sábado, 19 de julho de 2014

Shirley Espíndola recebe Cláudia de Queiroz da Cia Canto Vivo no Tons do Brasil

Música de muitas vozes da Cia CantoVivo no Tons do Brasil.






Desde sua fundação vem participando de diversos encontros de corais na cidade de Jundiaí e em outros municípios do Estado. Também já realizou várias apresentações com orquestras da cidade (Orquestra de Câmara de Jundiaí e Orquestra Oficina de Concerto). 

A Cia. Canto Vivo teve como preparadores corporais Fábio Hissao Ikuhara, Maria Carolina Scartezini e Felipe Maneta, e como regentes assistentes, Sandra Cintra Gebram (1996 – 2000), Silvia Carla Garcia (2001-2007) e Andresa Sayuri Kinjo. (desde 2009) 

O coral conta atualmente com 27 componentes (10 sopranos, 8 contraltos, 3 tenores e 6 baixos). Os ensaios acontecem aos sábados, das 15hs as 18h30, na cidade de Jundiaí.


A Cia. venceu o Mapa Cultural Paulista (Região Campinas) nas edições 2009 e 2013.



Cláudia de Queiróz, Shirley Espíndola e Tadeu Mantovani


CORAIS COM VAGAS ABERTAS!
Regente: Cláudia de Queiroz
Mais informações: (11) 46011836 / 998297291   

CIA CANTO VIVO
Fundada em 1986
Ensaios: sábados, das 15:00 às 18:30
Inscrições: até dia 20 de julho








CORAL DIVINO EM CANTO
Fundado em 1998
Ensaios: 5as. feiras, das 19:00 às 21:00
Inscrições: até dia 30 de julho

CORAL MUNICIPAL DE JUNDIAÍ
Fundado em 2011
Ensaios: 2as. e 4as.feiras, das 19:00 às 21:00
Inscrições: até dia 21 de julho

CORAL AZUL E BRANCO – CLUBE JUNDIAIENSE (APENAS PARA SÓCIOS DO CLUBE)
Fundado em 2012
Ensaios: 3as.,das 19:15 às 21:15
Local: Clube Jundiaiense – Sede de Campo (Jundiaí)
Inscrições: até dia 22 de julho
http://www.clubejundiaiense.com.br/



Cláudia de Queiróz e Tadeu Mantovani

terça-feira, 15 de julho de 2014

Shirley Espíndola recebe banda Nícidos no Tons do Brasil

Tons do Brasil, Shirley Espíndola recebe a banda Nícidos em comemoração ao Dia Mundial do Rock and Roll.




Banda formada em 2008, por Fernando Lavinhati, Rafael Henrique, Vinícius Finatto e Felipe Rischioto.

As principais influências, partem dos generos Hard Rock e Metal. As composições da Nícidos, tratam de assuntos rotineiros, pensamentos e expressões vivenciados pelos integrantes, ou até mesmo voltados a sociedade. Riffs marcantes, ritmos trabalhados e consistentes são características perceptíveis.
Os Shows são compostos de estilos variados, desde covers do Rock Nacional, até vertentes mais pesadas do metal, e músicas autorais.

A cada show, sobre o palco, a banda mostra o que de melhor sabe fazer, e transmite nitidamente a intensidade de realização de seus objetivos.


Felipe Rischioto, Shirley Espíndola e Fernando Lavinhati  

 Tudo começou em 2006, no colégio, quando Fernando e Vinícus tiveram a idéia de formar uma banda. Sem estrutura para constituir esta idéia, nada vingou a princípio. Depois de um tempo, o Vini acabou mudando de colégio, fato que contribui para adormecer a idéia.
          Em 2008, ainda no colégio, Fernando conheceu Rafael, que também gostava de rock e tinha a vontade de ter uma banda. Neste mesmo ano, surgiu a primeira formação. O nome escolhido para a banda foi Nícidos*, com Fernando na guitarra, Rafael na bateria, e dois amigos, que ocupavam o cargo de baixista e vocalista. Com esta formação, a banda ensaiou algumas músicas, e se apresentou em alguns bares e clubes da região, até meados de 2010, quando que por diferentes objetivos, esta formação veio a se desfazer.
          Para muitos, era o fim da trajetória da Nícidos... Exceto para Rafael e Fernando, que decidiram, que a história não acabava ali. Concordaram, em trazer a banda, o Vinícius, para ocupar o contra-baixo. Fizeram o convite e logo tiveram sua aceitação. Para assumir os vocais, fizeram alguns testes, e depois de dois meses de procura, encontraram em Felipe, a voz perfeita para assumir o cargo.


*O nome Nícidos, foi criado com a idéia de que quando se pense em Nícidos, você apenas se lembre da banda.






