quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Show de Shirley Espíndola

Show de Shirley Espíndola na Feira da Amizade
Parque da UVA - Jundiaí


 


 
 
 

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

A Cantora Helena Porto no Tons do Brasil

Shirley Espíndola entrevistou a cantora Helena Porto 
  • Helena -  começou a cantar de um convite de amigo
  • Shirley - como é ser cantora no Brasil?
  • Helena - é difícil e uma luta constante. Em Campinas onde vive, é um grande celeiro de artistas
  • Shirley - como lidar com a questão da música de qualidade x música de entretenimento
  • Helena - a música de qualidade é mais difícil, você tem que pensar e refletir e as pessoas acham que é triste

Conheça Helena Porto

Cantora paulistana radicada em Campinas, foi premiada pelo Edital de chamamento SESI 2012 edição regional, dentro do projeto ¨Vozes da Cidade¨. 
Foi uma das cinco vencedoras do 1º Festival da Canção da Unicamp, (dez/2010) onde defendeu a canção: ¨Som Distante¨ do compositor Adriano Dias.
Lançou seu 1º cd - Heleno Porto - A Cidade e Seus Compositores¨  no ano de 2009, projeto de gravação premiado pelo Fundo de Incentivo á Cultura de Campinas – FICC (2008). Projeto que apresentou o primeiro resultado da pesquisa do trabalho autoral de musica popular produzido na cidade; que busca registrar, catalogar e resgatar a produção dos compositores campineiros contemporâneos e também do passado.
Foi ganhadora pela 2ª vez do prêmio FICC (2011), na categoria: - Circulação de show musical, baseado no repertório do Cd - Helena Porto - ¨A Cidade e Seus Compositores¨.
Fez shows de abertura para grandes nomes da nossa música como: MPB4, Renato Teixeira, Billy Blanco, Alaíde Costa, Jane Duboc e Kiko Zambianchi.
Trabalhou ao lado de reconhecidos músicos como: Chico Saraiva, Thiago Costa, Guilherme Ribeiro, Zé Alexandre Carvalho, Pedro D`Elia (Pepa), maestro Carlos Lima, Isabel Padovani, Alexandre Cunha, etc. Atuou como backing vocals para a dupla João Mineiro e Marciano, fez peça de teatro infantil e gravação de trilhas comerciais.
 
Tem as músicas de seu cd executadas nas rádios públicas no interior do estado e também da capital.
Suas referências musicais são: Elis Regina, Gal Costa, Tom Jobim, Leny Andrade, Nana Caymmi, Milton Nascimento, Toninho Horta, Edu Lobo, Elizete Cardoso, Maysa, Dolores Duran, Dorival Caymmi, Chico Buarque, etc.
Hoje se prepara para a gravação do 2º cd de sua carreira, baseado em sua pesquisa do trabalho autoral campineiro.

Uma das vozes mais representativas da cena musical paulista, Helena Porto interpreta canções da nova geração de compositores
 
 
Lançado em 2009, com o apoio do Fundo de Investimentos Culturais de Campinas (FICC), o CD “Helena Porto - A cidade e seus compositores” apresenta 10 canções selecionadas de um vasto repertório de composições assinadas pela nova geração de compositores Campineiros.
O cd tem músicas arranjadas por Fernando Baeta (Vinadhara Vassuprem) – que também assina a direção artística –, e executadas por renomados músicos como Pepa D’Elia (bateria), Zé Alexandre Carvalho (baixo acústico), Albano Sales (piano), Guilherme Ribeiro (Acordeom) Marcelo Valezi (sax soprano e Tenor) Gê Ribeiro (Trompete) Douglas Tigrinho (Trombone), Marcelo Chello (violoncelo) Roberto Perez (Percussão) e o próprio Fernando Baeta (violão, vocal, guitarra e programação Midi), entre outros. Trazendo no repertório, estilos variados como: samba-funk (Quero-quero- Zé Siqueira e Fábio Sampaio), baião (Trecheiro- Silo Soltil e Zé Siqueira), pop-romantico  Caixas Lacradas- (Fernanda Dias e Tatiana Rocha), samba (Porta Bandeira - Bruno Mangueira e Eduardo Klébis), entre outros. Destacando nos arranjos,  o trabalho  de programação midi, que dá á classica MPB, roupagem atual e moderna.
Entre os objetivos deste primeiro trabalho está o de revelar e dar voz a composições de nomes ainda não descobertos pelo grande público,
“Ter à mão material tão rico quanto este que apresento no CD é motivo de muito orgulho para mim, não só como cantora, mas como apreciadora de tudo que é belo”, se orgulha Helena Porto.

