terça-feira, 18 de novembro de 2014

Luiz Millan no Tons do Brasil

Shirley Espíndola recebe Luiz Millan no Tons do Brasil da rádio Difusora Pan Sat


                                                                 ouça a entrevista 



Luiz Millan homenageia sua cidade no CD ‘O dia em que São Paulo floresceu’

Álbum tem destaques da cena musical brasileira como Léa Freire, Michel Freidenson, Maurício Detoni, Raul de Souza, Teco Cardoso e Sylvinho Mazzucca, dentre outros. 

Se é verdade que todo compositor tem que cantar sua cidade, o paulistano Luiz Millan cumpre sua parte com o lançamento do seu segundo CD O dia em que São Paulo floresceu (www.tratore.com.br). São 13 canções com parceiros e temas diversos, e participações de Maurício Detoni (voz), Michel Freidenson (piano e arranjos), Léa Freire (flautas), Teco Cardoso (flautas e sax), Mané Silveira (sax e flauta), Raul de Souza (trombone), Adriana Holtz (violoncello), Jorge Pinheiro (violão), Plínio Cutait (piano e acordeon), Alex Duarte (bateria), Lucas Brogiolo (percussão) e Sylvinho Mazzucca (baixo).
Millan comenta o trabalho: “O título é uma homenagem a essa cidade em que nasci e onde sempre morei. Apesar de todos os problemas que tem, é fascinante, rica culturalmente e acolhe todas as tendências não só da música, mas da arte em geral. Daí a idéia de apresentar ritmos tão variados. É a cara de São Paulo. Ela floresce diariamente e não nos damos conta disso. Quero chamar a atenção para esse aspecto. É minha parte nessa contribuição”.




Luiz Millan lançou seu primeiro CD, Entre Nuvens, em 2011, mas pode ser considerado um ‘veterano’.  Formado em medicina com especialização em psiquiatria, profissão que exerce desde 1982, nunca abandonou a música, que entrou em sua vida  ainda criança, através do pai que gostava de Dorival Caymmi e dos primeiros nomes da bossa-nova. Estudou piano, passou para o violão e, um pouco mais tarde começou a compor, quando descobriu que aquilo podia ser também sua terapia. Em 1980 chegou a gravar um LP coletivo, com colegas da USP, chamado Ponta de Rama. Apesar de não ter mostrado as músicas ao público, continuou compondo e já perdeu a conta de quantas canções. Millan acha que a sigla MPB engloba muitos estilos e que é bem apropriada para definir o que faz: “A gente vai ouvindo, ouvindo, e incorpora essa tradição musical, que é tão rica, de uma forma totalmente natural”. 

Luiz Millan em entrevista nos estúdios da Radio Difusora Jundiaí

O processo de composição desse álbum variou: “Escrevi letra para música já feita, musiquei letras, um parceiro fez  um texto para uma música minha. As parcerias foram feitas à distância ou ao vivo, cada um contribuindo com a sua idéia. Muitas melodias surgiram espontaneamente, mesmo quando eu estava longe dos instrumentos. Escrever letras é trabalhoso. Não procuro a rima, mas a palavra com sonoridade bonita que transmita o que tenho em mente”. 
Os arranjos feitos pelo pianista Michel Freidenson acompanharam a concepção de Millan ao transitar entre o complexo diálogo de vários instrumentos e a delicadeza do encontro de piano e voz. Essa voz, que no primeiro CD coube a vários intérpretes, na maioria mulheres, dessa vez foi entregue ao cantor Maurício Detoni. 
As músicas têm títulos como Nada sei do meu desejo, Melodia de Mulher e Correio Ligeirinho. Beleza Inigualada, música de Millan e Jorge Pinheiro sob poema do norte-americano Edgar Alan Poe (1809-1849) tem uma história curiosa: “Ainda cursava medicina quando, em uma viagem, Jorge encantado pelo poema fez de imediato uma linda melodia para a primeira parte, mas na segunda emperrou... Era um lugar com muita gente e Jorge chamou-me num canto e pediu que eu fizesse a segunda parte e, mais uma vez, a música saiu na hora! Essas coisas são assim, não têm explicação. Acho que Poe nos deu uma mãozinha... Essa música representa a cidade de São Paulo, sempre aberta à arte de qualquer lugar do mundo”, finaliza Millan.




