quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Shirley Espíndola entrevista Assis Medeiros

Shirley Espíndola entrevistou Assis Medeiros em 27 de novembro de 2010.

Assis Medeiros é produtor musical e compositor. Possui dois CDs lançados (Pirata e Burrodecarga). Acaba de finalizar seu novo trabalho: Baiãozinho Nuar (um CD duplo). Além de compor música popular, Assis Medeiros trabalha com trilha sonora original para cinema, televisão e teatro.
Assis Medeiros lança disco duplo


Em 20 faixas, ‘Baiãozinho Nuar’ traduz o espírito eclético e autêntico do compositor paraibano. Enquanto ‘Baiãozinho’ foca no baião e nos ritmos nordestinos, ‘Nuar’ revela a face pop de Assis Medeiros.

BAIÃOZINHO


O baião que se ouve no primeiro disco (com 11 faixas) tem como base a viola de 10 cordas, a zabumba, um quarteto de cordas e instrumentos de sopro (com destaque para a sonoridade do corne-inglês). Os arranjos do Baiãozinho são do baixista e maestro Leonardo Batista, amigo de longas datas do compositor.

Neste disco, Assis soa calmo em canções construídas com harmonias mais intrincadas e arranjos sutis. As letras remetem à claridade nordestina, ao mar. Nada de barulhinhos eletrônicos, nada de instrumentos elétricos. Não é forró pé de serra ou universitário. O baião de Assis ultrapassa as modas e ganha uma dimensão universal.

“É um disco que nasceu da forma mais espontânea possível. Um belo dia eu percebi que tinha esse monte de baião e resolvi gravar. Tem muita gente que escuta o disco e diz: e isso é baião?. Pode até não ser o baião de Gonzaga ou do João do Vale, mas é baião sim!”, afirma ele. Na verdade, o Baiãozinho de Assis Medeiros dialoga com vários ritmos nordestinos, como a ciranda, o boi do Maranhão e o maracatu. Mas a base é uma só: baião.

NUAR

É impossível enquadrar Assis Medeiros em apenas um estilo. E aí os desavisados podem tomar um susto com o segundo disco da caixinha. Com nove faixas, Nuar começa com uma enxurrada de guitarra. O compositor sai da viola para plugar sua música com muito peso. É a face mais urbana do músico, mais concreto armado, mais Brasília.

As canções passeiam por linguagens que misturam rock, samba, reggae, música regional e eletrônica. O resultado tem como destaques os arranjos e as letras surreais com pitadas de protesto. “Na verdade, eu não tenho um estilo musical. Eu amo a viola e a guitarra com a mesma intensidade”, diz Assis, que nesse disco toca também teclado, berimbau e trompete. Um dos destaques do disco Nuar é a faixa Solitário, poema de Augusto dos Anjos musicado por Assis.

Conheça mais de Assis Medeiros, acesse o site http://www.assismedeiros.com.br/
C o n t a t o s :
Assis Medeiros – (61) 9288 8515
Contatos: www.myspace.com/assimedeiros
oburrodecarga@gmail.com

domingo, 21 de novembro de 2010

Show de Daniela Alcarpe no Ao Vivo

O Show de Daniela Alcarpe no Ao Vivo aconteceu no dia 21 de outubro de 2010 e teve a participação especial de Shirley Espíndola.
O lugar estava lotado e teve também a presença do produtor Toninho Spessoto.



Daniela Alcarpe















Shirley Espíndoa, Toninho Spessoto e Daniela Alcarpe


Acesse o site da Cantora e saiba mais

http://cantora.mus.br

Elizabeth Wooley no Tons do Brasil

Elizabeth Wooley foi entrevistada pela apresentadora Shirley Espíndola no pragrama do dia 17 de setembro de 2010.

