terça-feira, 25 de setembro de 2007

Shirley Espíndola e Vanú Rodrigues realizam show no Villággio Café em São Paulo


Villággio Café Apresenta

30 DE SETEMBRO às 20h

O SHOW

SOM CONQUISTADOR: A música de Eduardo Gudin

As cantoras Shirley Espíndola e Vanu Rodrigues sobem ao palco para homenagear os 40 anos de carreira do grande compositor, maestro e produtor paulista Eduardo Gudin. Vanu e Shirley interpretam canções consagradas e músicas menos familiares ao grande público com o objetivo de mostrar a pluralidade da obra de Gudin, combinando músicas do início de sua carreira com sucessos inesquecíveis e mais recentes. Algumas destas canções farão parte do próximo CD da cantora Shirley Espíndola em fase de pré-produção, incluindo inéditas.

No repertório do show, integram as canções como Olha quem chega (E. Gudin/ P. C. Pinheiro) do CD Mãos Vazias – 1975, Obrigado (Eduardo Gudin) do CD Notícias dum Brasil - 1995, Mordaça (Eduardo Gudin/ Paulo C. Pinheiro) do CD o Importante é que nossa emoção sobreviva - 1974, sucessos como E lá se vão meus anéis (E. Gudin/ P. C. Pinheiro) do CD Eduardo Gudin – 1973 e a nova “O Amor e Eu” (Eduardo Gudin) do CD – Eduardo Gudin e Notícias Dum Brasil : Um jeito de fazer samba – relançado em 2006, em sua nova formação.

As cantoras serão acompanhadas pelos músicos Lula Gama (violão) e por Maurício Madder (percussão) e integram o projeto Domingo Doisll.

O show acontece no dia 30 de setembro (domingo) às 20h no Villággio Café – Pça Dom Orione, 298 – Bixiga – informações 11 3251-3730. Produção: Vanu Rodrigues. Realização: Doisll Produções – Lúcia Rodrigues

Serviço

Shirley Espíndola e Vanu Rodrigues – Som Conquistador: A música de Eduardo Gudin.

Dia 30 de setembro (domingo), 20h

Villággio Café

Pça Dom Orione, 298 – Bixiga – informações 11 3251-3730.

Ingressos R$ 10,00; censura livre; lotação 100 lugares.

Contato - e-mail: rm-producoes@terra.com.br

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Shirley Espíndola entrevista Alzira Espindola

Alzira Espíndola se apresenta no Sesc Pinheiros, em São Paulo, nos dias 22 e 23 de setembro. Ao lado de Zélia Duncan e Ná Ozzeti, ela pretende cantar as músicas de seu novo disco "Alzira E", nome com o qual também passou a assinar suas obras.
O álbum foi lançado pelo selo Duncan Discos, com distribuição da Tratore. Ele remete aos parceiros de Alzira, como Itamar Assumpção, Alice Ruiz e recentemente o poeta arrudA, que estréia como compositor neste CD.
Compõem o set list da apresentação as novas canções "Ouvindo Lou Reed", "Vai Quê", "Rasgo Fácil", "Diz" e '"Tecnocólera". Ela promete ainda mostrar outras parcerias, como "Transpiração", com Itamar Assumpção, gravada por Ney Matogrosso e Pedro Luís e A Parede em "Vagabundo".
Ná Ozzeti é a convidada do dia 22, enquanto Zélia Duncan se apresenta com Espíndola no dia 23. Acompanham a compositora os músicos Luiz Waack (violões e guitarra portuguesa), Adriano Magoo (sanfona e teclados), Pedro Marcondes (baixo) e Sandro Moreno (bateria).


Alzira Espíndola e Convidados
Quando: sábado, às 21h, e domingo, às 18h (em setembro) Onde: Teatro Paulo Autran, no Sesc Pinheiros (r. Paes Leme, 195, Pinheiros, zona oeste, tel.:0800-118220) Quanto: R$ 7,50 a R$ 15.

"Spot Light" por Beto Feitosa - Maria Rita




Olá, Shirley, boa tarde ouvintes do Tons do Brasil!

Olha só como eu sou de palavra. Semana passada prometi que ia trazer Maria Rita, e cá estou com o Samba meu nas mãos.

