domingo, 9 de junho de 2013

Entrevista de Tato Mahfuz no Tons do Brasil da Radio Difusora Jundiaí 810


Guitarrista Tato Mahfuz lança CD Cá entre nós
 
Álbum instrumental produzido por Tato Mahfuz, tem participação de Sizão Machado, Celso Pixinga, Jarbas Barbosa,Marcelo Maita, Cuca Teixeira e outros
 
“Bom álbum livre de rótulos, juntando grandes músicos pelo prazer de tocar. De timbres e intenções variadas, o clima jazzy impera nas conversas de Tato Mahfuz” Site Ziriguidum (RJ).
 
Mais que um disco, o terceiro álbum do violonista, guitarrista e arranjador Tato Mahfuz é uma conversa musical entre amigos. Por isso, ele o batizou apropriadamente de Cá entre nós (www.tratore.com.br). São dez composições, todas autorais, algumas com participações de músicos como Sizão Machado, Celso Pixinga, Edmundo Cassis e Cuca Teixeira. O título também pode significar a vontade de proximidade com o ouvinte como diz o paulistano Tato, “meu objetivo é propiciar bons momentos ao ouvinte, uma coisa particular entre eu e ele. E nesse sentido, o meu ouvinte mais crítico sou eu mesmo. Cá entre nós, espero que esses ouvintes gostem”.
As composições possuem títulos sugestivos, Mil tons é inspirada no famoso compositor mineiro e o arranjo, na obra de Moacir Santos, como explica Mahfuz: “Além de ser fã de Milton, a música também tem uma modulação de dois tons, que foi de onde veio o título. Impressões de um rio foi feita pensando nas coisas lindas que o pianista norte-americano Bill Evans compôs. Canal 100 é meio obvio para minha geração, é o nome de cine-jornal, que passava antes dos filmes nos cinemas, nos anos 70 e 80. A música quer sugerir isso, maracanã lotado, dia de sol, Fla-Flu, um lance meio João Bosco”.        

Tato é advogado e segue na paralela com as duas profissões. Se considera autodidata mas em um período da vida estudou no Clam, a escola paulista dos integrantes do Zimbo Trio e entre seus professores estavam Ulisses Rocha, André Geraissati e Nico Assumpcão. Cita entre suas referências bandas de rock como Beatles e Genesis, além dos guitarristas Pat Metheny, Pat Martino e John Scofield. Brasileiros também entram na lista, entre eles, Egberto Gismonti, Toninho Horta, Dori Caymmi, João Bosco, Edu Lobo, Clube da Esquina e Tom Jobim.
O primeiro disco de Tato Mahfuz foi lançado em 1991, Rumo Norte, e lhe rendeu o Prêmio Sharp de Revelação Instrumental. Intitulado 24h, o segundo trabalho, é de 1995. A distância entre esses discos e o novo é explicado por ele: “Como advogado tenho uma carreira no mundo executivo. E gosto muito do que faço. Conciliar as duas carreiras não é tão simples. Apesar do longo tempo para lançar um CD, nunca parei de trabalhar com música. Tenho um grande material para futuras gravações”.

O que difere Cá entre nós dos álbuns anteriores: “Mais ênfase na música brasileira. Talvez em função de ter viajado pelo Brasil nos últimos 10 anos. E uma evolução natural também, já que cresci ouvindo Beatles e só depois fui despertar para a música brasileira. Além disso, tem a questão da tecnologia no mundo da música que possibilitou um trabalho com arranjos e timbres marcantes, com cordas e metais, por exemplo, sem que fosse necessário uma orquestra real no estúdio o que, provavelmente, inviabilizaria o trabalho. Outro aspecto é que neste disco há muito mais um trabalho de violão do que de guitarra e isso acaba refletindo nas composicões e arranjos”.   

Shirley Espíndola entrevista Lucila Novaes

Lucila Novaes faz show do disco ‘É...’
 