A Cantora e compositora Elizabeth Wooly lança segundo CD Infindável, álbum que tem participação do ator Jão Signorelli em um rap, traz também grandes músicos da cena paulista como Cuca Teixeira, Tiago Costa, Pedro Simão, Christian Galante, Sergio Carvalho, Wlamir Gil e Wbster Santos
























"Influências de jazz, soul, MPB e até rap" - Rolling Stone
"MPB de acento pop"- O Tempo BH
"Interpretação Madura" - A Tarde- Salvador
"Muitas vozes se multiplicam na interpretação de Wooley" - Estado de Minas













Acesse o link e saiba mais sobre a cantora e compositora


http://www.elizabethwooley.com/

Show de Sapiranga em Jundiaí


Show de Sapiranga aconteceu em 27 de agosto de 2010 com a participação especial de Shirley Espíndola.





Entrevista no Tons do Brasil de Sapiranga

Shirley Espíndola entrevistou Sapiranga no programa Tons do Brasil.

Sapiranga falou sobre seu Show na Cidade de Jundiaí e a participação da própria apresentadora.
A Missão do Cantador - Violinista, compositor e cantor, Sapiranga é o criador do conceito da Música da Zona da Mata da Bahia. Pesquisador da cultura popular, se abriga autenticamente no seio da Mata Atlântica, onde nasceu. Dela extrais os seus sentido e simbolos para criar a "Música da Zona da Mata", como ele mesmo chama a sua criação. Sua música possui uma moldura arrojada e moderna, sem perder. no entanto, os sentidos do que é a sua Raiz.


Contatos: e-mail sapirangamzm@hotmail.com ou sapirangamundi@gmail.com

fone:71 8135 8066 ou 71 8827 9239

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Shirley Espíndola entrevista Regina Machado

Regina Machado, Cantora e Mestra em Música e professora de Canto Popular da UNICAMP. Paulistana, Regina Machado lança terceiro CD "Agora o Céu Vai Ficando Claro".


Shirley entrevistou Regina ao vivo no programa do dia 07 de agosto, ela cantou várias faixas do CD.

"Antes de mais nada, me considero mais cantora que compositora. Dessa forma fui encontrando canções, ou talvez elas tenham me encontrado, que diziam extamente o que eu queria dizer, que falassem de amor, que tivessem uma densidade, mas que tratassem do tema com leveza, sem sofrimentos exgerados. Então me dediquei exclusivamente a interpretar".

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Shirley Espíndola convida Izzy Gordon

O TALENTO E A SIMPATIA DE IZZY GORDON É O GRANDE DESTAQUE, DO
TONS DO BRASIL DESTE SÁBADO.

Filha de Dave Gordon originário da guiana inglesa e sobrinha de Dolores Duran, Izzy Gordan é a entrevistada do Tons do Brasil e promete trazer o melhor da música para Jundiaí, na noite de show, no Festival de Inverno do Villa Pizza Bar, no dia 14 de Julho à partir das 20h30.





segunda-feira, 12 de julho de 2010

Viola de Porte no Tons do Brasil

Grupo - VIOLA DE PORTE no Tons do Brasil

E agora chegou a vez da mais pura música de raíz - Viola de Porte veio para mostrar e entoar, as belas canções que o homem do campo, da mata ou do serrado conhece e que por meio delas, conta a sua história.
Nando Nicioli e Fábio Porte
Nando Nicioli (Fofão) - violão e voz

Fábio Porte - viola e voz


sábado, 8 de maio de 2010

Shirley Espíndola entrevista a talentosa Daniella Alcarpe no Tons do Brasil

Daniel, Daniella Alcarpe e Shirley Espíndola

Shirley Espíndola recebeu nos estúdios da Radio Difusora a cantora Daniella Alcarpe para uma entrevista ao vivo.
Daniel e Daniella Alcarpe

Daniella teve a oportunidade de falar sobre o seu primeiro CD, sua história, projeto e a aceitação dos críticos. O jornalista Toninho Spessoto participou da entrevista com a sua opinião sobre o CD que ressaltou a vocalização, a qualificou com uma voz doce e interpretação impecável.