Esse terceiro disco não segue a fórmula dos anteriores. Ela se juntou ao compositor Leandro Sapucahy e mergulhou totalmente no mundo do samba. E a menina paulista, criada em Nova Youk, se saiu bem. O disco tem uma produção super caprichada e vale a pena conhecer.

As rádios já estão tocando Tá combinado. Então como aqui a gente não é de seguir moda, vamos trazer outra delícia do disco. Corpitcho de Ronaldo Barcelos e Picolé.
Foi Maria Rita caindo no samba com muita graça em Corpitcho. Essa você só escuta aqui!

Vou ficando por aqui, esperando a visita de vocês em
www.ziriguidum.com. A novidade dessa semana por lá é que tem uns trechos do DVD do Chico Buarque. Imperdível!

Um grande abraço e até semana que vem. Tchau!

Boletim "Aumenta o volume que lá vem história" pelo porf. Martinho Condini



49º - BOLETIM – 15/SET/07 - Boa Tarde Shirley e Caros ouvintes!

Quem não se lembra de Carlos Lacerda, político carioca da Guanabara conhecido também como “metralhadora giratória” opositor ferrenho de Getúlio Vargas e João Goulart, uma das figuras mais marcantes da nossa república. Os mais jovens terão a oportunidade de conhecer um pouco desse personagem da política brasileira através do livro LACERDA NA GUANABARA: A RECONSTRUÇÃO DO RIO DE JANEIRO NOS ANOS 1960, de MAURÍCIO DOMINGUES PERES, EDITORA ODISSÉIA. O autor mostra neste livro as conseqüências para o estado da Guanabara, com a transferência da capital federal para Brasília em 1960. Uma grave crise provocada pela precariedade das finanças públicas e as carências de políticas voltadas para o bem-estar da população são marcantes no decorrer da leitura. Outro aspecto importante desenvolvido pelo autor é a desmistificação de que na década de 60 o estado da Guanabara viveu seus anos dourados. O autor mostra a ação de Carlos Lacerda para reestruturar a política tributária e econômica para o Estado. Além de práticas audaciosas para colocar em funcionamento obras de infra-estrutura para resolver graves problemas sociais. Apesar do autor se preocupar principalmente com os aspectos administrativos, o fantasma de Lacerda perpassa por toda a obra o que provoca um certo incomodo para os cariocas. Já que faz um bom tempo que o Rio de Janeiro não tem um líder político à altura do Rio de Janeiro.


Aumenta o Volume que Lá Vem História!
Apoio cultural da Livraria Casa de Livros-Você vai querer mudar pra cá!
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A Leitura faz a diferença, leiam!
Eu sou o Prof. Martinho Condini. Para o Tons do Brasil.

Boletim "O Toque" por Marcelo Abud

Ouça Marcelo Abud, clique aqui

A trajetória profissional do mineiro da cidade de Rodeiro Zé Geraldo tem início na década de sessenta, quando o garoto de 18 anos chega a São Paulo trazendo na bagagem seus sonhos. O primeiro deles, de ser jogador de futebol, é interrompido aos 20 anos, quando sofre um acidente de carro. A esta altura, para sobreviver na cidade grande, Zé trabalha, estuda e já toca na noite. Depois de 8 anos passando por bailes, o cantor e compositor vai em busca dos festivais de música. Os prêmios não demoram a vir e com eles a oportunidade de gravar o primeiro disco. "Terceiro Mundo", título escolhido para o trabalho, sai em 1979. Nesses quase 30 anos de carreira, Zé Geraldo gravou mais de uma dezena de trabalhos. Atualmente, utiliza seus conhecimentos adquiridos no curso de Administração, para gerir de seu escritório na Vila Madalena, bairro paulistano conhecido pela agitação cultural, seu novo CD de músicas inéditas (Catadô de Bromélias), com lançamento previsto para breve. Na entrevista para O Toque, Zé fala desse novo trabalho e também de seu caminho até aqui. Explica também como é possível se manter em alta mesmo ao estar distante da grande mídia.
Marcelo Abud
11 - 34835807 / 92388825

sábado, 15 de setembro de 2007

Os destques do Tons foram Luis Melodia com participação de Luciana Mello e Sergio e Marivone - Baixo e Voz

Luiz Melodia grava DVD em homenagem a sua história de vida.
Confira o DVD "Ao Vivo Convida"

Luiz Melodia grava seu primeiro DVD e convida a cantora Luciana Mello para uma participação especial com a canção "Quizumba".