Contatos: Cel: (19) 8122-8192   e-mail: contatohelenaporto@gmail.com 
                  site: www.myspace.com/helenaporto

domingo, 18 de agosto de 2013

Shirley Espíndola entrevista Luiz Márcio Canto no Parque da Uva



Neste sábado no Parque da Uva - Jundiaí, o programa Tons do Brasil foi transmitido ao vivo do Estúdio da Rádio Difusora Jundiaí - Jovem Pan Sat montado no Palco 2
O entrevistado de Shirley Espíndola foi o guitarrista e compositor Luiz Márcio Canto Pereira.
 
Conheça Luiz Márcio:
 
§ Guitarrista graduado em 1995, pelo GIT em Hollywood-CA.
§ Trabalhou como músico em vários musicais, entre eles o espetáculo Raul Fora da Lei, com o ator Roberto Bomtempo e cantoras Estela Cassilatti, Adriana Mezzadri, Vanessa Barum e Danni Carlos, fazendo turnê para apresentações por todo o Brasil.
§ Compositor das músicas da peça de Darson Ribeiro, juntamente com Vanessa Barum, “Erótica”.
§ Leciona guitarra, violão, contra-baixo, bateria, teoria e harmonia, além de coordenar os cursos na Learn Music Escola de Música.
§ Acompanha Vanessa Barum em seu projeto solo, tocando, fazendo arranjos e direção musical.
§ Acompanha a cantora Tifany Espíndola em apresentações de jazz e blues por diversas casas de espetáculos e bares em São Paulo e interior.
§ Criou e acompanhou Celso Cardoso no projeto de ambos “Cantar por Aí”.
                                               Veja instantes da entrevista 
 
A formação acadêmica de Luiz Márcio:

Universidade Anhembi Morumbi - Publicidade e Propaganda. Conclusão 1997.
Musicians Institute of Hollywood - Guitar  Technology. Conclusão 1995
 
Luiz Márcio e Shirley Espíndola
 
Luiz Márcio foi premiado, com:
Melhor Música – Projeto Vitrine - Monte Líbano - Improviso (Música Flamenca)

Melhor Jingle – Universidade Anhembi Morumbi

Melhor Performance - Festival Cultura Inglesa
 

 
Participou dos Musicais:
Noturno – 1999, Putz “O Musical” – 1999, Good Morning São Paulo - 2000, O Vale Encantado – 2001 , Lendas e Tribos – 2001 e 2002, Raul Fora da Lei – 2000 a 2002
 
Em 2008, teve participação no programa Todo Seu, de Ronnie Von, da TV Gazeta,  acompanhou Celso Cardoso no Cine Teatro Coronel Raymundo, em Santana de Parnaíba,  no programa Mulheres, de Kátia Fonseca, da TV Gazeta,
acompanhou Celso Cardoso na abertura do show da banda Vega no Centro Cultural São Paulo.
fez shows com Vanessa Barum, Tifany Espíndola e Celso Cardoso no Villagio Café.
acompanhou Celso Cardoso, no Circus Alphaville o 1º Bem Bolado Alpha 2008, um evento que uniu arte e moda.