Daniella Alcarpe


Voce pode conferir a entrevista no my space: http://www.myspace.com/showtonsdobrasil


DANIELA ALCARPE http://daniella.alcarpe.com.br/

O QUE É QUE CÊ QUÉ?





A cantora Daniella Alcarpe iniciou seus estudos musicais na infância e aperfeiçoou-se nos principais conservatórios de São Paulo, incluindo o Conservatório Musical Souza Lima. Desde 1997 estuda técnica vocal com o cantor lírico Jeller Filipe, com o objetivo de aprimorar seu canto, voltado à música popular. Formada em Música pela Faculdade de Artes Alcântara Machado (FMU/FAAM), a cantora tem se firmado cada vez mais no cenário da MPB, com um repertório eclético e sofisticado. Daniella vem se apresentando em diversas casas de espetáculo, bares, espaços culturais e teatros de São Paulo, tais como: Teatro da Livraria Cultura, Terraço Daslu, Café Piu Piu, Teatro Elis Regina, Sesc Santo André e Casa das Caldeiras, entre outros.
Além da carreira como cantora, Daniella desenvolve um trabalho como atriz e apresentou-se nos espetáculos “O Santo Inquérito” de Dias Gomes, com direção de Silvio Tadeu e “As Bacantes” de Eurípedes, com direção de Jorge Oliva. Atualmente, integra o Grupo de Teatro "Transver", dirigido por Jolanda Gentileza e estuda interpretação com Isabel Setti.
Após uma breve temporada na Itália e Holanda, Daniella voltou ao Brasil mais disposta do que nunca a divulgar a música popular brasileira no que ela tem de melhor. Sua constante busca por beleza e qualidade faz com que seja intérprete de antigos clássicos da MPB e também de canções inéditas, feitas por compositores contemporâneos ainda desconhecidos do grande público.





Qué que cê qué?

Voltada quase que exclusivamente ao estudo e interpretação da música popular brasileira, Daniella tem como principais referências o trabalho de Carmen Miranda, Elis Regina, Isaura Garcia e Maria Betânia, além de Cartola, Assis Valente, Adoniran Barbosa, Chico Buarque, Dorival Caymmi, Vinicius de Moraes e Tom Jobim.
Sob estas influências, em seu primeiro disco solo, "Qué que cê qué?", Daniella interpreta composições inéditas em ritmos de samba, baião, frevo e choro.
A escolha do repertório teve como critérios a qualidade poética das letras, a riqueza melódica de cada obra e claro, sua identificação pessoal, adicionando a cada peça uma interpretação plena de cuidados e talento.
As canções assinadas por Carlos Careqa, uma das quais dá nome ao CD, Dimitri Bentok, João Marcondes, Joca Freire, Lucy Casas e Zé de Riba, têm arranjos e produção musical de João Marcondes.
A estética musical do CD busca uma sonoridade original, trazendo novos elementos musicais aos já consagrados ritmos brasileiros, em arranjos que utilizam violão de 7 cordas, violão de corda de aço, violão de corda de nylon, guitarra fretless, guitarra semi-acústica, bandolim, cavaquinho, percussões, flauta transversal, trombone, saxofone, teclado e baixo.

