sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Isabel Padovani é a convidada do Tons do Brasil de sábado dia 16 de agosto

O Tons do Brasil de sábado dia 16 de agosto receberá a cantora Isabel Padovani ao vivo nos estúdios da rádio Difusora em entrevista com Shirley Espíndola.


Crônicas de Amor é o novo show que a cantora Izabel Padovani apresenta ao lado dos músicos Ronaldo Saggiorato no baixo e Ricardo Matsuda no violão e viola.

                                                                                                               
                                                                                  O Tons do Brasil vai ao ar das 11h às 12h ao vivo
                                                                                                             
                                                                                   www.tonsdobrasil.blogspot.com.br


sábado, 9 de agosto de 2014

Shirley Espíndola recebe Gu Siqueira da banda Gu&Siqueira Offbeat.

Gu Siqueira um dos integrantes da banda Gu Siqueira & Offbeat foi o destaque do Tons do Brasil convidado por Shirley Espíndola


No repertório, músicas próprias de Gu Siqueira, que mixam eletrônica, pop e ijexá, além de uma versão pra ‘Fricote’, dos baianos Luiz Caldas e Paulinho Camafeu

Gu Siqueira
Imagine uma banda de São Paulo, em 2014, que, além de música eletrônica e rock, também toca ijexá, ritmo celebrado pelo Afoxé Filhos de Gandhi, samba-reggae e axé-music! É essa a proposta de Gu Siqueira & Offbeat, banda que tem ele próprio (voz, violão e guitarra) e é integrada por Thiago Liguori (guitarra, eletrônicos e voz), Gui Sanita (bateria), Fernando Sagawa (sax, flauta, eletrônicos e voz) e Alex Huszar (baixo e voz). Estão juntos desde 2012 e lançam o primeiro EP (Extended Play), que pode ser baixado gratuitamente (www.gusiqueira.com.br). 


Entrevista

Uma das letras dá a dica: “Eu não vim de lá/ do Rio nem da Bahia/ conheço bem a primeira estação do metrô/ Jamelão só vi na televisão/ Menina do farol aqui vende drops/ Pai xangô gosta de chiclets/ Menino aprende a tocar tambor na escola/ Samba, rock, reggae, beat, nagô”.
Gu Siqueira: “Nossa banda tem as características da cidade, urbana, multi-facetada, plural. Apesar de não termos vivido o universo da música negra, da forma mais intensa presente na Bahia e Rio de Janeiro, por exemplo, também nos apropriamos do balanço, do groove dela. Nossas influências são muitas: desde Letierres Leite, Fela Kuti e King Tubby, até Luiz Caldas e Daniela Mercury, construindo algo que conversa com a obra de Itamar Assumpção, Tom Zé e Curumin”.




As canções deste disco foram surgindo e sendo gravadas em estúdios diferentes, o que amplia o conceito de uma sonoridade múltipla. Entre os estúdios, o Ambulante Discos, o Síncopa, Estúdio Mario Porto e Vitrola Digital. A mixagem também foi feita por diferentes técnicos, entre eles, Nelson Pintón, Mário Porto e Thiago Liguori, que também assina a produção musical do EP.
As letras, na maioria escritas por Gu, têm várias influências.  A vida passa como o ferro de passar flerta com poesia concreta e haicai. O que você quer escutar, traz o ritmo ‘malemolente’ do afoxé e trata de questões do cotidiano de forma lírica. Homem hora e Meu carro e eu, com batidas mais rápidas, apresentam narrativas urbanas bem-humoradas. Nós, busca a força da música africana e mistura guitarra distorcida e carnaval.
Em 2013, a música O que você quer escutar ganhou videoclipe produzido pela Cliparia e recebeu o prêmio de Melhor Videoclipe no Festival de Audiovisual de Belém (Pará).
Uma curiosidade: o nome da banda surgiu quando um amigo, assistindo a um ensaio do grupo, durante uma improvisação, comentou: ‘que galera offbeat, hein!’.  Offbeat, na gíria musical, significa uma batida pouco comum, ao mesmo tempo em que faz referência ao uso de instrumentos eletrônicos. Nada mais apropriado.