Em 2009 fez participação especial no lançamento do CD “Deixa acontecer” de Celso Cardoso no SESC Consolação.
 
Em 2010 gravou com a cantora Tifany Espíndola releitura da música Valerie nos estúdios da gravadora Lua Music, para lançamento de CD coletânea e participou da produção musical do show de Jorge Drexler, na casa de espetáculos Via Funchal, em São Paulo.
Em 2011 participou do festival de música de Salzburg (Áustria), tocando violão e aprofundando estudos na música.
Em 2012 iniciou a pré-produção de seu primeiro CD solo, que encontra-se em fase final de gravação, com lançamento previsto para 2013.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Shirley Espíndola entrevista o "Quartett Noble"

O Quartett Noble é formado por Henry Takao Fujinami (violino), Luciane Cristine Garcia (violino), Bel Rebello (viola), e Paulo César Cardoso (violoncello). O quarteto de cordas propõe uma apresentação com caráter didático, na qual os músicos interagem com a platéia falando sobre os instrumentos, os compositores e as obras apresentadas. O repertório contempla o erudito e o popular, pretendendo mostrar que a música feita com instrumentos de orquestra sinfônica pode abranger diversos estilos e ser acessível a todos.




Oswaldo Moreira no Tons do Brasil

Shirley Espíndola entrevistou Oswaldo Moreira no programa Tons do Brasil da Radio Difusora 810AM - JP.

Veja momentos da entrevista no estúdio da Rádio.



Nesta incursão ao trabalho autoral, Osvaldo Moreira traz algumas canções com o perfil jocoso característico do cancioneiro nacional, como em “Cisma” e “Bom moço”. As impressões existencialistas estão presentes em “Na cruz” e ”Noite escura”. “Desamor”, como não poderia faltar, é uma daquelas canções que tratam dos enlaces amorosos e dá conta de sintetizar as mazelas do afeto. Quem conheceu o CD Trecheiro e gostou, terá agora a oportunidade de visitar a obra do compositor que neste pocket show mostrará apenas canções inéditas.



domingo, 9 de junho de 2013

Entrevista de Tato Mahfuz no Tons do Brasil da Radio Difusora Jundiaí 810


Guitarrista Tato Mahfuz lança CD Cá entre nós
 
Álbum instrumental produzido por Tato Mahfuz, tem participação de Sizão Machado, Celso Pixinga, Jarbas Barbosa,Marcelo Maita, Cuca Teixeira e outros
 
“Bom álbum livre de rótulos, juntando grandes músicos pelo prazer de tocar. De timbres e intenções variadas, o clima jazzy impera nas conversas de Tato Mahfuz” Site Ziriguidum (RJ).
 
Mais que um disco, o terceiro álbum do violonista, guitarrista e arranjador Tato Mahfuz é uma conversa musical entre amigos. Por isso, ele o batizou apropriadamente de Cá entre nós (www.tratore.com.br). São dez composições, todas autorais, algumas com participações de músicos como Sizão Machado, Celso Pixinga, Edmundo Cassis e Cuca Teixeira. O título também pode significar a vontade de proximidade com o ouvinte como diz o paulistano Tato, “meu objetivo é propiciar bons momentos ao ouvinte, uma coisa particular entre eu e ele. E nesse sentido, o meu ouvinte mais crítico sou eu mesmo. Cá entre nós, espero que esses ouvintes gostem”.
As composições possuem títulos sugestivos, Mil tons é inspirada no famoso compositor mineiro e o arranjo, na obra de Moacir Santos, como explica Mahfuz: “Além de ser fã de Milton, a música também tem uma modulação de dois tons, que foi de onde veio o título. Impressões de um rio foi feita pensando nas coisas lindas que o pianista norte-americano Bill Evans compôs. Canal 100 é meio obvio para minha geração, é o nome de cine-jornal, que passava antes dos filmes nos cinemas, nos anos 70 e 80. A música quer sugerir isso, maracanã lotado, dia de sol, Fla-Flu, um lance meio João Bosco”.        