 Artista Luiz Millan – CD O dia em que São Paulo floresceu Preço R$ 27,00
Distribuição Tratore - www.tratore.com.br | ( (11) 3085 1246

Shirley Espíndola recebe Alvaro Petersen nos estúdios da Radio Difusora Pan Sat

Shirley Espíndola entrevista  Alvaro Petersen


                                                 Ouça a entrevista



Álvaro Petersen lança CD ‘Sibipiruna’
Gravado no Brasil, França e Bélgica, álbum tem participação de brasileiros como Bocato, Jean Trad e Edmundo Carneiro e, de fora,  Sebastian Motz e Valerie Minsi
 Sibipiruna é uma planta muito comum em cidades paulistas. Nativa da mata atlântica fornece  sombra fresca e floração exuberante, com sua cor amarelo vivo. O nome foi escolhido para intitular o primeiro CD do cantor e compositor paulista Álvaro Petersen, que, a partir da planta criou uma letra de cenário surreal, várias sibipirunas brotando na areia de uma praia. “Gosto de criar situações que só poderiam existir na arte. Por isso uma dos versos diz: “Sibipiruna é uma flor/ Da árvore da minha terra/ Minha casa mora em frente dela”.


Shirley Espíndola e Alvaro Petersen

Apesar de só agora estar lançando o primeiro disco, a batalha de Álvaro na música remonta ao final dos anos 1970, quando ele, ainda adolescente, em Ribeirão Preto, sua cidade natal, fazia parte da turma que tinha também o músico Kiko Zambianchi e o cartunista Glauco (1957-2010). Apesar de não ter parado de compor, se envolveu com outras formas de arte. Por exemplo, era um dos manipuladores de bonecos da série Castelo Ra-tim-bum (1994-1997) da TV Cultura. Teve músicas suas gravadas por Bebeto, Vera Negri e grupo Heartbreakers e parceiros como a cantora Fortuna e Paulo Leminski. Também participou de discos de Hélio Ziskind e Fernando Salém.
“Numa carreira de muitas vertentes de atuação, a música sempre foi minha base criativa e minha grande paixão. Compondo é como me expresso melhor. Este CD marca uma vontade e a coragem de mostrar um pouco dessa minha arte”, fala Álvaro, que estudou arquitetura e cenografia e também é professor universitário de direção de arte.


Entre suas influências, ele cita um caldeirão. Do grupo inglês The Who ao Clube da Esquina, passando por Secos & Molhados, bossa nova, o álbum Transa, de Caetano Veloso, discos de Beto Guedes, James Taylor, Led Zeppelin e Bola de Nieve. “Nos reuníamos numa praça em Ribeirão para trocar idéias, discos, impressões. Foi um tempo muito rico, de descobertas: o Brasil saia da ditadura militar, o movimento punk começava a trazer o ‘essencial’ da música, artistas partiam para lançamentos independentes, enfim, o início de um novo tempo", lembra  Álvaro.
O álbum, que foi gravado no Brasil, França e Bélgica, é produzido por Edmundo Carneiro, percussionista brasileiro radicado na França. Participam músicos como Bocato (trombone) e Jean Trad (guitarra), além da cantora Valerie Minsi (de Paris) e do pianista Sebastian Motz (Bruxelas).
Sempre muito suingado, o CD Sibipiruna traz uma mistura de funk, samba-rock, bossa, reggae e baião, tudo dirigido pelo violão de Álvaro. A poesia vai do lírico como em ‘Morena da praia/ Forma cachoeira/ teus cachos macios morenos/ E sendo um pirata/ Assaltar-te o corpo/ Roubar-te um beijo’ de ‘Morena da Praia’ a ironia de ‘Me dá sossego/ O coração lembrou/ Sonhei não teve jeito/ Saudade atormentou/ Não quero nem pensar/ Quero só te ver de novo/ Pra gente terminar’ de ‘Megera’, passando pela alegria de Fuzuê: ‘Esse cara que debandou/ Na gandaia/ Desatinado coração/ Vem lá do coração da gente/ E termina numa cama boa/ Abraçando esta pele tua/ Com a cabeça cheia de idéias/ E o coração cheio de amor’.


