística contam-se cursos realizados na Casa da Cultura de Jundiaí; no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo; na Pinacoteca do Estado de São Paulo; Paisagismo na AFLOTEC/SP; Modelação em Fiber na AEROSET/SP; Arquitetura e Urbanismo na Faculdade de Belas Artes de São Paulo; Vitrinismo no SENAC; Vidraria Artística no Centro Cultural Espaço zero e Especialização no Atelieur da Artista Solange Shwtz.
Além de exposições no Brasil, também teve participações na Alemanha, Austrália, Bélgica, Canadá, Chile, EUA, Espanha, França, Guatemala, Holanda, Inglaterra, Itália, Japão, Polônia, Portugal, Usbequistão, Uruguai, Rússia, Venezuela e Argentina.
Está catalogado no Guia de Artes Plásticas Brasil Júlio Louzada, VLS. 5,6 e 8; no Anuário Jundiaiense de Artes Plásticas 1997/1998 e no American Biographical Institute Inc. 1996/1998.

                                                                                                              Fundação:
Marco Antonio Scarelli e Graziela Savy
A criação de uma entidade de classe tem sempre alguma coisa comum entre seus membros, e isso pode acontecer em momento de muita harmonia ou de crise. Um grupo de artistas plásticos de Jundiaí começou a se reunir em 1972 e montaram na cidade a I Mostra  do Clube Recreativo e Beneficente “28 de Setembro”, um clube que inicialmente abrigava somente afro-descendentes. O Grupo continuou se encontrando em 1973, desta vez na casa do artista-plástico Antonio Thyrso Pereira de Souza e de sua mulher Tomica Ishicava, e os seus dois filhos. A residência, que também era ateliê de gravura e pintura do artista, ficava na Rua Senador Fonseca, 1343, Centro; recém-chegado de São Bernardo do Campo e que acabou sendo o local de encontros do grupo de artistas jundiaienses. No mesmo ano, em 1973, os artistas montaram a II Mostra do Clube Recreativo e Beneficente “28 de Setembro”, na Praça das Bandeiras, em Jundiaí. Esta mostra foi realizada pelos artistas recusados no 1º EJA – Encontro Jundiaiense de Artes, promovido pela Prefeitura Municipal de Jundiaí.
O grupo dos recusados foi aumentando e tornou-se mais sólido surgindo assim a ideia de oficializá-lo numa associação, que foi concretizada após alguns encontros e a Ata da Fundação  feita em 14 de outubro de 1974 e registrada em 14 de novembro de 1974, com o nome de Associação dos Artistas Plásticos de Jundiaí. Sendo o Presidente, o artista Antonio Thyrso Pereira de Souza e o Vice-Presidente, o artista Issis Martins Roda.
Os objetivos da AAPJ foram registrados nos estatutos da entidade, dentre eles o principal é o de incentivar e patrocinar as artes plásticas da cidade e de toda a região e especialmente os novos talentos, sem elitizar a classe. O logotipo inicial foi feito pelo desenhista e sócio Geraldo Barbosa Tomanik, inspirado nas calçadas de Jundiaí.

Marco Antonio Scarelli, Shirley Espíndola e Graziela Savy



Confira a entrevista




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Horário de funcionamento:
De terça a sexta-feira – das 10 às 17 horas;
Sábado – das 9h às 13h.
MUSEU HISTÓRICO E CULTURAL DE JUNDIAÍ – SOLAR DO BARÃO
R. Barão de Jundiaí, 762 – Centro – Jundiaí – SP
Tel: (11) 4521-6259/ 4586-8414
e-mail: museusolardobarao@jundiai.sp.br

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

A artista plástica Alice Vilhena foi a atração do Tons do Brasil com o "Arte Para o Futuro"

O Centro Cultural Tao Sigulda em parceria com o Atelier de Artes Alice Vilhena convidam para a exposição de artes intitulada "Arte Para o Futuro". Composta por alunos estudantes do curso de desenho artístico, pintura em tela, mosaico e aquarela; para crianças, adolescentes e jovens entre 4 e 18 anos de idade o evento tem por objetivo incentivar jovem artistas a mostrar o seu talento. 




Walter Magenschab presidente da Associação Tao Sigulda e Alice Vilhena

Confira a entrevista

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Apresentações artísticas abrilhantaram o evento com jovens cantores que mostraram suas lindas vozes.

Shirley Espíndola, Pedro Ivo e Larissa Leite

Key Singer

Dionísio Sponchiado

Alice Vilhena, Shirley Espíndola e Oscar Junior


Shirley Espíndola e Dionísio Sponchiado

terça-feira, 23 de setembro de 2014

A artista plástica, escritora e compositora Marilzes Petroni foi a convidada do Tons do Brasil deste sábado.


O programa Tons do Brasil comandado por Shirley Espíndola recebeu a artista plástica, escritora e compositora Marilzes Petroni para falar da Exposição "40 Anos de Artes" que acontece no Museu Histórico e Cultural Solar do Barão até o dia 04 de outubro.