O segundo destaque foi "Patawi" de Sérgio Pereira e Carlinhos Veiga do CD Cores

Agora é a vez do casal Sérgio e Marivone, com o trabalho baixo e voz. Confira em seu site, inúmeros métodos didáticos de música composto por apostilas e books para contra baixo e voz escritos por êles, e todos os CDs , vídeos e Mp3 que compõem a carreira como compositores, intérpretes e instrumentistas.

A canção Patawi também gravada por Shirley Espíndola no CD Caminho das Águas foi interpretada pela cantora no Gospel Music Café in Festival - edição intérpretes, que por sua vez se classificou para a grande final entre os quatorze finalistas.
Ao escolher interpretar essa canção, Shirley afirma que é uma maneira de divulgar mais a nossa cultura e música brasileira no segmento de música cristã, principalmente em se tratando dos índios Sateré Mawés que vivem do cultivo do guaraná na Amazônia e fazem parte das nossas raízes étnicas e culturais.
Adepta à causas humanitárias e simpatizante da ONG Atini - "Voz pela Vida", Shirley contribui para a valorização do trabalho realizado pelo casal Marcia e Edson Suzuki em prol dos índios levando ajuda social, médica, alimentar e espiritual; além de amor, solodadriedade, generosidade e compaixão por aquele povo tão necessitado.
Você é convidado para a grande final que acontecerá no dia 12 de outubro às 14h no espaço Bereana, na Rua Joaquim Távora n°1403 na V. Mariana em São Paulo. Telefones 11 3773-9040 / 11 3773-7244 Saiba mais....

domingo, 9 de setembro de 2007

Confira o lançamento do livro Voz e Canto - Fisiologia e Arquitetura no dia 04 de setembro no auditório Elis Regina em Jundiaí

Shirley e Susuana Ferrari da Escola de Música Fermata

Workshop do Livro Voz e Canto com Pocket Show no Espaço Cultural Casa do Lago - Unicamp



O primeiro workshop a ser realizado após o lançamento de "Voz e Canto", será no dia 12 de setembro às 12h no Espaço Cultural Casa do Lago Unicamp.Endereço: Rua Érico Veríssimo, s/n - Cidade Universitária Zeferino Vaz - Unicamp - Barão Geraldo - Campinas - SP - Brasil - Fone: (19) 3521-7017

O livro "Voz e Canto" - Fisiologia e Arquitetura pode ser adquirido pela internet através do site ecommerce

sábado, 8 de setembro de 2007

Lô Borges e Carlinhos Veiga são os destaques do Tons do Brasil

Lô Borges - Bicho de Plástico - Lô Borges - Álbum Bhanda




Confira uma entrevista super interessante em que Lô fala de seu recente CD




Carlinhos Veiga - Seripequi - Carlinhos Veiga - Álbúm Seripequi




Carlinhos Veiga é um dos compositores da música Patawi que integra o CD Caminho das Águas de Shirley Espíndola

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Shirley Espíndola entrevista Célia Mariano sobre a peça "Buar...Que Mulheres"

Célia Mariano foi a convidada especial desta semana na entrevista com Shirley Espíndola