Álvaro Petersen – CD Sibipiruna – R$ 25,00 (em média)

Distribuição Tratore – www.tratore.com.br | ( (11) 3085 1246

domingo, 5 de outubro de 2014

Shirley Espíndola recebe o artista plástico Marco Antonio Scarelli no Tons do Brasil para falar da Exposição de Artes Sim! Sérios!!!

A Exposição de Artes Sim! Sérios!!! comemora os 40 anos da AAPJ - Associação dos Artistas Plásticos de Jundiaí com a participação de 10 artistas.



EXPOSIÇÃO “SIM! SÉRIOS!!!”
Associação dos Artistas Plásticos de Jundiaí

Abertura da exposição: 19h
A mostra reúne trabalhos de 10 artistas jundiaienses que fazem ou já fizeram parte da associação.
São gravuras, esculturas, instalações, montagens, assemblagens e recortes que retratam a identidade e personalidade de cada artista. “É uma coletânea dos artistas mais atuantes na cidade, que dão aulas e passam seu conhecimento para outros artistas”, informa o curador da exposição, Marco Antônio Scarelli.
Participam da exposição os artistas: Alessandra Rodrigues, Alex Roch, Andréia Dulianel, Chris Montes de Brito, Lígia Rodrigues, Marco Antônio Scarelli, Regina Kalman, Rosa Carvalho e Vera Palermo. “Temos como convidado especial o italiano Augusto Ottaviani, que viaja pelo mundo todo expondo e criando suas obras, e agora faz uma participação na nossa exposição”, destaca o curador.
O tema deste ano é livre. “Este ano não estipulamos um tema, buscamos trabalho originais e inusitados. Queremos a alma do artista no trabalho”, explica Marco.

MARCO SCARELLI
PINTOR – DESENHISTA – DESIGNER – ESCULTOR – CENÓGRAFO

Marco Antonio Scarelli
Ainda em idade escolar foi vencedor de diversos concursos de desenhos. A partir de 1977 passou a atuar como desenhista de publicidade e logotipos e em 1983 iniciou sua carreira como professor de Educação Artística. Foi sócio fundador da Cooperativa Literarte. Ilustrou e escreveu artigos para jornais e revistas. Fez cartazes para campanhas oficiais e eventos da Prefeitura Municipal de Jundiaí e para o Governo do Estado de São Paulo. Ilustrou capas de livros, fez cenários, figurinos, textos e adaptações teatrais para peças e performances. Organizou exposições. É autor dos vitrais da “Capela” do Velório Municipal de Jundiaí e da capa do Catálogo Telefônico nº 156 da Listel.
Em sua formação artística contam-se cursos realizados na Casa da Cultura de Jundiaí; no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo; na Pinacoteca do Estado de São Paulo; Paisagismo na AFLOTEC/SP; Modelação em Fiber na AEROSET/SP; Arquitetura e Urbanismo na Faculdade de Belas Artes de São Paulo; Vitrinismo no SENAC; Vidraria Artística no Centro Cultural Espaço zero e Especialização no Atelieur da Artista Solange Shwtz.
Além de exposições no Brasil, também teve participações na Alemanha, Austrália, Bélgica, Canadá, Chile, EUA, Espanha, França, Guatemala, Holanda, Inglaterra, Itália, Japão, Polônia, Portugal, Usbequistão, Uruguai, Rússia, Venezuela e Argentina.
Está catalogado no Guia de Artes Plásticas Brasil Júlio Louzada, VLS. 5,6 e 8; no Anuário Jundiaiense de Artes Plásticas 1997/1998 e no American Biographical Institute Inc. 1996/1998.