2013 marca-se o lançamento do 1º EP da Nícidos, entitulado "Meu Tempo", que é também o nome de uma das composições. O EP conta com cinco faixas. Produção realizada de forma independente, contando com o apoio do produtor Mark Monegatto.


sexta-feira, 11 de julho de 2014

Shirley Espíndola entrevista o sambista Teroca no Tons do Brasil



Teroca e Sembacoara no Tons do Brasil


Teroca canta ao vivo no programa
Teroca, Shirley Espíndola e Naldinho

Marcelo Longo Vidal , 54 anos, o Teroca – apelido herdado do futebol (nas categorias dente-de-leite e juvenil formou dupla de área com o também araraquarense Careca, ídolo do Guarani, São Paulo, Napoli e Seleção Brasileira) – nascido e criado em Araraquara, ouviu seu primeiro samba aos 8 anos de idade, num programa de  uma rádio A . M . da cidade (naquela época era comum tocar samba em rádio). Na adolescência, organizou um grupo de samba/bloco de carnaval com os amigos e, a partir daí, surgiram os rascunhos de suas primeiras composições.

Paralelamente, como estudante, ingressou e cursou Engenharia Civil e,  para custear os estudos, iniciou-se na carreira docente, lecionando Matemática até 2.010; na atualidade, divide seu tempo entre o samba  e a engenharia civil.


 Ouça a entrevista na íntegra     
                                                               
Na área do samba, fundou e se tornou o primeiro presidente do Clube do Samba de Araraquara, em 1.996. Nesse mesmo ano, inicia suas atividades como articulista na área de música popular brasileira do Jornal O Imparcial, versando sobre samba/chorinho na coluna “Referencial”(hoje milita no Jornal Tribuna Impressa, com a coluna quinzenal “O samba da minha terra”); inicia também suas atividades como produtor e apresentador de um programa de samba em rádios F.M. de Araraquara, atividade que mantém até hoje(atualmente na rádio Uniara).

Em 2.003, reuniu 11 sambas próprios e lançou, pelo selo independente paulistano Pôr-do-Som, seu primeiro CD solo, intitulado “Com todo respeito”, o qual traz, especificamente, um samba-homenagem -“Até um dia”- a um de seus grandes ídolos, João Nogueira, disco este que contou com a produção de Magno Souza e participações do Quinteto em Branco e Preto, do plangente violão de Luisinho 7 cordas e de belas vozes convidadas, como as de Maurílio(Quinteto), Luis Mel e Cahê Rolfsen.

Em Araraquara, comandou o grupo Apoteose em 11 anos de estrada, participando e produzindo projetos/shows de samba, nos quais foram acompanhados, entre outros, Monarco, Wilson Moreira, Delcio Carvalho, Nelson Sargento, Walter Alfaiate, Tia Surica, Zé Luiz do Império, Luís Grande e Dona Ináh.

Em 2.006 concluiu sua pós graduação em Planejamento e Marketing Turístico no Senac Águas de São Pedro, com o TCC “Samba – um turista acidental, um cidadão ocidental, um produto turístico global”, trabalho este que foi apresentado em congressos no exterior.
Em Junho de 2007, se tornou vencedor do Primeiro Festival de Samba do Estado de São Paulo, realizado no TUCA – São Paulo, concorrendo com mais de 300 sambas inscritos, com o samba de roda “Bamboleio”, defendido por Dona Ináh, a qual, inclusive, se tornou a melhor intérprete do mesmo.
No ano de 2008 participou do projeto “Corrente do Samba”, desenvolvido no SESC Vila Mariana, em São Paulo, com produção de Eni Cunha, o qual agregava gerações seqüentes do samba, junto com Wilson das Neves, Luiz Carlos da Vila, Moacyr Luz, D.Ináh, Borba, Bia Góes, Olívia Byington e Celso Viáfora.
Em 2009 participou do projeto “É tradição, e o samba continua”, desenvolvido no Centro Cultural Banco do Brasil, em São Paulo, o qual foi concebido nas gerações paulistas do samba, contemporâneas e sucessoras de Geraldo Filme, personificadas pelas presenças, entre outras, da Velha Guarda do Camisa Verde e Branco, do Samba da Laje, Chapinha, Quinteto em Branco e Preto, Graça Braga, Osvaldinho da Cuíca e outros.
Em 2010, Teroca grava seu segundo CD, intitulado “Elos do samba”. O CD foi lançado em meados de 2.011 nos Sescs Araraquara e São Carlos, entre outros, disco este que conta com 15 novas composições de sua autoria – sambas de roda/sambas de partido-alto/sambas de quadra/sambas de terreiro/sambas-exaltação/samba-xote/sambas dolentes/samba-canção e até uma marcha carnavalesca – nas quais, faixa a faixa, externa os elos que o samba lhe deu em forma de compositores e intérpretes de samba da atualidade – estarão presentes Monarco, Wilson Moreira, Zé Luiz do Império Serrano, Delcio Carvalho, Luiz Grande, Chapinha, Fabiana Cozza, D.Ináh, Maria Martha e Carmen Queiroz, entre outros – além de ressaltar os elos com aqueles que já se foram e deixaram suas mensagens, que chegam e resultam como novos sambas contidos no disco; paralelamente ao CD, foi lançado, também em 2.011, o documentário em média metragem – de mesmo título – no qual os focos são a cidade de Araraquara – seu berço musical – e a função social que seu programa de rádio faz, agregando cidadãos que se identificam, a despeito da globalização pragmática, a um dos símbolos nacionais que é o samba, elo entre as mais diversas gerações.
Entre 2.012 e 2.013 divulga, em várias partes do Estado de São Paulo, o CD “Elos do Samba”, participando também da segunda edição do projeto “É tradição e o samba continua”, realizado no Espaço Cultural Cachuera, em São Paulo; além desse projeto de renome, participa do laureado programa “Sr. Brasil”, comandado por Rolando Boldrin, da TV Cultura, e dos projetos “Vitrine do Samba”, na Galeria Olido, e “Conversa com Verso”, no Espaço Cultural Authos Pagano, ambos em São Paulo.
Ao final de 2.013, fecha o terceiro CD autoral, intitulado “Sembacoara”, através do programa Proac/ICMS da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, trabalho este que mostra o universo musical – e sambístico – da região de Araraquara, sendo todo ele desenvolvido por artistas locais – músicos/designer gráfico/estúdio – com previsão de lançamento para o início de 2014.