Shirley Espíndola e Gu Siqueira

Gu Siqueira começou a tocar violão e cantar na infância, por influência da família. Nasceu em Perdões (Minas Gerais) mas mudou-se ainda criança para o interior de São Paulo. Morou em São Carlos, onde formou-se pela USP em engenharia mecânica. Ainda no período da universidade montou a primeira banda. Participou de diversos festivais universitários de música e é um dos idealizadores do Bloco do Lulu (em Perdões), que faz um resgate do carnaval de rua. Resolvido a investir na carreira musical, mudou-se para Campinas em 2010, para estudar Canto Popular, na Unicamp. Conheceu os outros integrantes da Offbeat na faculdade.






sábado, 26 de julho de 2014

Shirley Espíndola recebe Patrícia Bastos no Tons do Brasil.

Dante Ozzetti e Patricia Bastos em dose dupla na grande noite
da nomeação do Prêmio da Música Brasileira 2014. 

Melhor Cantora e Melhor Disco 'Zulusa', na categoria regional do Prêmio da Música Brasileira 2014, Patrícia Bastos faz turnê para divulgar esse trabalho


Zuluza - Patricia Bastos 
Dante Ozetti e Patrícia Bastos
 Álbum faz ponte musical entre o Amapá e São Paulo e tem produção de Dante Ozzetti e Du Moreira, músicas de Luiz Tatit, Vitor Ramil, Guinga e outros, e participação do Trio Manari


O CD Zulusa, da cantora amapaense Patrícia Bastos, num curto espaço de tempo venceu o Prêmio da Música Brasileira, categoria regional, Melhor Cantora e Melhor Disco, e foi escolhido entre 100 selecionados  como o Melhor Disco de Música Brasileira pelo prestigiado site Embrulhador. As características singulares do álbum o credenciam para tanto. É música brasileira que desbrava caminhos.
Gravado entre Belém e São Paulo, Zulusa mistura em suas 14 faixas ritmos do Norte do Brasil, como marabaixo, zoulk e guitarrada, habilmente tocados pelo grupo de percussão paraense Trio Manari. Em S. Paulo, algumas dessas gravações foram processadas em computador e adquiriu novos timbres, o que dá ao trabalho um caráter contemporâneo, que extrapola limites geográficos. O título Zulusa funde a palavra zulus, referência ao povo da nação africana, aos lusitanos, nossos patrícios, e ainda aos índios, a origem ancestral do povo amapaense, inclusive o da cantora.

Nos estúdios da Difusora Pan Sat durante a entrevista

 A parte paulista desse encontro ficou nas hábeis mãos do compositor e instrumentista Dante Ozzetti e do baixista Du Moreira, produtores do álbum. Dante é figura reconhecida no meio musical brasileiro como músico,  arranjador e produtor de vários discos, principalmente os da cantora Ná Ozzetti. Moreira, que também é integrante do Bojo, grupo de características eletrônicas, tem carreira ligada a um pessoal da vanguarda de São Paulo.
Zulusa é o quinto disco de Patrícia, reúne artistas regionais importantes: o poeta e letrista Joãozinho Gomes, o compositor Ronaldo Silva, de intensa atividade na preservação da cultura nortista, o mestre Manoel Cordeiro e seu filho Felipe Cordeiro, e nomes conhecidos nacionalmente como Luiz Tatit, do grupo Rumo (autor do cacicó Causou, em parceria com Dante); os cariocas Guinga e Paulo César Pinheiro (com Ribeirinho, composta nos anos 1980 mas nunca gravada e agora interpretada com a riqueza do piano de Heloísa Fernandes); o gaúcho Vitor Ramil (junto com Ricardo Corona no fado Miss Tempestade). A produção do disco durou um ano e algumas músicas foram feitas especialmente para o projeto como, por exemplo, u amasso e u dubradú de Dante e Joãozinho Gomes.