 
A paulista Lucila Novaes continua temporada de show de lançamento de seu quarto CD É (www.luamusic.com.br). O título, que ela tomou emprestado da música de Gonzaguinha, define com precisão seus propósitos no novo trabalho: “É... pela letra da canção que, para mim é como uma oração. Tudo o que a gente quer, mesmo, né? Valer o nosso amor, nosso suor, nosso humor. Ser cidadãos dignos sem tanta diferença ou injustiça. E também ‘É... Lucila Novaes por inteiro”. O show tem participação do cantor e compositor Paulo Novaes, que é sobrinho de Lucila e uma das revelações da nova cena paulista, com músicas gravadas por Luiz Possi e Bruna Caran, entre outros.
 


O repertório de É tem desde Linda Flor YaYa (Ai Iôiô) (1929) de Luiz Peixoto e Cândido Costa até canções dos novíssimos Dani Black e Pedro Altério. É uma mix de gerações: “Quis mostrar que música boa não tem tempo nem idade, mesmo. Desde o Ai Iôiô, como disse, que era (e ainda é) cantada lindamente pela minha mãe, até composições de Dominguinhos e Chico Buarque, além de grandes compositores que são meus amigos Rafael Altério, Jean e Paulo Garfunkel e meu irmão Juca Novaes”.

Lucila nasceu em Avaré (SP), filha de ex-cantora de rádio e de pai médico. Cresceu num meio musical, inicialmente ouvindo o coral que a mãe ensaiava na sala da casa e posteriormente nas rodas de violão que os irmãos gostavam de fazer. Estudou piano e chegou a montar uma escola de música para crianças. Algumas vezes teve que mentir a idade pra poder cantar. Entre as influências destaca Lô Borges, Elis Regina e Jane Duboc.


 
Foi um dos cinco finalistas do 5º Prêmio Visa MPB/2002 Vocal. Aliás, estar entre vencedor ou finalista é marca desta cantora. São mais de 30 prêmios, alguns em anos consecutivos, em festivais de músicas como os de Tatuí (SP) e Cascavel (PR).  
 
Gravou seu primeiro CD, Frestas do Céu, em 98. Com ele foi indicada ao prêmio Sharp na categoria revelação e recebeu o prêmio Jornal Movimento como cantora revelação de 1999. Em 2002 lançou Claridade (Lua Music/2002) e em 2006, Sol a Sol em parceria com a compositora Cristina Saraiva. Participou de discos com o paulista Trio Futricando Trabalho e Gente e do CD e DVD Goa de Juca Novaes. 
 
No repertório do show, Quem viver verá (Juca Novaes e Rafael Altério), Ao ligar a TV (Dani Black),  Marcha da quarta-feira de cinzas (Vinicius de Moraes e Carlos Lyra), Ao ligar a TV (Dani Black), Contrato de separação (Dominguinhos e Anastácia), Sing (The Carpenters), É ... (Gonzaguinha) e Hino do Carnaval Brasileiro (Lamartine Babo).

Tabajara Assumpção no Tons do Brasil com Shirley Espíndola


Tabajara Assumpção canta São Paulo a seu modo no CD ‘SampaSamba’
“Com influência de bossa, samba jazz, samba rock e outras variações, Tabajara usa sua voz metálica para defender melodias bem conduzidas” – jornal Estado de Minas     
O cantor e compositor Tabajara Assumpção deu o título ao seu segundo disco, de SampaSamba (www.tratore.com.br). Ao mesmo tempo que afirma que São Paulo também tem samba, homenageia a poesia concreta, movimento que nasceu na capital paulista nos anos 1950. O samba de Tabajara não tem nada de tradicional. É música de quem vive nesta megalópole e para quem a antropofagia cultural mais que uma atitude, é uma necessidade. Ele define: “Não sou um sambista, mas um músico sem nenhuma especialidade de estilo. Gosto de todos e procuro misturar o que a inspiração manda”.
 
Acompanhado de banda formada por Marcelo Castilho (piano), Vinicius Almeida (baixo), Alan neto (bateria) e Vitor da Trindade (percussão), Tabajara, que toca violão em todas as faixas do álbum, mixa samba com funk na suingante Negae música cubana em On line. A faixa Eu, Ela e a Cidade tem inspiração no jazz.  Maria Paula é dedicada a uma musa inspiradora, com toques de samba-rock.