                                                                                                              Fundação:
Marco Antonio Scarelli e Graziela Savy
A criação de uma entidade de classe tem sempre alguma coisa comum entre seus membros, e isso pode acontecer em momento de muita harmonia ou de crise. Um grupo de artistas plásticos de Jundiaí começou a se reunir em 1972 e montaram na cidade a I Mostra  do Clube Recreativo e Beneficente “28 de Setembro”, um clube que inicialmente abrigava somente afro-descendentes. O Grupo continuou se encontrando em 1973, desta vez na casa do artista-plástico Antonio Thyrso Pereira de Souza e de sua mulher Tomica Ishicava, e os seus dois filhos. A residência, que também era ateliê de gravura e pintura do artista, ficava na Rua Senador Fonseca, 1343, Centro; recém-chegado de São Bernardo do Campo e que acabou sendo o local de encontros do grupo de artistas jundiaienses. No mesmo ano, em 1973, os artistas montaram a II Mostra do Clube Recreativo e Beneficente “28 de Setembro”, na Praça das Bandeiras, em Jundiaí. Esta mostra foi realizada pelos artistas recusados no 1º EJA – Encontro Jundiaiense de Artes, promovido pela Prefeitura Municipal de Jundiaí.
O grupo dos recusados foi aumentando e tornou-se mais sólido surgindo assim a ideia de oficializá-lo numa associação, que foi concretizada após alguns encontros e a Ata da Fundação  feita em 14 de outubro de 1974 e registrada em 14 de novembro de 1974, com o nome de Associação dos Artistas Plásticos de Jundiaí. Sendo o Presidente, o artista Antonio Thyrso Pereira de Souza e o Vice-Presidente, o artista Issis Martins Roda.
Os objetivos da AAPJ foram registrados nos estatutos da entidade, dentre eles o principal é o de incentivar e patrocinar as artes plásticas da cidade e de toda a região e especialmente os novos talentos, sem elitizar a classe. O logotipo inicial foi feito pelo desenhista e sócio Geraldo Barbosa Tomanik, inspirado nas calçadas de Jundiaí.

Marco Antonio Scarelli, Shirley Espíndola e Graziela Savy



Confira a entrevista










Horário de funcionamento:
De terça a sexta-feira – das 10 às 17 horas;
Sábado – das 9h às 13h.
MUSEU HISTÓRICO E CULTURAL DE JUNDIAÍ – SOLAR DO BARÃO
R. Barão de Jundiaí, 762 – Centro – Jundiaí – SP
Tel: (11) 4521-6259/ 4586-8414
e-mail: museusolardobarao@jundiai.sp.br

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

A artista plástica Alice Vilhena foi a atração do Tons do Brasil com o "Arte Para o Futuro"

O Centro Cultural Tao Sigulda em parceria com o Atelier de Artes Alice Vilhena convidam para a exposição de artes intitulada "Arte Para o Futuro". Composta por alunos estudantes do curso de desenho artístico, pintura em tela, mosaico e aquarela; para crianças, adolescentes e jovens entre 4 e 18 anos de idade o evento tem por objetivo incentivar jovem artistas a mostrar o seu talento. 




Walter Magenschab presidente da Associação Tao Sigulda e Alice Vilhena

Confira a entrevista



Apresentações artísticas abrilhantaram o evento com jovens cantores que mostraram suas lindas vozes.

Shirley Espíndola, Pedro Ivo e Larissa Leite

Key Singer

Dionísio Sponchiado

Alice Vilhena, Shirley Espíndola e Oscar Junior


Shirley Espíndola e Dionísio Sponchiado

terça-feira, 23 de setembro de 2014

A artista plástica, escritora e compositora Marilzes Petroni foi a convidada do Tons do Brasil deste sábado.


O programa Tons do Brasil comandado por Shirley Espíndola recebeu a artista plástica, escritora e compositora Marilzes Petroni para falar da Exposição "40 Anos de Artes" que acontece no Museu Histórico e Cultural Solar do Barão até o dia 04 de outubro.


EXPOSIÇÃO MARILZES PETRONI – Artes 40 Anos 



Ndecorrer dos 40 anos de trabalho, Marilzes Petroni passou por diversas fases. As fases representam a procura pela forma de expressão que mais define a sua sensibilidade.
Seu percurso, iniciado no figurativo, evoluiu para o geométrico e finalmente alçou vôo empreendendo o “Vôo da Imaginação”. Materializar o pensamento e emoções é o grande desafio que a leva viver uma busca contínua.
Com 35 individuais e mais de 150 participações em coletivas por diversos países e estados do Brasil, agora em Jundiaí, esta exposição vem nos mostrar um pouco de sua produção.