domingo, 28 de março de 2010

Daniel Viana apresenta o Correndo na Banguela no Tons do Brasil

Daniel Viana apresenta o CD Correndo na Banguela






Com sua viola e músicos companheiros, o jovem compositor e intérprete contagia o público pela simplicidade, trazendo uma sonoridade estradeira que funde sertões e capitais. Paulistano, Daniel Viana é envolvido com a música desde menino, quando já freqüentava a roda de músicos, poetas e artistas, amigos de seus pais Oswaldinho e Marisa Viana, também compositores e intérpretes. Logo cedo, começou a triscar a viola de 10 cordas, o violão de 12 cordas e escrever seus primeiros versos, tornando-se autodidata nos instrumentos e, ao longo do tempo, compositor de muitas canções. “Eram noites de muita alegria, iluminadas por grandes mestres”, lembra Daniel Viana ao citar as ilustres visitas que sempre chegavam em sua casa quando criança e, posteriormente, as noitadas no Armazém Bar Espaço Cultural, fundado pelos Viana na Vila Madalena (São Paulo, Brasil), reduto dos mais variados artistas brasileiros e de grandes nomes da MPB e da Música Regional entre 1990 e 1997. Também entre 1998 e 2006, a família Viana manteve outro celeiro da música brasileira, o Café Fubá, no bairro do Ipiranga. Além da rica experiência de tocar em família acompanhando seus pais desde a infância, foi no interior do Estado de São Paulo, às margens do Rio Paranapanema, que Daniel Viana, ainda na adolescência, deu os primeiros passos com sua própria música. Em Piraju, terra natal de seu pai, Daniel mergulhou nas corredeiras, no mato e, sobretudo, na arte. Plantou grandes amigos e, junto com eles, idealizou um movimento chamado MACUPIRA – Manifesto Cultural de Piraju. A partir de 1999, Viana fez emocionantes apresentações em praças públicas e o MACUPIRA mudou o dia a dia das pessoas da região porque ía além de um movimento de produção e fomentação à arte local. Nascia, na verdade, uma filosofia de coletividade que Daniel procura praticar até hoje com seus amigos e colegas de arte, seja no interior ou na capital. Nesse mesmo período, Daniel Viana coordenou, em São Paulo, um projeto que havia idealizado antes mesmo do MACUPIRA. Tratava-se de uma mostra de compositores e bandas universitárias com a intenção de promover a integração e a “interdiciplinariedade” entre os cursos de graduação através da música e da arte. As edições da mostra ocorreram entre 1999 e 2000 para cerca de 22 mil estudantes, onde Viana se apresentou diversas vezes. E foi assim que tudo começou. http://www.myspace.com/vianadanielviana

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Richard Serraria

Richard Serraria vem de Porto Alegre e lança o disco Vila Brasil num show com canções marcantes na trajetória da banda Bataclã FC, grupo cultural que mistura rock e influências africanas do sul da América, rap com gaita gauchesca, crônica e canção. Uma vila com o nome de um país, música e mestiçagem, poesia e mensagem, um encontro da MPP (Música Popular do Pampa) com a MPB. Vila Brasil é o primeiro cd do cantor e compositor gaúcho Richard Serraria, após 12 anos de trabalho com o grupo Bataclã FC, com o qual continua atuando, lançou dois discos (em 2002 e 2006) e recebeu quatro Prêmios Açorianos, sendo dois de Melhor Compositor e dois de Melhor Grupo. A original poesia de Richard Serraria ganha vida com violões que choram, guitarras que gritam, gaita, viola de 10, tamborim, cavaco, maracanã, repinique, bumbo legüero (tambor do pampa), alfaias de maracatu, comparsa de candombe (atabaques uruguaios) e sopapo.



Vila Brasil foi recentemente apresentado em várias cidades do Rio Grande do Sul, ainda em Montevidéo e Buenos Aires nos últimos meses, participou da Série Cancionistas 2009 em Porto Alegre, que teve ainda na programação shows de Arnaldo Antunes, Lenine, Daniel Drexler, Kassin, etc. Richard Serraria mostra sua peculiar mistura de poesia urbana com a pesquisa sobre referenciais do Pampa, essa região que compreende Rio Grande do Sul, Uruguai e Argentina, em diálogo com a brasilidade. Assim, aparecem canções feitas a partir do chamamé (ritmo argentino da província de Corrientes), candombe (ritmo afro uruguaio), maçambique (ritmo afro brasileiro do litoral norte do RS), afoxé (com a presença do sopapo, tambor genuíno afro gaúcho), samba canção (com gaita gaúcha), bossa nova com milonga, etc.