Também professor de música, com formação erudita, Tabajara Assumpção fez opção pela música popular. Estudou canto lírico com o renomado barítono Caio Ferraz. Tinha potência e extensão de voz (barítono) para tornar-se cantor de ópera mas, envolvido com a música popular, dedicou-se a estudar harmonia e improvisação. Uma de suas identificações é com o som produzido pelo movimento Vanguarda Paulista, de Arrigo Barnabé, Itamar Assumpção e Premê, no final dos anos 1970. Lançou o primeiro CD Spray no Ouvido em 1998. Neste trabalho já misturava ritmos e estilos, do reggae ao funk, passando por rap, jazz e samba.


Parelelo à música, cursou Filosofia na PUC-SP, nos anos 1980. Na escola compôs a premiada trilha sonora da peça Lusíadas or not Lusíadas de Bráulio Mantovani, reconhecido roteirista do filme Tropa de Elite, que era seu colega de turma. Outra de suas atividades marcantes foi, a convite do filósofo e terapeuta Peter Paul Pelbart, criar uma Oficina de Música para pacientes psiquiátricos do Hospital Dia A Casa, instituição com proposta inovadora no tratamento, na qual permaneceu por cinco anos. Curioso é que a produção do filme Bicho de Sete Cabeças, de Laís Bodanzky, foi buscar integrantes para o seu elenco nessas turmas.
O futebol é tema de uma das músicas, Samba e Futebol. Ele explica: “Meu pai foi jogador profissional no Nacional, que hoje está extinto. Teve uma contusão e parou. Torço pelo Palmeiras por causa dele. Acho que é no futebol que o brasileiro mostra, genuinamente sua malícia, originalidade e capacidade de improviso. E foi pelo samba e pelo futebol que o mundo começou a olhar para o Brasil enquanto ainda não tínhamos a visibilidade internacional que temos hoje. Me orgulho de sermos os melhores do mundo”.

domingo, 10 de março de 2013

Entrevista com o Cantor e Compositor Teroca

Shirley Espíndola entrevistou no programa Tons do Brasil do dia 09/março/2013, sábado, o cantor e compositor Teroca que lança seu segundo CD "Elos do Samba". Conheça o artista cujas informações colocamos abaixo:
Cantor e compositor Teroca une gerações em seu segundo CD ‘Elos do Samba’, que tem participação de Fabiana Cozza, Monarco, Dona Inah e Délcio Carvalho
O cantor e compositor Teroca é um dos maiores divulgadores do samba na região de Araraquara, cidade do interior de São Paulo, onde nasceu e vive até hoje. Mas seu mundo musical não se resume ao samba paulista e, em seu segundo CD, Elos do Samba (www.tratore.com.br), como o próprio nome prenuncia, une figuras de cidades e gerações distintas. Estão lá as cantoras paulistanas Fabiana Cozza, Dona Inah e Maria Marta e os celebres cariocas Monarco, Wilson Moreira e Délcio de Carvalho. Prova de que o samba na verdade não tem idade nem geografia definida.


Teroca fala sobre isso: “Foi maravilhoso contar com eles. Quando fiz o convite, a amizade já havia se concretizado por causa dos shows que promovi com alguns deles e pelo meu programa de rádio. Monarco é meu ‘professor’ de samba, foi quem me fez ver que a beleza de um samba pode estar numa quebrada melódica inesperada, por exemplo. Wilson é uma das pessoas mais puras que conheci e considero-o matriz única do samba com sua verve e Délcio Carvalho traz o lirismo que se associa a rica melodia. Ficaria horas descrevendo, pois tem ainda Dona Inah. Maria Martha e Fabiana Cozza, entre outros.”

Teroca é o apelido de paulista Marcelo Longo Vidal do tempo em que era jogador de futebol. Além de compositor é engenheiro civil e pós-graduado em Planejamento Turístico. Se ele usa isso em música? Não dizem que música também é matemática? No entanto, ele diz que, se usa, é inconsciente, pode até ter a matemática no meio, já que precisa combinar notas e acordes, mas a inspiração em que manda.