Ouça a entrevista, clique aqui

“BUAR...QUE MULHERES!”
20 ANOS DE SUCESSO

A montagem musical “Buar...Que Mulheres!” nasceu ainda nos anos 80 depois de uma pesquisa sobre Chico Buarque de Hollanda e as mulheres que ele criara em suas peças e canções. Elas estão colocadas neste trabalho em ordem cronológica e através do canto, dança e textos (do próprio Chico, de Raquel Jardim e de Luiz Francisco Bárbaro) procuram registrar os questionamentos, as transformações e a evolução de uma geração que testemunhou a verdadeira revolução de costumes e valores sociais.
Os temas musicais marcam a época de grandes parcerias deste compositor inigualável. Beatriz, Carolina, Bárbara, Terezinha, Joana, Lili, Geni são mulheres que a obra de Chico Buarque transformou em atemporais e que Idovar Stahl Filho, sublimou com sua criatividade.
Muito do espetáculo deve-se ao desempenho e carisma de Célia Mariano que empresta todo o glamour e talento para as personagens. Quem assiste ao espetáculo percebe a paixão que a move a representar, sem artifícios, dogmas ou técnicas, mas tentando alcançar a perfeição. Representar para ela é recriar sentimentos, representar é acariciar a vida, sem preconceitos e com muito, mas muito amor.
Nestes 20 anos de sucesso muitos artistas da cidade emprestaram seu potencial para as apresentações do espetáculo. Inúmeros diretores, cenógrafos, figurinistas, diretores, sonoplastas, iluminadores, produtores, coreógrafos deram sua parcela de trabalho para as apresentações realizadas em teatros, clubes, shoppings e restaurantes.
Vale ressaltar também os muitos prêmios conquistados em todas as categorias nos Festivais de Teatro realizados na região. Mas não pense que a atriz se vangloria. Em todas as cerimônias de premiação ela agradece e fala: “O artista na realidade é o espelho que reproduz o brilho de uma porção de pessoas que participam do espetáculo”.

O Diretor
Idovar Stahl Filho nasceu em Indaiatuba aos 13 de janeiro de 1952, vindo ainda muito pequeno para Salto e nos deixando em 7 de agosto de 1987. Idovar exerceu um sem número de atividades artísticas diversificadas, tendo sido, sem dúvida, um exponencial elemento que movimentou por muitos anos o mundo das artes em Salto e em várias outras cidades, onde era requisitado com freqüência, dadas suas raras qualidades e disposição inigualáveis. Na área da dança fez cursos com os professores: Ismael Guiser, Addy Addor, Júlio Vilan, Yoole Bitencourt, Maria Helena Mazzeti, e Ei-lo na Academia de Eliana Fiorno, na Academia de Ballet de Lina Penteado e seu Corpo de Baile, no Grupo Isadora Duncan, na cadeira de dança da PUCC, no Ballet Stagium, no Ballet Vila Lobos, no Ballet Lyons Independência, no Ballet Clássico de São Paulo, no Ballet Linhares, no Márcia Lago Ballet e no The Câmara Ballet. Idovar Stahl Filho foi um cidadão que primou pelo esmerado gosto ao lado mais belo da vida.

Números do espetáculo
Mais de 6.000 pessoas já assistiram ao espetáculo, sempre apresentado voluntariamente.
Durante esses 20 anos, o espetáculo contou com 5 sonoplastas, 6 figurinistas, 9 cenógrafos, 13 contra-regras, 14 operadores de som, 5 maquiadores, 28 divulgadores e equipe de apoio.
7 figurinos foram criados e executados por 8 profissionais e continuam os originais, sofrendo apenas restaurações.
Ao longo da história da peça, 4 cartazes, bem como folders e programas foram criados para a divulgação, por 5 profissionais de propaganda e maketing.
Nos três festivais em que participou (Itu, Sumaré e Campinas) o espetáculo recebeu as seguintes premiações: 2 prêmios de melhor atriz, melhor espetáculo júri técnico e popular, 2 prêmios para a trilha sonora, além de prêmios para melhor figurino, coreografia, cenário e maquiagem. E as indicações: atriz, melhor espetáculo júri técnico, direção, trilha sonora, cenário, maquiagem, sonoplastia, iluminação, coreografia e texto adaptado.