Em 40 anos de arte, Marilzes Petroni, artista plástica contemporânea , expôs suas obras em países como Estados Unidos, França, Holanda, Espanha, Argentina, Uruguai, Chile e México.
Também participou de mais de 150 exposições coletivas em diversos estados do Brasil.
Faz parte da diretoria do Sindicato dos Artistas Plásticos de SP, AIAP- Unesco.
Em 1997, inaugurou o “MARILZES PETRONI – ATELIER E ESPAÇO DE ARTE”, em Jundiaí – SP. Neste espaço, tem realizado cursos sobre arte com importantes críticos de arte.



Confira a entrevista



Shirley Espíndola e Marilzes Petroni



EXPOSIÇÃO MARILZES PETRONI – Artes 40 Anos 

MUSEU HISTÓRICO E CULTURAL DE JUNDIAÍ

SOLAR DO BARÃO – SALA PROFESSOR JAHYR ACCYOLY DE SOUZA
Rua Barão de Jundiaí, 762 – Centro – Jundiaí – SP
Tel: (11) 4521-6259/ 4586-8414
e-mail: museusolardobarao@jundiai.sp.br
Horários: Terça a Sexta-feira, das 10h às 17h; Sábado, das 9h às 13h

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Ricardo Nash apresenta Santo Menino Vagabundo no Tons do Brasil

Shirley Espíndola recebe Ricardo Nash no Tons do Brasil da Rádio Difusora Pan Sat

Com um trabalho autoral, o músico Ricardo Nash, lança seu primeiro CD intitulado Santo Menino Vagabundo. O trabalho tem 13 faixas de sua autoria e conta com produção de Celso Rangel, músico que já atuou ao lado de Caetano Veloso, Tim Maia, Elza Soares e Ney Matogrosso.


Ouvir em Soundcloud 

Passeando por diversos ritmos como pop, rock, samba, jazz, blues e bossa nova, as canções são interpretadas pelo compositor, que também toca violão. As músicas foram escolhidas num universo de 150 obras e fazem parte de um trabalho de mais de 15 anos de pesquisa e criação. Além de músico, Ricardo Nash também é ator, tendo trabalhado com diversos diretores.





As canções de Nash abordam temas como: a saudade, o desejo, o tempo, a crença, a liberdade, e foram compostas com os parceiros Marco Piantan, Nilson Muniz, Sylvia Prado e Sara Nash, sua mãe. Como convidados, participaram da gravação do CD os músicos Marcio Werneck (vocal e percussão), Daniel Maia (vocal e acordeom), Beto Firmino (teclado), Mauricio Damasceno (percussão), William Guedes (arranjos de cordas), Elisa Monteiro (viola de arco), Didi do Trombone (arranjo de metais e trombone e Alessandro Ribeiro (trompete e flughorn).



                          Shirley Espíndola e Ricardo Nash



Áudio da entrevista


















                                                             

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Shirley Espíndola recebe Conjunto Garoando no Tons do Brasil


Samba e Choro foi o tema do Tons do Brasil deste sábado na Difusora Pan Sat com apresentação de Shirley Espíndola


Entrevista









Lela Simões, Roberto Ivan Cavalcanti e Erick Morais.

Garoando no Tons do Brasil com o melhor do Samba e Choro.

Contra a Corrente o primeiro álbum do grupo traz músicas inéditas compostas por integrantes do grupo como Roberto Cavalcanti, Lela Simões em parceria com outros compositores e a cançāo de domínio público de Noel Rosa - Filosofia.

Por que Contra a Corrente?


Erick Moraes, Lela Simões, Shirley Espíndola e Roberto Cavalcanti 
Acreditamos na importância do Samba como uma das mais legítimas manifestações da cultura popular brasileira. Samba não é e nunca foi mero entretenimento, produto descartável, sempre foi o lamento, a alegria de quem nada tem, retrato de uma gente, herança de um povo.