Dante Ozzetti, Shirley Espíndola e Patrícia Bastos


Nascida em Macapá, ao norte do Brasil, Patrícia Bastos herdou da mãe a paixão pela música. A vocação musical foi descoberta ainda criança, quando ganhou diversos festivais locais. Fez parte do coral Vozes do Amapá e, aos 17 anos, já profissional, atuou ao lado de nomes conhecidos da cena amapaense como Zé Miguel, Osmar Jr. e Vanildo Leal. Tem mais quatro álbuns lançados Pólvora e Fogo (2002), In Concert (2004), Sobre tudo (2007) e Eu sou cabocla (2009).
Patrícia destaca-se por sua afinação e timbre delicado. Já se apresentou ao lado de Lô Borges, Boca Livre, Leci Brandão, Vitor Ramil, Nilson Chaves e outros. Em 2010, através do SESC, percorreu a Amazônia Legal com o show Timbres e Temperos com o músico e compositor Enrico Di Miceli e o poeta Joãozinho Gomes, sob direção de Dante Ozzetti. Seu disco Eu Sou Caboca (2009) foi selecionado, em 2011, para apresentação no projeto Rumos Itaú Cultural, em S. Paulo e ganhou registro em DVD.





Patrícia Bastos

Dante Ozzetti, Shirley Espíndola e Patrícia Bastos 



sábado, 19 de julho de 2014

Shirley Espíndola recebe Cláudia de Queiroz da Cia Canto Vivo no Tons do Brasil

Música de muitas vozes da Cia CantoVivo no Tons do Brasil.






Desde sua fundação vem participando de diversos encontros de corais na cidade de Jundiaí e em outros municípios do Estado. Também já realizou várias apresentações com orquestras da cidade (Orquestra de Câmara de Jundiaí e Orquestra Oficina de Concerto). 

A Cia. Canto Vivo teve como preparadores corporais Fábio Hissao Ikuhara, Maria Carolina Scartezini e Felipe Maneta, e como regentes assistentes, Sandra Cintra Gebram (1996 – 2000), Silvia Carla Garcia (2001-2007) e Andresa Sayuri Kinjo. (desde 2009) 

O coral conta atualmente com 27 componentes (10 sopranos, 8 contraltos, 3 tenores e 6 baixos). Os ensaios acontecem aos sábados, das 15hs as 18h30, na cidade de Jundiaí.


A Cia. venceu o Mapa Cultural Paulista (Região Campinas) nas edições 2009 e 2013.



Cláudia de Queiróz, Shirley Espíndola e Tadeu Mantovani


CORAIS COM VAGAS ABERTAS!
Regente: Cláudia de Queiroz
Mais informações: (11) 46011836 / 998297291   

CIA CANTO VIVO
Fundada em 1986
Ensaios: sábados, das 15:00 às 18:30
Inscrições: até dia 20 de julho








CORAL DIVINO EM CANTO
Fundado em 1998
Ensaios: 5as. feiras, das 19:00 às 21:00
Inscrições: até dia 30 de julho

CORAL MUNICIPAL DE JUNDIAÍ
Fundado em 2011
Ensaios: 2as. e 4as.feiras, das 19:00 às 21:00
Inscrições: até dia 21 de julho

CORAL AZUL E BRANCO – CLUBE JUNDIAIENSE (APENAS PARA SÓCIOS DO CLUBE)
Fundado em 2012
Ensaios: 3as.,das 19:15 às 21:15
Local: Clube Jundiaiense – Sede de Campo (Jundiaí)
Inscrições: até dia 22 de julho
http://www.clubejundiaiense.com.br/



Cláudia de Queiróz e Tadeu Mantovani

terça-feira, 15 de julho de 2014

Shirley Espíndola recebe banda Nícidos no Tons do Brasil

Tons do Brasil, Shirley Espíndola recebe a banda Nícidos em comemoração ao Dia Mundial do Rock and Roll.




Banda formada em 2008, por Fernando Lavinhati, Rafael Henrique, Vinícius Finatto e Felipe Rischioto.

As principais influências, partem dos generos Hard Rock e Metal. As composições da Nícidos, tratam de assuntos rotineiros, pensamentos e expressões vivenciados pelos integrantes, ou até mesmo voltados a sociedade. Riffs marcantes, ritmos trabalhados e consistentes são características perceptíveis.
Os Shows são compostos de estilos variados, desde covers do Rock Nacional, até vertentes mais pesadas do metal, e músicas autorais.