EXPOSIÇÃO MARILZES PETRONI – Artes 40 Anos 



Ndecorrer dos 40 anos de trabalho, Marilzes Petroni passou por diversas fases. As fases representam a procura pela forma de expressão que mais define a sua sensibilidade.
Seu percurso, iniciado no figurativo, evoluiu para o geométrico e finalmente alçou vôo empreendendo o “Vôo da Imaginação”. Materializar o pensamento e emoções é o grande desafio que a leva viver uma busca contínua.
Com 35 individuais e mais de 150 participações em coletivas por diversos países e estados do Brasil, agora em Jundiaí, esta exposição vem nos mostrar um pouco de sua produção.






Em 40 anos de arte, Marilzes Petroni, artista plástica contemporânea , expôs suas obras em países como Estados Unidos, França, Holanda, Espanha, Argentina, Uruguai, Chile e México.
Também participou de mais de 150 exposições coletivas em diversos estados do Brasil.
Faz parte da diretoria do Sindicato dos Artistas Plásticos de SP, AIAP- Unesco.
Em 1997, inaugurou o “MARILZES PETRONI – ATELIER E ESPAÇO DE ARTE”, em Jundiaí – SP. Neste espaço, tem realizado cursos sobre arte com importantes críticos de arte.



Confira a entrevista
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Shirley Espíndola e Marilzes Petroni



EXPOSIÇÃO MARILZES PETRONI – Artes 40 Anos 

MUSEU HISTÓRICO E CULTURAL DE JUNDIAÍ

SOLAR DO BARÃO – SALA PROFESSOR JAHYR ACCYOLY DE SOUZA
Rua Barão de Jundiaí, 762 – Centro – Jundiaí – SP
Tel: (11) 4521-6259/ 4586-8414
e-mail: museusolardobarao@jundiai.sp.br
Horários: Terça a Sexta-feira, das 10h às 17h; Sábado, das 9h às 13h

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Ricardo Nash apresenta Santo Menino Vagabundo no Tons do Brasil

Shirley Espíndola recebe Ricardo Nash no Tons do Brasil da Rádio Difusora Pan Sat

Com um trabalho autoral, o músico Ricardo Nash, lança seu primeiro CD intitulado Santo Menino Vagabundo. O trabalho tem 13 faixas de sua autoria e conta com produção de Celso Rangel, músico que já atuou ao lado de Caetano Veloso, Tim Maia, Elza Soares e Ney Matogrosso.


Ouvir em Soundcloud 

Passeando por diversos ritmos como pop, rock, samba, jazz, blues e bossa nova, as canções são interpretadas pelo compositor, que também toca violão. As músicas foram escolhidas num universo de 150 obras e fazem parte de um trabalho de mais de 15 anos de pesquisa e criação. Além de músico, Ricardo Nash também é ator, tendo trabalhado com diversos diretores.





As canções de Nash abordam temas como: a saudade, o desejo, o tempo, a crença, a liberdade, e foram compostas com os parceiros Marco Piantan, Nilson Muniz, Sylvia Prado e Sara Nash, sua mãe. Como convidados, participaram da gravação do CD os músicos Marcio Werneck (vocal e percussão), Daniel Maia (vocal e acordeom), Beto Firmino (teclado), Mauricio Damasceno (percussão), William Guedes (arranjos de cordas), Elisa Monteiro (viola de arco), Didi do Trombone (arranjo de metais e trombone e Alessandro Ribeiro (trompete e flughorn).



                          Shirley Espíndola e Ricardo Nash



Áudio da entrevista
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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Shirley Espíndola recebe Conjunto Garoando no Tons do Brasil


Samba e Choro foi o tema do Tons do Brasil deste sábado na Difusora Pan Sat com apresentação de Shirley Espíndola


Entrevista
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Lela Simões, Roberto Ivan Cavalcanti e Erick Morais.

Garoando no Tons do Brasil com o melhor do Samba e Choro.

Contra a Corrente o primeiro álbum do grupo traz músicas inéditas compostas por integrantes do grupo como Roberto Cavalcanti, Lela Simões em parceria com outros compositores e a cançāo de domínio público de Noel Rosa - Filosofia.

Por que Contra a Corrente?


Erick Moraes, Lela Simões, Shirley Espíndola e Roberto Cavalcanti 
Acreditamos na importância do Samba como uma das mais legítimas manifestações da cultura popular brasileira. Samba não é e nunca foi mero entretenimento, produto descartável, sempre foi o lamento, a alegria de quem nada tem, retrato de uma gente, herança de um povo.

Assim, nasce “Contra a Corrente”, movimento e álbum autoral que é fruto da pesquisa e dedicação do Conjunto Garoando em referência aos grandes mestres do Samba e do Choro, não por nostalgia, mas por entender o quanto é fundamental preservar, aprender e prosseguir, já dizia Plínio Marcos: 

“Um povo que não ama e não preserva suas formas de expressão mais autênticas, jamais será um povo livre”. 

Erick Morais, Lela Simões, Shirley Espíndola e Roberto Cavalcanti.