Apresentador do programa de rádio Do quintal ao Municipal, sobre o samba há 17 anos, em sua cidade natal, Teroca foi fundador e primeiro presidente do Clube do Samba de Araraquara, em 1996, numa iniciativa que reunia pessoas para troca de informações e empréstimo de CDs e LPs, alguns raros. Em 2003, lançou seu primeiro CD autoral, Com todo respeito, onde foi acompanhado pelo Quinteto em Branco e Preto, e teve produção de Magnu Souzá, integrante do grupo.


Em 2006 apresenta seu trabalho de conclusão de curso ao Senac São Paulo com o tema Samba- Um turista acidental, um cidadão ocidental, um produto turístico global. Um ano depois vence o Primeiro Festival de Samba Paulista, realizado no TUCA, com o samba de roda Bamboleio, interpretado por Dona Inah.
No repertório no CD, todo de sua autoria, Teroca mostra músicas como Filho de Ogã, Serenidade, Bamboleio, Gafieirando, São Bento da Banda, Padroeiro do Fuá e O Tempo e o Som.

Ouça aos sábados o Tons do Brasil na Rádio Difusora Jundiaí em novo horário, das 12h as 14hs. Entrevistas, músicas MPB e muito mais. 

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Shirley Espíndola entrevista a cantora Vania Bastos

Para quem não teve a oportunidade de escutar a entrevista com a cantora Vania Bastos, colocamos a seguir na integra para você,

 Link do Youtube, click aqui> http://youtu.be/DAqwWwfA6JY 
 

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Carol Saboya e a entrevista com Shirley Espíndola

Escute na integra a entrevista da artista Carol Saboy no programa Tons do Brasil do dia 22 de setembro passado.

acesse o link:

Entrevista Carol Saboya

Deixe seu comentário após escutar, obrigado pelo apoio.
Tons do Brasil - Shirley Espíndola

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Homenagem aos 50 anos de Nenê

Nenê
Instrumentistas com a verve de Realcino Lima Filho, o renomado Nenê, serão sempre celebrados pela importância de suas criações. Internacionalmente conhecido pelo talento e pela identidade que confere à sua bateria, além de seu trabalho como compositor, arranjador e professor, o gaúcho de Porto Alegre constrói atmosferas incríveis em suas composições.

Nenê acumulou em seu currículo participações em discos antológicos como Sanfona (1981), de Egberto Gismonti − lançado mundialmente pela gravadora ECM −, Ao Vivo em Montreaux (1979), como integrante do grupo de Hermeto Pascoal, Clube da Esquina 2 (1978), com Milton Nascimento, e Falso Brilhante (1976), de Elis Regina.

Lançado em 1983, Bugre (primeiro trabalho solo de Nenê) foi considerado um dos dez melhores discos daquele ano pela revista francesa Jazz Hot. Suíte Curral Del Rey lhe rendeu uma indicação ao Grammy, em 1997, na categoria Best Latin Album. Ao comemorar mais de quatro décadas acompanhado de sua bateria, Nenê segue compondo uma história cujos capítulos fazem parte de importantes livros da música, não apenas brasileira, mas universal.

http://nene.art.br/site/index.php  
 
Lupa Santiago Sexteto
Depois de várias gravações co-liderando grupos (Sinequanon, Jazz em Dobro e Regra de Três), Lupa Santiago grava um cd sob o seu nome. Entretanto, tudo aqui também é compartilhado entre os componentes, que além de grandes nomes da música instrumental brasileira, não por coincidência, são grandes amigos.
A autoria do repertório é dividida com Nenê, que escreveu duas obras essenciais para este grupo.
Nos arranjos, Lupa tem um parceiro de experiência invejável: Rodrigo Morte, o ‘sétimo elemento’ do sexteto.
Procurei também homenagear com minhas composições, músicos que me influenciaram :
Dolphy Dance, para Eric Dolphy, saxofonista americano da década de 1960; Stu, para Rodrigo Morte; Helio & Heraldo (Delmiro e Do Monte) para os dois pais da guitarra brasileira; We’ll Keep Swimming e Constantinopla, para os seus outros dois grupos: Sinequanon e Regra de Três.
O Sexteto é a soma, o encontro, de grandes personalidades. Cada compasso se completa com a concentração e a entrega de cada envolvido. Lançado no Segundo semestre de 2011, mistura elementos da música brasileira moderna e do Jazz. Esta instrumentação clássica, no Jazz, não é tão comum na música brasileira.
Todas composições por Lupa Santiago, exceto ‘Madagascar’ e ‘5 músicos e 1 baterista’, por Nenê.