Assim, nasce “Contra a Corrente”, movimento e álbum autoral que é fruto da pesquisa e dedicação do Conjunto Garoando em referência aos grandes mestres do Samba e do Choro, não por nostalgia, mas por entender o quanto é fundamental preservar, aprender e prosseguir, já dizia Plínio Marcos: 

“Um povo que não ama e não preserva suas formas de expressão mais autênticas, jamais será um povo livre”. 

Erick Morais, Lela Simões, Shirley Espíndola e Roberto Cavalcanti. 


sábado, 16 de agosto de 2014

A cantora Izabel Padovani foi a convidada de Shirley Espíndola no Tons do Brasil.

O programa Tons do Brasil deste sábado dia 16 de agosto teve o privilégio de receber ao vivo nos estúdios da Rádio Difusora Pan Sat uma das mais belas vozes da música brasileira: Izabel Padovani. Vencedora do Premio VISA - Edição intérpretes hoje compartilha palco e solos com Ronaldo Saggiorato (baixo 6-cordas) e Ricardo Mtsuda (violão e viola).

Izabel Padovani e Shirley Espíndola
Crônicas de Amor é o novo show que a cantora Izabel Padovani apresenta ao lado dos músicos Ronaldo Saggiorato no baixo e Ricardo Matsuda no violão e viola.
Pintado, encenado ou entoado, o amor é tema recorrente na história da arte. Depois de pesquisa de repertório, a cantora aponta novos compositores e visita compositores consagrados sempre sob a ótica poética do amor.
Com arranjos elaborados e uma leitura muito pessoal das canções, há no repertório compositores de várias gerações: Lupicínio Rodrigues com seu amor dramático, Toninho Horta e Ronaldo Bastos com o conceitual no amor , Jacó do Bandolim e Hermínio Bello de Carvalho com o amor romântico e novos compositores como Fred Martins e Thiago Amud  falando do efêmero amor no carnaval.
                                                    Entrevista

Depois de circular pelo interior paulista através do edital FICC da Secretaria de Cultura de Campinas e de uma bem sucedida turnê européia, Crônicas de Amor chega a Jundiaí e mostra ao público não apenas uma série de compositores brasileiros, mas também uma gama de letristas que contribuem de forma única na construção da identidade da canção brasileira.

Izabel Padovani e Shirley Espíndola
Os músicos
O trabalho de Izabel Padovani ganhou destaque na cena musical brasileira em 2005, quando voltou ao Brasil, depois de uma década  vivendo na Áustria. No mesmo ano vence o respeitado Prêmio Visa de Música Brasileira- Ed. Vocal. Ao lado do baixista Ronaldo Saggiorato, considerado pela crítica especializada um “virtuose do baixo elétrico de seis cordas” e do respeitado violonista e violeiro Ricardo Matsuda, responsáveis também pelos arranjos, a cantora se prepara para a gravação do projeto Crônicas de Amor em      CD e DVD ao final do ano.









Crônicas de Amor - Izabel Padovani 
Dia 22 de agosto, sexta-feira, às 20h15.
Convites: R$ 20,00 (meia) / R$ 40,00 (inteira)*

* 50% de desconto na reserva antecipada (pelo Facebook ou pelo e-mail: jc.luca@ig.com.br)


Informação: no momento o site oficial do Dodecafônico está em manutenção. Contato pelo e-mail jc.luca@ig.com.br.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Isabel Padovani é a convidada do Tons do Brasil de sábado dia 16 de agosto

O Tons do Brasil de sábado dia 16 de agosto receberá a cantora Isabel Padovani ao vivo nos estúdios da rádio Difusora em entrevista com Shirley Espíndola.


Crônicas de Amor é o novo show que a cantora Izabel Padovani apresenta ao lado dos músicos Ronaldo Saggiorato no baixo e Ricardo Matsuda no violão e viola.

                                                                                                               
                                                                                  O Tons do Brasil vai ao ar das 11h às 12h ao vivo
                                                                                                             
                                                                                   www.tonsdobrasil.blogspot.com.br


sábado, 9 de agosto de 2014

Shirley Espíndola recebe Gu Siqueira da banda Gu&Siqueira Offbeat.