A cada show, sobre o palco, a banda mostra o que de melhor sabe fazer, e transmite nitidamente a intensidade de realização de seus objetivos.


Felipe Rischioto, Shirley Espíndola e Fernando Lavinhati  

 Tudo começou em 2006, no colégio, quando Fernando e Vinícus tiveram a idéia de formar uma banda. Sem estrutura para constituir esta idéia, nada vingou a princípio. Depois de um tempo, o Vini acabou mudando de colégio, fato que contribui para adormecer a idéia.
          Em 2008, ainda no colégio, Fernando conheceu Rafael, que também gostava de rock e tinha a vontade de ter uma banda. Neste mesmo ano, surgiu a primeira formação. O nome escolhido para a banda foi Nícidos*, com Fernando na guitarra, Rafael na bateria, e dois amigos, que ocupavam o cargo de baixista e vocalista. Com esta formação, a banda ensaiou algumas músicas, e se apresentou em alguns bares e clubes da região, até meados de 2010, quando que por diferentes objetivos, esta formação veio a se desfazer.
          Para muitos, era o fim da trajetória da Nícidos... Exceto para Rafael e Fernando, que decidiram, que a história não acabava ali. Concordaram, em trazer a banda, o Vinícius, para ocupar o contra-baixo. Fizeram o convite e logo tiveram sua aceitação. Para assumir os vocais, fizeram alguns testes, e depois de dois meses de procura, encontraram em Felipe, a voz perfeita para assumir o cargo.


*O nome Nícidos, foi criado com a idéia de que quando se pense em Nícidos, você apenas se lembre da banda.






2013 marca-se o lançamento do 1º EP da Nícidos, entitulado "Meu Tempo", que é também o nome de uma das composições. O EP conta com cinco faixas. Produção realizada de forma independente, contando com o apoio do produtor Mark Monegatto.


sexta-feira, 11 de julho de 2014

Shirley Espíndola entrevista o sambista Teroca no Tons do Brasil



Teroca e Sembacoara no Tons do Brasil


Teroca canta ao vivo no programa
Teroca, Shirley Espíndola e Naldinho

Marcelo Longo Vidal , 54 anos, o Teroca – apelido herdado do futebol (nas categorias dente-de-leite e juvenil formou dupla de área com o também araraquarense Careca, ídolo do Guarani, São Paulo, Napoli e Seleção Brasileira) – nascido e criado em Araraquara, ouviu seu primeiro samba aos 8 anos de idade, num programa de  uma rádio A . M . da cidade (naquela época era comum tocar samba em rádio). Na adolescência, organizou um grupo de samba/bloco de carnaval com os amigos e, a partir daí, surgiram os rascunhos de suas primeiras composições.

Paralelamente, como estudante, ingressou e cursou Engenharia Civil e,  para custear os estudos, iniciou-se na carreira docente, lecionando Matemática até 2.010; na atualidade, divide seu tempo entre o samba  e a engenharia civil.


 Ouça a entrevista na íntegra     
                                                               
Na área do samba, fundou e se tornou o primeiro presidente do Clube do Samba de Araraquara, em 1.996. Nesse mesmo ano, inicia suas atividades como articulista na área de música popular brasileira do Jornal O Imparcial, versando sobre samba/chorinho na coluna “Referencial”(hoje milita no Jornal Tribuna Impressa, com a coluna quinzenal “O samba da minha terra”); inicia também suas atividades como produtor e apresentador de um programa de samba em rádios F.M. de Araraquara, atividade que mantém até hoje(atualmente na rádio Uniara).

Em 2.003, reuniu 11 sambas próprios e lançou, pelo selo independente paulistano Pôr-do-Som, seu primeiro CD solo, intitulado “Com todo respeito”, o qual traz, especificamente, um samba-homenagem -“Até um dia”- a um de seus grandes ídolos, João Nogueira, disco este que contou com a produção de Magno Souza e participações do Quinteto em Branco e Preto, do plangente violão de Luisinho 7 cordas e de belas vozes convidadas, como as de Maurílio(Quinteto), Luis Mel e Cahê Rolfsen.