20 anos de Ficha Técnica – Grupo Um + Uns
Um – Idovar Stahl Filho
Uns – Muitas e muitas pessoas que têm emprestado brilho e talento para que este trabalho cumpra seu destino e caminhos.
Idéia Original: Chico Salvador
Envolvidos na Direção: Sandro Bergamo e Ivonete Maganini.
Envolvidos na Produção: Picoco Bárbaro, Théo Conceição, Antonio Carlos Valini, Matheus Damato Júnior, Thonny Piassa.
Envolvidos na Trilha Sonora: Odair Magalhães, Donatto e Victor (CD), Argemiro Siqueira Filho e Geraldo Quartarolli.
Envolvidos na Produção de Figurinos: Dirce Lopes (costureira), Verônica, Nidia C. Pereira, Vanuil da R. Pereira, Maria José Pelliciari e Mira Pereira.
Envolvidos na Produção de Cenários: Oswaldo A. Barros, Sandra Atique, Fernando Baragão, Antônio Tossini Filho, Tonino Chiavegatti, Romão de Souza, João Borin, Gisela T. Pia, Ângelo (Angelim).
Envolvidos na contra-regragem: Donizete, Pille R. Lado, Olga Abdo, Raquel de Souza, Kátia Cilene Cruz, Vande Rovani, Cássio Mosca, Lucas, Luiz Antonio Bazziche e Marga Ravidutti.
Envolvidos na Operação de Som: José Roberto Orlandini, Anderson L. Generoso (Didão), Lays e Fantasy Produções Artísticas.
Envolvidos na Operação de Luz: José Roberto Orlandini (1987) e Fantasy Produções Artísticas.
Envolvidos na Produção de Hair e Maquiagem: Tonino Chiavegatti, Fernando Baragão e Marcelo Prantetter.

"Spot Light" por Beto Feitosa - Vânia Bastos



Boa tarde Shirley, boa tarde ouvintes do Tons do Brasil,

Essa semana chegou aqui um DVD e um CD ao vivo da Vânia Bastos. Ea faz um apanhado de 25 anos de carreira em um show super elegante. É bem plural, como tudo que ela fez. Engloba de Itamar Assumpção até Lulu Santos. E tudo faz sentido dentro do universo de Vânia, ela tem uma capacidade de adaptar as músicas para ela que é bem bacana.

Bem, a música que eu selecionei pra mostrar aqui tem um lado pessoal. Lá por volta de 1992 eu assisti pela primeira vez um show da Vânia Bastos. Foi aqui no Rio, em um lugar que nem existe mais, o Jazzmania. Mas o que eu quero contar é que nesse dia eu fiquei impressionado com uma versão que ela fazia para a música Tocar na banda, do Adoniran Barbosa.

Passados todos esses anos, está aqui a música fechando o disco. E batizando também. Vou dividir com vocês então.


Foi Tocar na banda, de Adoniran Barbosa, com Vânia Bastos. O CD e o DVD já estão nas lojas, foram lançados pela Dabliu.

Então por hoje fico por aqui. Espero a visita de vocês em
www.ziriguidum.comm


Um grande abraço e até semana que vem!

Boletim "Aumenta o volume que lá vem História" com o prof. Martinho Condini



47º - BOLETIM - Boa Tarde Shirley e Caros ouvintes!

Quando os europeus chegaram na América tivemos um encontro das diferentes culturas: européia e indígena. Esse encontro abriu as portas para o cristianismo iniciar um processo de conversão dos gentios à fé cristã e aos valores culturais europeus, principalmente espanhol e português. Lembrando que essa conversão não se deu de maneira pacífica, pelo contrário, milhares de indígenas foram mortos em nome de um “Deus europeizado”. Desde as missões comandadas pela Companhia de Jesus no século XVI e hoje através das igrejas protestantes, produziram uma vasta documentação que reflete o confronto entre religião e cultura. O livro DEUS NA ALDEIA, organizado pela antropóloga PAULA MONTEIRO, EDITORA GLOBO, é composto de 11 textos sobre essas práticas, tendo como eixo principal a antropologia, a história e a documentação produzida pelos missionários, que ao longo dos anos se tornou umas das principais fontes para os estudos etnográficos das aldeias indígenas. O livro pode ser dividido em três partes: revisão crítica da história da antropologia, documentação produzida pelos missionários entre os séculos XVI ao XIX e textos de análise do trabalho realizado pela Igreja Assembléia de Deus a partir de 1970. Mesmo com novas roupagens e significados, as missões católicas ou protestantes continuam sendo entidades ativas na sociedade brasileira e geradoras de polêmicas discussões em relação as suas práticas.


Aumenta o Volume que Lá Vem História!
Apoio cultural da Livraria Casa de Livros-Você vai querer mudar pra cá!
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