Tato é advogado e segue na paralela com as duas profissões. Se considera autodidata mas em um período da vida estudou no Clam, a escola paulista dos integrantes do Zimbo Trio e entre seus professores estavam Ulisses Rocha, André Geraissati e Nico Assumpcão. Cita entre suas referências bandas de rock como Beatles e Genesis, além dos guitarristas Pat Metheny, Pat Martino e John Scofield. Brasileiros também entram na lista, entre eles, Egberto Gismonti, Toninho Horta, Dori Caymmi, João Bosco, Edu Lobo, Clube da Esquina e Tom Jobim.
O primeiro disco de Tato Mahfuz foi lançado em 1991, Rumo Norte, e lhe rendeu o Prêmio Sharp de Revelação Instrumental. Intitulado 24h, o segundo trabalho, é de 1995. A distância entre esses discos e o novo é explicado por ele: “Como advogado tenho uma carreira no mundo executivo. E gosto muito do que faço. Conciliar as duas carreiras não é tão simples. Apesar do longo tempo para lançar um CD, nunca parei de trabalhar com música. Tenho um grande material para futuras gravações”.

O que difere Cá entre nós dos álbuns anteriores: “Mais ênfase na música brasileira. Talvez em função de ter viajado pelo Brasil nos últimos 10 anos. E uma evolução natural também, já que cresci ouvindo Beatles e só depois fui despertar para a música brasileira. Além disso, tem a questão da tecnologia no mundo da música que possibilitou um trabalho com arranjos e timbres marcantes, com cordas e metais, por exemplo, sem que fosse necessário uma orquestra real no estúdio o que, provavelmente, inviabilizaria o trabalho. Outro aspecto é que neste disco há muito mais um trabalho de violão do que de guitarra e isso acaba refletindo nas composicões e arranjos”.   

Shirley Espíndola entrevista Lucila Novaes

Lucila Novaes faz show do disco ‘É...’
 
 
A paulista Lucila Novaes continua temporada de show de lançamento de seu quarto CD É (www.luamusic.com.br). O título, que ela tomou emprestado da música de Gonzaguinha, define com precisão seus propósitos no novo trabalho: “É... pela letra da canção que, para mim é como uma oração. Tudo o que a gente quer, mesmo, né? Valer o nosso amor, nosso suor, nosso humor. Ser cidadãos dignos sem tanta diferença ou injustiça. E também ‘É... Lucila Novaes por inteiro”. O show tem participação do cantor e compositor Paulo Novaes, que é sobrinho de Lucila e uma das revelações da nova cena paulista, com músicas gravadas por Luiz Possi e Bruna Caran, entre outros.
 


O repertório de É tem desde Linda Flor YaYa (Ai Iôiô) (1929) de Luiz Peixoto e Cândido Costa até canções dos novíssimos Dani Black e Pedro Altério. É uma mix de gerações: “Quis mostrar que música boa não tem tempo nem idade, mesmo. Desde o Ai Iôiô, como disse, que era (e ainda é) cantada lindamente pela minha mãe, até composições de Dominguinhos e Chico Buarque, além de grandes compositores que são meus amigos Rafael Altério, Jean e Paulo Garfunkel e meu irmão Juca Novaes”.

Lucila nasceu em Avaré (SP), filha de ex-cantora de rádio e de pai médico. Cresceu num meio musical, inicialmente ouvindo o coral que a mãe ensaiava na sala da casa e posteriormente nas rodas de violão que os irmãos gostavam de fazer. Estudou piano e chegou a montar uma escola de música para crianças. Algumas vezes teve que mentir a idade pra poder cantar. Entre as influências destaca Lô Borges, Elis Regina e Jane Duboc.