Em Araraquara, comandou o grupo Apoteose em 11 anos de estrada, participando e produzindo projetos/shows de samba, nos quais foram acompanhados, entre outros, Monarco, Wilson Moreira, Delcio Carvalho, Nelson Sargento, Walter Alfaiate, Tia Surica, Zé Luiz do Império, Luís Grande e Dona Ináh.

Em 2.006 concluiu sua pós graduação em Planejamento e Marketing Turístico no Senac Águas de São Pedro, com o TCC “Samba – um turista acidental, um cidadão ocidental, um produto turístico global”, trabalho este que foi apresentado em congressos no exterior.
Em Junho de 2007, se tornou vencedor do Primeiro Festival de Samba do Estado de São Paulo, realizado no TUCA – São Paulo, concorrendo com mais de 300 sambas inscritos, com o samba de roda “Bamboleio”, defendido por Dona Ináh, a qual, inclusive, se tornou a melhor intérprete do mesmo.
No ano de 2008 participou do projeto “Corrente do Samba”, desenvolvido no SESC Vila Mariana, em São Paulo, com produção de Eni Cunha, o qual agregava gerações seqüentes do samba, junto com Wilson das Neves, Luiz Carlos da Vila, Moacyr Luz, D.Ináh, Borba, Bia Góes, Olívia Byington e Celso Viáfora.
Em 2009 participou do projeto “É tradição, e o samba continua”, desenvolvido no Centro Cultural Banco do Brasil, em São Paulo, o qual foi concebido nas gerações paulistas do samba, contemporâneas e sucessoras de Geraldo Filme, personificadas pelas presenças, entre outras, da Velha Guarda do Camisa Verde e Branco, do Samba da Laje, Chapinha, Quinteto em Branco e Preto, Graça Braga, Osvaldinho da Cuíca e outros.
Em 2010, Teroca grava seu segundo CD, intitulado “Elos do samba”. O CD foi lançado em meados de 2.011 nos Sescs Araraquara e São Carlos, entre outros, disco este que conta com 15 novas composições de sua autoria – sambas de roda/sambas de partido-alto/sambas de quadra/sambas de terreiro/sambas-exaltação/samba-xote/sambas dolentes/samba-canção e até uma marcha carnavalesca – nas quais, faixa a faixa, externa os elos que o samba lhe deu em forma de compositores e intérpretes de samba da atualidade – estarão presentes Monarco, Wilson Moreira, Zé Luiz do Império Serrano, Delcio Carvalho, Luiz Grande, Chapinha, Fabiana Cozza, D.Ináh, Maria Martha e Carmen Queiroz, entre outros – além de ressaltar os elos com aqueles que já se foram e deixaram suas mensagens, que chegam e resultam como novos sambas contidos no disco; paralelamente ao CD, foi lançado, também em 2.011, o documentário em média metragem – de mesmo título – no qual os focos são a cidade de Araraquara – seu berço musical – e a função social que seu programa de rádio faz, agregando cidadãos que se identificam, a despeito da globalização pragmática, a um dos símbolos nacionais que é o samba, elo entre as mais diversas gerações.
Entre 2.012 e 2.013 divulga, em várias partes do Estado de São Paulo, o CD “Elos do Samba”, participando também da segunda edição do projeto “É tradição e o samba continua”, realizado no Espaço Cultural Cachuera, em São Paulo; além desse projeto de renome, participa do laureado programa “Sr. Brasil”, comandado por Rolando Boldrin, da TV Cultura, e dos projetos “Vitrine do Samba”, na Galeria Olido, e “Conversa com Verso”, no Espaço Cultural Authos Pagano, ambos em São Paulo.
Ao final de 2.013, fecha o terceiro CD autoral, intitulado “Sembacoara”, através do programa Proac/ICMS da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, trabalho este que mostra o universo musical – e sambístico – da região de Araraquara, sendo todo ele desenvolvido por artistas locais – músicos/designer gráfico/estúdio – com previsão de lançamento para o início de 2014.