As letras brincam com aquilo que Serraria chama de Cartografia do Social e do Poético à medida que são um passeio por lugares, lendas e personagens conhecidos no sul da América Latina. Essa cor local também estabelece diálogos com a universalidade à medida que o cancionista, ao priorizar a poesia na construção da canção, enfoca o elemento humano de forma peculiar e original.
Conheça mais sobre o artista http://www.myspace.com/richardserraria

NÔ STOPA EM PRÉ LANÇAMENTO DE SEU NOVO CD NO TONS DO BRASIL



Nô Stopa cresceu ouvindo o piano clássico da mãe e o violão popular do pai.
Cantora e compositora paulistana, iniciou sua carreira artística nos palcos da dança e do circo, em 1993, aos 15 anos de idade e se apaixonou pela arte circense. Compôs sua primeira canção “Leve”, lavando louça, como ela mesmo diz.
Fez sua estréia na música em 1998, ao lado de Renato Teixeira, Zé Geraldo e Chico Teixeira no álbum ao vivo “O novo amanhece” (Kuarup), onde teve a oportunidade de interpretar duas músicas próprias.

Lançou seu primeiro CD “Camomila e Distorção” em 2004, e tem se apresentado no circuito de bares e teatros da noite paulistana, Sesc’s e além de alguns estados do país como DF, ES e MG.



Lançou recentemente o “Novo Prático Coração”, seu segundo CD, se você se interessou, acesse www.myspace.com/nostopa e ouça canções do mais recente trabalho de Nô Stopa.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

SAPIRANGA MENESTREL DAS MATAS

SAPIRANGA MENESTREL DAS MATAS





O cantor e compositor Sapiranga, com seu trabalho autoral, propõe o conceito de Música da Zona da Mata - MZM e vem cativando o público por onde passa. Seu projeto, Sapiranga ConVida, que acontece em Salvador, já se estabeleceu como referência de bom gosto e ponto de encontro de artistas já consagrados e outros estreantes, além de promover a poesia, numa iniciativa louvável de unir música e literatura.
Nas edições anteriores do projeto, passaram pelo palco desse menestrel da Zona da Mata nomes de grande expressividade em cantorias e versos como Roberto Mendes, Mário Ulloa, Alexandre Leão, Jackson Costa, Fábio Paes, Ton Ton Flores, Lita Passos, José Inácio Vieira de Melo, Damário da Cruz e outros.
Inaugurando a temporada no Hotel Cocoon - Praia de Jaguaribe, que oferece mais um espaço para apreciação de boa música e poesia próximo à brisa do mar de Salvador, Sapiranga ConVida traz Xangai, Tífany Espíndola, João de Moraes Filho e Juraci Tavares.No repertório, além de pérolas da MPB de autoridades como Raimundo Fagner, Xangai e Ednardo, canções como Ilha da Saudade, Pássaro Noturno, Segredos do Tempo, Serenata Distante e Do Amor e Outras Alucinações, do CD Pássaro Noturno, que marca seu lançamento no cenário Nacional.

Sapiranga ConVida

Xangai, Tifany Espíndola, João de Moraes Filho e Juraci Tavares

Sapiranga ConVida é Consciência Universal

O Projeto Sapiranga ConVida retorna aos palcos de Salvador.
O cantor e compositor Sapiranga, criador do conceito de Música da Zona da Mata - MZM, oferece ao público baiano um encontro entre um artista de expressão nacional e um músico emergente, privilegiando ainda manifestações literárias de poetas, repentistas, contistas e cordelistas.
Nesta edição Sapiranga convida o cantador Xangai, a jovem e talentosa cantora paulista Tifany Espíndola e os poetas baianos João de Moraes Filho e Juraci Tavares para uma noite de música e poesia pela consciência universal.

SERVIÇO: Sapiranga ConVida
ONDE: Hotel Cocoon - Praia de Jaguaribe - Bahia - S.A.
QUANDO: Sexta, 20 de Novembro, 20H
QUANTO: R$ 10,00
INFORMAÇÕES E RESERVAS: 71 3368-8100