 
Foi um dos cinco finalistas do 5º Prêmio Visa MPB/2002 Vocal. Aliás, estar entre vencedor ou finalista é marca desta cantora. São mais de 30 prêmios, alguns em anos consecutivos, em festivais de músicas como os de Tatuí (SP) e Cascavel (PR).  
 
Gravou seu primeiro CD, Frestas do Céu, em 98. Com ele foi indicada ao prêmio Sharp na categoria revelação e recebeu o prêmio Jornal Movimento como cantora revelação de 1999. Em 2002 lançou Claridade (Lua Music/2002) e em 2006, Sol a Sol em parceria com a compositora Cristina Saraiva. Participou de discos com o paulista Trio Futricando Trabalho e Gente e do CD e DVD Goa de Juca Novaes. 
 
No repertório do show, Quem viver verá (Juca Novaes e Rafael Altério), Ao ligar a TV (Dani Black),  Marcha da quarta-feira de cinzas (Vinicius de Moraes e Carlos Lyra), Ao ligar a TV (Dani Black), Contrato de separação (Dominguinhos e Anastácia), Sing (The Carpenters), É ... (Gonzaguinha) e Hino do Carnaval Brasileiro (Lamartine Babo).

Tabajara Assumpção no Tons do Brasil com Shirley Espíndola


Tabajara Assumpção canta São Paulo a seu modo no CD ‘SampaSamba’
“Com influência de bossa, samba jazz, samba rock e outras variações, Tabajara usa sua voz metálica para defender melodias bem conduzidas” – jornal Estado de Minas     
O cantor e compositor Tabajara Assumpção deu o título ao seu segundo disco, de SampaSamba (www.tratore.com.br). Ao mesmo tempo que afirma que São Paulo também tem samba, homenageia a poesia concreta, movimento que nasceu na capital paulista nos anos 1950. O samba de Tabajara não tem nada de tradicional. É música de quem vive nesta megalópole e para quem a antropofagia cultural mais que uma atitude, é uma necessidade. Ele define: “Não sou um sambista, mas um músico sem nenhuma especialidade de estilo. Gosto de todos e procuro misturar o que a inspiração manda”.
 
Acompanhado de banda formada por Marcelo Castilho (piano), Vinicius Almeida (baixo), Alan neto (bateria) e Vitor da Trindade (percussão), Tabajara, que toca violão em todas as faixas do álbum, mixa samba com funk na suingante Negae música cubana em On line. A faixa Eu, Ela e a Cidade tem inspiração no jazz.  Maria Paula é dedicada a uma musa inspiradora, com toques de samba-rock.

Também professor de música, com formação erudita, Tabajara Assumpção fez opção pela música popular. Estudou canto lírico com o renomado barítono Caio Ferraz. Tinha potência e extensão de voz (barítono) para tornar-se cantor de ópera mas, envolvido com a música popular, dedicou-se a estudar harmonia e improvisação. Uma de suas identificações é com o som produzido pelo movimento Vanguarda Paulista, de Arrigo Barnabé, Itamar Assumpção e Premê, no final dos anos 1970. Lançou o primeiro CD Spray no Ouvido em 1998. Neste trabalho já misturava ritmos e estilos, do reggae ao funk, passando por rap, jazz e samba.


Parelelo à música, cursou Filosofia na PUC-SP, nos anos 1980. Na escola compôs a premiada trilha sonora da peça Lusíadas or not Lusíadas de Bráulio Mantovani, reconhecido roteirista do filme Tropa de Elite, que era seu colega de turma. Outra de suas atividades marcantes foi, a convite do filósofo e terapeuta Peter Paul Pelbart, criar uma Oficina de Música para pacientes psiquiátricos do Hospital Dia A Casa, instituição com proposta inovadora no tratamento, na qual permaneceu por cinco anos. Curioso é que a produção do filme Bicho de Sete Cabeças, de Laís Bodanzky, foi buscar integrantes para o seu elenco nessas turmas.
O futebol é tema de uma das músicas, Samba e Futebol. Ele explica: “Meu pai foi jogador profissional no Nacional, que hoje está extinto. Teve uma contusão e parou. Torço pelo Palmeiras por causa dele. Acho que é no futebol que o brasileiro mostra, genuinamente sua malícia, originalidade e capacidade de improviso. E foi pelo samba e pelo futebol que o mundo começou a olhar para o Brasil enquanto ainda não tínhamos a visibilidade internacional que temos hoje. Me orgulho de sermos os melhores do mundo”.