Gu Siqueira um dos integrantes da banda Gu Siqueira & Offbeat foi o destaque do Tons do Brasil convidado por Shirley Espíndola


No repertório, músicas próprias de Gu Siqueira, que mixam eletrônica, pop e ijexá, além de uma versão pra ‘Fricote’, dos baianos Luiz Caldas e Paulinho Camafeu

Gu Siqueira
Imagine uma banda de São Paulo, em 2014, que, além de música eletrônica e rock, também toca ijexá, ritmo celebrado pelo Afoxé Filhos de Gandhi, samba-reggae e axé-music! É essa a proposta de Gu Siqueira & Offbeat, banda que tem ele próprio (voz, violão e guitarra) e é integrada por Thiago Liguori (guitarra, eletrônicos e voz), Gui Sanita (bateria), Fernando Sagawa (sax, flauta, eletrônicos e voz) e Alex Huszar (baixo e voz). Estão juntos desde 2012 e lançam o primeiro EP (Extended Play), que pode ser baixado gratuitamente (www.gusiqueira.com.br). 


Entrevista

Uma das letras dá a dica: “Eu não vim de lá/ do Rio nem da Bahia/ conheço bem a primeira estação do metrô/ Jamelão só vi na televisão/ Menina do farol aqui vende drops/ Pai xangô gosta de chiclets/ Menino aprende a tocar tambor na escola/ Samba, rock, reggae, beat, nagô”.
Gu Siqueira: “Nossa banda tem as características da cidade, urbana, multi-facetada, plural. Apesar de não termos vivido o universo da música negra, da forma mais intensa presente na Bahia e Rio de Janeiro, por exemplo, também nos apropriamos do balanço, do groove dela. Nossas influências são muitas: desde Letierres Leite, Fela Kuti e King Tubby, até Luiz Caldas e Daniela Mercury, construindo algo que conversa com a obra de Itamar Assumpção, Tom Zé e Curumin”.




As canções deste disco foram surgindo e sendo gravadas em estúdios diferentes, o que amplia o conceito de uma sonoridade múltipla. Entre os estúdios, o Ambulante Discos, o Síncopa, Estúdio Mario Porto e Vitrola Digital. A mixagem também foi feita por diferentes técnicos, entre eles, Nelson Pintón, Mário Porto e Thiago Liguori, que também assina a produção musical do EP.
As letras, na maioria escritas por Gu, têm várias influências.  A vida passa como o ferro de passar flerta com poesia concreta e haicai. O que você quer escutar, traz o ritmo ‘malemolente’ do afoxé e trata de questões do cotidiano de forma lírica. Homem hora e Meu carro e eu, com batidas mais rápidas, apresentam narrativas urbanas bem-humoradas. Nós, busca a força da música africana e mistura guitarra distorcida e carnaval.
Em 2013, a música O que você quer escutar ganhou videoclipe produzido pela Cliparia e recebeu o prêmio de Melhor Videoclipe no Festival de Audiovisual de Belém (Pará).
Uma curiosidade: o nome da banda surgiu quando um amigo, assistindo a um ensaio do grupo, durante uma improvisação, comentou: ‘que galera offbeat, hein!’.  Offbeat, na gíria musical, significa uma batida pouco comum, ao mesmo tempo em que faz referência ao uso de instrumentos eletrônicos. Nada mais apropriado.


Shirley Espíndola e Gu Siqueira

Gu Siqueira começou a tocar violão e cantar na infância, por influência da família. Nasceu em Perdões (Minas Gerais) mas mudou-se ainda criança para o interior de São Paulo. Morou em São Carlos, onde formou-se pela USP em engenharia mecânica. Ainda no período da universidade montou a primeira banda. Participou de diversos festivais universitários de música e é um dos idealizadores do Bloco do Lulu (em Perdões), que faz um resgate do carnaval de rua. Resolvido a investir na carreira musical, mudou-se para Campinas em 2010, para estudar Canto Popular, na Unicamp. Conheceu os outros integrantes da Offbeat na faculdade.