 

terça-feira, 16 de outubro de 2012

WorkShow com Ramon Montagner no Souza Lima

 

RAMON MONTAGNER

Iniciou seus estudos aos 12 anos e logo se profissionalizou, tendo desde então trabalhado com diferentes estilos musicais.

Atuou com Hector Costita, Idriss Boudrioua, Yuka Kido, Maria Alcina,Vitor Alcântara ,Daniel Alcântara, Léa Freire, Jarbas Barbosa, Cleiton e Camargo, Companhia Filarmônica de São Paulo, Fabiana Cozza , Mandu Sarará, Pedro La Colina e Banda Madretierra ,Fernando Ferrer ,Célia ,Renato Consorte ,Misty,Grupo Carcará regido pelo Maestro Benito Juarez, Virgínia Rosa,Vanessa Falabella , THO , Daisy Cordeiro, Lucinha Lins , Izzy Gordon ,Laércio de Freitas ,Terra Brasil, Graça Cunha, Alaíde Costa, Consiglia La Torre, grupo Bons Tempos e Raul de Souza. De 1992 a 2006 acompanhou o cantor e compositor Johnny Alf em turnês e gravações, tendo participando do Free Jazz Festival de 1996 e dos songbooks de Ary Barroso, João Donato e Tom Jobim. Desde 2003 tem atuado com a Orquestra Heartbreakers e com ela já acompanhou artistas como Jair Rodrigues, Jair Oliveira , Liena Hernandez , Paula Lima, Simoninha, Paulo Ricardo, Zé Ricardo, Sandra de Sá, Jane Duboc , Ana Carolina, Baby do Brasil, Preta Gil, Vanderléia , Margareth Menezes entre outros.


Em 1998, gravou em parceria com o baterista Alexandre Cunha o vídeo “Brazilian Duet – Ultrapassando Limites”, mostrando inovações na fusão da bateria com a percussão.

Seu Primeiro cd solo, Boyya (Mix House), foi lançado em 2000 e conta com participações de Hemeto Paschoal, Mané Silveira, Sizão Machado entre outros. Em 2003 lança ao lado de Gilberto de Syllos o livro “Bateria e Contrabaixo na Música Brasileira“ pela Editora Lumiar, e recentemente relançado pela Editora Irmãos Vitalle
 
 Já atuou em vários programas de TV como “Ídolos”, “Astros”, “Rei Majestade” , “Qual é a Musica” e “Cantando no SBT”.



Desde 2006 acompanha a cantora Luiza Possi em gravações e shows .
 
Ainda em 2006 lançou seu segundo cd "SAMBASÓ" e atualmente cursa o Bacharelado em Música Popular na FITO em Osasco. Está lançando seu novo cd pelo selo DG intitulado “Atemporal” e também acompanha as cantoras Graça Cunha e Virginia Rosa.

Show "EM TEMPO..Dori Caymmi" com Shirley Espíndola

O Show de Shirley Espíndola no Atelier de Artes de Alice Vilhena  em comemoração do 9º ano do programa Tons do Brasil teve a participação da artista plástica Alice Vilhena com a pintura de um quadro. O Quadro foi sorteado entre os presentes ao final do evento.
Shirley cantou músicas de composição de Dori Caymmi com um repertório que agradou o público.
Participaram também como convidadas a cantora Renata Iacovino, a musicista Ana Luiza Guedes e a cantora Tifany Espindola. 
O local foi iluminado com luminárias a LED da Tairis.
Apoio Cultural da Bella Vista - Pizza Bar.