Naldinho, cavaquinista integrante do grupo Panela Preta de Jundiaí

domingo, 29 de junho de 2014

Agenda do programa

Dia 05 de julho - Cantor e compositor TEROCA 


Dia 19 de julho - Lançamento de CD do GRUPO GAROANDO

Shirley Espíndola entrevista Maria Alcina no Tons do Brasil

Maria Alcina lança seu novo CD e fará um show em São Paulo para gravação do seu primeiro DVD. Ouça a entrevista abaixo





Maria Alcina lança CD ‘De Normal (Bastam os Outros)’

Maria Alcina dispensa apresentação, é a personalidade da nossa música, com reconhecido lugar numa galeria de intérpretes com forte identidade. Em qualquer registro da história da música brasileira recente, tem que constar sua performática atuação no Festival Internacional da Canção, em 1972 e vencedora da parte nacional, eternizando Fio Maravilha, de Jorge Ben Jor. São mais de quarenta anos de marcante presença, agora comemorados com o lançamento do CD De Normal (Bastam os Outros), lançamento conjunto ao do selo Nova Estação, do produtor Thiago Marques Luiz.
Com direção musical do guitarrista Rovilson Pascoal, o álbum traz, além do compositores citados, outros que fazem parte da trajetória de Alcina, como Jorge Ben Jor, de quem ela  regravou Sem vergonha, feita para ela e registrada em 1992 no disco Bucaneira e João Bosco e Aldir Blanc (O Chefão). Tem também o sambista Oswaldo Nunes (1930-1991) com a empolgante Segura esse Samba e o grande Adoniran Barbosa (Dondoca).
Alcina comemora: “Poder fazer 40 anos de carreira é magnífico. É uma profissão que tem suas facilidades e dificuldades, então é um prazer poder chegar até aqui. Por outro lado, saber que esses compositores fizeram essas músicas especialmente para mim, ter o olhar deles voltados pra mim,  é um retorno indescritível. São como artísticas declarações de amor. Que ‘de normal’ não têm nada”.

Mineira de Cataguases, Maria Alcina mudou-se para o Rio de Janeiro nos começo dos anos 1970. Cantou em casas de shows e boates,  apresentou-se em teatros de revista ao lado de Leila Diniz, por exemplo, até explodir em 1972 no FIC. Na década seguinte, fez enorme sucesso com músicas retiradas do folclore, como Prenda o Tadeu e É mais embaixo. Como gosta de desafios, nos anos 90, a convite de Nelson Motta, participou de show em homenagem a Carmen Miranda, no Lincoln Center (Nova York), com Aurora Miranda e Marília Pêra.
Em 2003, nova guinada, ao lado de grupo eletrônico Bojo gravou o CD Agora (Outros Discos), que amplia sua faixa de público. Juntos apresentaram-se em importantes eventos para jovens como Com:tradição (São Paulo e Rio) e Abril Pro Rock (Recife/PE). Com o álbum Confete e Serpentina (Outros Discos/2009), venceu o Prêmio da Música Brasileira nas categorias Melhor Cantora Popular e Melhor Disco Popular. Nesse disco mistura gerações diversas da música brasileira como Alberto Ribeiro (1902/1971) e Paulinho da Viola com nomes mais recentes como Roseli Martins, Wado, Moisés Santana e Ronei Jorge.

Shirley Espíndola - Show da Virada Paulista Jundiaí












sábado, 28 de junho de 2014



Rádio Difusora Pan Sat comemora seu 68º aniversário em ritmo de festa e agora só falta você!


Fernanda Felicioni e Luiz Carlos Rodrigues



Tobias Muzaiel Jr.

Sueli Muzaiel e Tobias Muzaiel Jr

RÁDIO DIFUSORA PAN SAT EM NOVA ERA, NOVOS ESTÚDIOS EM NOVO MOMENTO.

Ao completar 68 anos no ar a Nova Rádio Difusora afiliada do grupo Joven Pan Sat, ganha novos estúdios no alto do edifício Latorre no centro de Jundiaí com equipamentos de última geração para levar ao ouvinte a melhor programação do rádio da região. Confira as fotos.