domingo, 10 de março de 2013

Entrevista com o Cantor e Compositor Teroca

Shirley Espíndola entrevistou no programa Tons do Brasil do dia 09/março/2013, sábado, o cantor e compositor Teroca que lança seu segundo CD "Elos do Samba". Conheça o artista cujas informações colocamos abaixo:
Cantor e compositor Teroca une gerações em seu segundo CD ‘Elos do Samba’, que tem participação de Fabiana Cozza, Monarco, Dona Inah e Délcio Carvalho
O cantor e compositor Teroca é um dos maiores divulgadores do samba na região de Araraquara, cidade do interior de São Paulo, onde nasceu e vive até hoje. Mas seu mundo musical não se resume ao samba paulista e, em seu segundo CD, Elos do Samba (www.tratore.com.br), como o próprio nome prenuncia, une figuras de cidades e gerações distintas. Estão lá as cantoras paulistanas Fabiana Cozza, Dona Inah e Maria Marta e os celebres cariocas Monarco, Wilson Moreira e Délcio de Carvalho. Prova de que o samba na verdade não tem idade nem geografia definida.


Teroca fala sobre isso: “Foi maravilhoso contar com eles. Quando fiz o convite, a amizade já havia se concretizado por causa dos shows que promovi com alguns deles e pelo meu programa de rádio. Monarco é meu ‘professor’ de samba, foi quem me fez ver que a beleza de um samba pode estar numa quebrada melódica inesperada, por exemplo. Wilson é uma das pessoas mais puras que conheci e considero-o matriz única do samba com sua verve e Délcio Carvalho traz o lirismo que se associa a rica melodia. Ficaria horas descrevendo, pois tem ainda Dona Inah. Maria Martha e Fabiana Cozza, entre outros.”

Teroca é o apelido de paulista Marcelo Longo Vidal do tempo em que era jogador de futebol. Além de compositor é engenheiro civil e pós-graduado em Planejamento Turístico. Se ele usa isso em música? Não dizem que música também é matemática? No entanto, ele diz que, se usa, é inconsciente, pode até ter a matemática no meio, já que precisa combinar notas e acordes, mas a inspiração em que manda.

Apresentador do programa de rádio Do quintal ao Municipal, sobre o samba há 17 anos, em sua cidade natal, Teroca foi fundador e primeiro presidente do Clube do Samba de Araraquara, em 1996, numa iniciativa que reunia pessoas para troca de informações e empréstimo de CDs e LPs, alguns raros. Em 2003, lançou seu primeiro CD autoral, Com todo respeito, onde foi acompanhado pelo Quinteto em Branco e Preto, e teve produção de Magnu Souzá, integrante do grupo.


Em 2006 apresenta seu trabalho de conclusão de curso ao Senac São Paulo com o tema Samba- Um turista acidental, um cidadão ocidental, um produto turístico global. Um ano depois vence o Primeiro Festival de Samba Paulista, realizado no TUCA, com o samba de roda Bamboleio, interpretado por Dona Inah.
No repertório no CD, todo de sua autoria, Teroca mostra músicas como Filho de Ogã, Serenidade, Bamboleio, Gafieirando, São Bento da Banda, Padroeiro do Fuá e O Tempo e o Som.

Ouça aos sábados o Tons do Brasil na Rádio Difusora Jundiaí em novo horário, das 12h as 14hs. Entrevistas, músicas MPB e muito mais.