Visual do show com Shirley Espindola ao centro

Shirley Espíndola e Alice Vilhena

Cantora Renata Iacovino

 
 
Musicista convidada Ana Luiza Guedes

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Tons do Brasil festeja 9 anos com Shirley Espíndola

No próximo sábado 06, Shirley Espíndola comemora 9 anos do programa Tons do Brasil na Radio Difusora de Jundiaí. O Jornal de Jundiaí, em apoio ao programa e a Rádio Difusora, menciona na coluna Bastidores de Renata Reiter, a comemoração que acontecerá no Atelier de Artes Alice Vilhena do Show da cantora e apresentadora Shirley Espíndola e convidados.

Luciana Andrade se apresenta com músico italiano

Apresentação de Lu Andrade & Banda em 04/10 às 14h no SL Music Hall - Entrada Franca. 

O trompetista Tobias Mair vem ao Brasil exclusivamente para tocar com a ex-Rouge

Após a estreia do novo show “O Amor e o Tempo”, em 20 de setembro, no Café Paon, em São Paulo, a cantora, compositora e violonista Lu Andrade conta com a participação especial do trompetista Tobias Mair, que vem ao País especialmente para se apresentar com a cantora.
No set list, o mesmo repertório variado que se inspiram no pop e rock, mas com a pitada versátil e talentosa do convidado. Desta forma, faixas como: “Beautiful” (Christina Aguilera), “Yellow” (Coldplay) e as autorais como: “Mind and Heart”, de Luciana Andrade e Bruna Caram, entre outras, ganharão uma roupagem única com arranjos do trompetista.

Em curta temporada no mês de outubro, Mair traz ao show suas influências que variam da música erudita aos clássicos do pop, sem perder a identidade musical da nova fase da artista.

“Será um imenso prazer e um delicioso desafio ter o Tobias como convidado. Ele é um excelente instrumentista e eu gosto muito de experimentar coisas novas na música”, comenta Luciana. Mair também não esconde a ansiedade, “quero muito conhecer o Brasil e mostrar um pouco do meu som. A Lu é bastante talentosa e ficarei muito feliz em dividir o palco com ela”.

A apresentação contará também com a banda de Luciana, composta por: Fábio Russo (guitarra/ violão), Jhony Maia (baixo) e Leo Baeta (bateria). O show “O Amor e o Tempo” marca oficialmente a volta de Lu Andrade aos palcos após a saída do grupo Rouge em 2004. A proposta é mostrar ao público a sua verdadeira identidade artística, repleta de facetas e influências, mas sem perder a simplicidade de garota do interior mineiro.

A banda:
Luciana Andrade (voz e violão)
Natural de Varginha (MG), Luciana iniciou as atividades musicais ainda na escola, aos seis anos. Mais tarde, atuou em bandas de MPB e pop, como o Rouge – sucesso nacional no começo dos anos 2000. Participou do filme “Abracadabra”, de Xuxa Meneghel e do musical “Era Uma Vez... Into The Woods”, no papel de Cinderela. Estreou como apresentadora de TV em “Rouge, a história”, pelo SBT. Depois, liderou o programa musical de entrevistas “Show Total – Souza Lima na TV”, da TV Aberta transmitido pela Net, TVA e posteriormente pela internet, no qual realizou, entre tantos artistas, a última entrevista com o cantor e compositor Zé Rodrix.

Luciana também participou do disco “Trova di Danú” da banda folk medieval Tuatha de Danann; fez vocais para diversos artistas, como: Marcelo Yuka, Forgotten Boys, Nasi e Ciro Pessoa (ex-Titãs) e cantou ao lado do norte-americano Eric Silver e o Titã Sérgio Britto. Nas causas sociais, incentiva novos talentos como madrinha do Festival Artístico Cultural (Face), de Varginha-MG e apoia trabalhos voltados ao meio ambiente e aos animais.

Em 2010, Luciana emprestou a voz ao tema de abertura da série “Julie e Os Fantasmas” - produção musical dos canais Band e Nickelodeon. Há oito anos, trabalha também com a gravação de jingles publicitários, locuções e dublagens.