Naldinho, cavaquinista integrante do grupo Panela Preta de Jundiaí

domingo, 29 de junho de 2014

Agenda do programa

Dia 05 de julho - Cantor e compositor TEROCA 


Dia 19 de julho - Lançamento de CD do GRUPO GAROANDO

Shirley Espíndola entrevista Maria Alcina no Tons do Brasil

Maria Alcina lança seu novo CD e fará um show em São Paulo para gravação do seu primeiro DVD. Ouça a entrevista abaixo





Maria Alcina lança CD ‘De Normal (Bastam os Outros)’

Maria Alcina dispensa apresentação, é a personalidade da nossa música, com reconhecido lugar numa galeria de intérpretes com forte identidade. Em qualquer registro da história da música brasileira recente, tem que constar sua performática atuação no Festival Internacional da Canção, em 1972 e vencedora da parte nacional, eternizando Fio Maravilha, de Jorge Ben Jor. São mais de quarenta anos de marcante presença, agora comemorados com o lançamento do CD De Normal (Bastam os Outros), lançamento conjunto ao do selo Nova Estação, do produtor Thiago Marques Luiz.
Com direção musical do guitarrista Rovilson Pascoal, o álbum traz, além do compositores citados, outros que fazem parte da trajetória de Alcina, como Jorge Ben Jor, de quem ela  regravou Sem vergonha, feita para ela e registrada em 1992 no disco Bucaneira e João Bosco e Aldir Blanc (O Chefão). Tem também o sambista Oswaldo Nunes (1930-1991) com a empolgante Segura esse Samba e o grande Adoniran Barbosa (Dondoca).
Alcina comemora: “Poder fazer 40 anos de carreira é magnífico. É uma profissão que tem suas facilidades e dificuldades, então é um prazer poder chegar até aqui. Por outro lado, saber que esses compositores fizeram essas músicas especialmente para mim, ter o olhar deles voltados pra mim,  é um retorno indescritível. São como artísticas declarações de amor. Que ‘de normal’ não têm nada”.

Mineira de Cataguases, Maria Alcina mudou-se para o Rio de Janeiro nos começo dos anos 1970. Cantou em casas de shows e boates,  apresentou-se em teatros de revista ao lado de Leila Diniz, por exemplo, até explodir em 1972 no FIC. Na década seguinte, fez enorme sucesso com músicas retiradas do folclore, como Prenda o Tadeu e É mais embaixo. Como gosta de desafios, nos anos 90, a convite de Nelson Motta, participou de show em homenagem a Carmen Miranda, no Lincoln Center (Nova York), com Aurora Miranda e Marília Pêra.
Em 2003, nova guinada, ao lado de grupo eletrônico Bojo gravou o CD Agora (Outros Discos), que amplia sua faixa de público. Juntos apresentaram-se em importantes eventos para jovens como Com:tradição (São Paulo e Rio) e Abril Pro Rock (Recife/PE). Com o álbum Confete e Serpentina (Outros Discos/2009), venceu o Prêmio da Música Brasileira nas categorias Melhor Cantora Popular e Melhor Disco Popular. Nesse disco mistura gerações diversas da música brasileira como Alberto Ribeiro (1902/1971) e Paulinho da Viola com nomes mais recentes como Roseli Martins, Wado, Moisés Santana e Ronei Jorge.