Fabio Russo (violão e guitarra)

Guitarrista e violonista, Fabio integrou a banda de heavy metal lírico Thalion, com disco lançado no Brasil,Europa e Japão de sucesso considerável no mercado. Tocou em diversas bandas de rock, country e pop e dividiu o palco com Paula Lima e Roger Moreira (Ultraje a Rigor). É também compositor e possui trabalho solo.

Jhony Maia (baixo elétrico)

Natural do Rio de Janeiro e autodidata, Jhony começou a tocar guitarra e violão aos 16 anos. Aos 19, se mudou para São Paulo para estudar no Conservatório Souza Lima, na Escola de Música & Tecnologia (EM&T) e na Faculdade Paulista de Artes. Participou de bandas locais e de grupos gospel, foi integrante da Orquestra de Guitarras Souza Lima e do quarteto Visconti, no qual tocavam peças de Mozart e Haydn. Atua como baixista em bandas de pop e rock desde 2009.

Leo Baeta (bateria)

Estudou na Faculdade Internacional Souza Lima & Berklee. Atualmente toca com o grupo Mama Cherry e integra a banda Diafanes, com a qual realizou duas turnês nos Estados Unidos (2011 e 2012), participando dos festivais de música SXSW (South By Southwest) e National Cherry Blossom. Alguns dos seus projetos foram divulgados pela Band Sports (WGP - Kickboxing, com a banda Mama Cherry), TV Trama (Paulo Vaz) e Estúdio Showlivre (Diafanes). Possui em sua discografia três CDs gravados de estilos variados e dois em pré-produção.

Participação especial:

Tobias Mair (trompete)

Natural de Merano, Tirol do Sul (Itália), Tobias iniciou os estudos de trompete aos 8 anos com o pai. Recebeu diversos prêmios da “Prima la Musica” como solista e em participações em grupos musicais, enquanto frequentava a Musikschule Meran. Estudou no Conservatório C. Monteverdi com o Prof. Otto Rabensteiner (1998-2000) em Bozen, na Itália; com o Mag. Markus Ettlinger (2000-2005) e, posteriormente, com o Prof. Erich Rinner (2005-2008) no Conservatório de Innsbruck, na Áustria. Também estudou com o Prof. Marco Pierobon (2008-2009) novamente no Conservatório C. Monteverdi.

Durante este período, participou de diversos projetos e orquestras em diferentes países, entre eles, como academista da Orquestra Filarmônica de Viena (2003); trompetista solo junto à European Philharmonics (2004); estagiário junto a Haydn Orchester Bozen Trient (2005); trompetista assistente permanente na Haydn Orchester Bozen Trient (2007-2010); integrante da Internationale Junge Orchesterakademie (IJOA) durante o Bayreuther Osterfestival, na Alemanha (2006-2010) e solista da Pomeriggi Musicali Milano (2008). Em 2010, foi trompetista convidado da Gustav Mahler Jugendorchester.

Atualmente, Tobias é líder do grupo Hopfenmusig e faz participações como instrumentista em vários grupos de diversos países da Europa como: Festival Brass Bayreuth (regência de Bob Ross), Linzer Trompetenensemble, Innsbrucker Trompetenensemble, Sinfonic Winds, Esbrassivo e Südtiroler Bläserensemble, entre outros. Realiza frequentemente gravações em estúdio para emissoras de televisão, como ZDF (Alemanha), RAI (Itália) e ORF (Áustria).

Desde 2012, tem um novo projeto, idealizado e criado em conjunto com a empresária brasileira Laura Florence: o grupo Brasstaculum – que reúne sete músicos que residem na Alemanha, Áustria e Itália. A banda é formada pelos trompetistas Tobias Mair e Korbinian Weber; os trombonistas Martin Psaier e Max Schäfer; o tubista Wolfgang Rabensteiner; o baterista Thomas Mahlknecht e a cantora Annika Borsetto.O repertório passa por polcas jazzísticas, baladas românticas, solos virtuosos e clássicos do pop, utilizando sua vasta experiência e criatividade para atender a todos os públicos e gostos.