Shirley Espíndola - Show da Virada Paulista Jundiaí












sábado, 28 de junho de 2014



Rádio Difusora Pan Sat comemora seu 68º aniversário em ritmo de festa e agora só falta você!


Fernanda Felicioni e Luiz Carlos Rodrigues



Tobias Muzaiel Jr.

Sueli Muzaiel e Tobias Muzaiel Jr

RÁDIO DIFUSORA PAN SAT EM NOVA ERA, NOVOS ESTÚDIOS EM NOVO MOMENTO.

Ao completar 68 anos no ar a Nova Rádio Difusora afiliada do grupo Joven Pan Sat, ganha novos estúdios no alto do edifício Latorre no centro de Jundiaí com equipamentos de última geração para levar ao ouvinte a melhor programação do rádio da região. Confira as fotos.



                                                                                 



quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Show de Shirley Espíndola

Show de Shirley Espíndola na Feira da Amizade
Parque da UVA - Jundiaí


 


 
 
 

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

A Cantora Helena Porto no Tons do Brasil

Shirley Espíndola entrevistou a cantora Helena Porto 
  • Helena -  começou a cantar de um convite de amigo
  • Shirley - como é ser cantora no Brasil?
  • Helena - é difícil e uma luta constante. Em Campinas onde vive, é um grande celeiro de artistas
  • Shirley - como lidar com a questão da música de qualidade x música de entretenimento
  • Helena - a música de qualidade é mais difícil, você tem que pensar e refletir e as pessoas acham que é triste

Conheça Helena Porto

Cantora paulistana radicada em Campinas, foi premiada pelo Edital de chamamento SESI 2012 edição regional, dentro do projeto ¨Vozes da Cidade¨. 
Foi uma das cinco vencedoras do 1º Festival da Canção da Unicamp, (dez/2010) onde defendeu a canção: ¨Som Distante¨ do compositor Adriano Dias.
Lançou seu 1º cd - Heleno Porto - A Cidade e Seus Compositores¨  no ano de 2009, projeto de gravação premiado pelo Fundo de Incentivo á Cultura de Campinas – FICC (2008). Projeto que apresentou o primeiro resultado da pesquisa do trabalho autoral de musica popular produzido na cidade; que busca registrar, catalogar e resgatar a produção dos compositores campineiros contemporâneos e também do passado.
Foi ganhadora pela 2ª vez do prêmio FICC (2011), na categoria: - Circulação de show musical, baseado no repertório do Cd - Helena Porto - ¨A Cidade e Seus Compositores¨.
Fez shows de abertura para grandes nomes da nossa música como: MPB4, Renato Teixeira, Billy Blanco, Alaíde Costa, Jane Duboc e Kiko Zambianchi.
Trabalhou ao lado de reconhecidos músicos como: Chico Saraiva, Thiago Costa, Guilherme Ribeiro, Zé Alexandre Carvalho, Pedro D`Elia (Pepa), maestro Carlos Lima, Isabel Padovani, Alexandre Cunha, etc. Atuou como backing vocals para a dupla João Mineiro e Marciano, fez peça de teatro infantil e gravação de trilhas comerciais.
 
Tem as músicas de seu cd executadas nas rádios públicas no interior do estado e também da capital.
Suas referências musicais são: Elis Regina, Gal Costa, Tom Jobim, Leny Andrade, Nana Caymmi, Milton Nascimento, Toninho Horta, Edu Lobo, Elizete Cardoso, Maysa, Dolores Duran, Dorival Caymmi, Chico Buarque, etc.
Hoje se prepara para a gravação do 2º cd de sua carreira, baseado em sua pesquisa do trabalho autoral campineiro.

Uma das vozes mais representativas da cena musical paulista, Helena Porto interpreta canções da nova geração de compositores
 
 
Lançado em 2009, com o apoio do Fundo de Investimentos Culturais de Campinas (FICC), o CD “Helena Porto - A cidade e seus compositores” apresenta 10 canções selecionadas de um vasto repertório de composições assinadas pela nova geração de compositores Campineiros.
O cd tem músicas arranjadas por Fernando Baeta (Vinadhara Vassuprem) – que também assina a direção artística –, e executadas por renomados músicos como Pepa D’Elia (bateria), Zé Alexandre Carvalho (baixo acústico), Albano Sales (piano), Guilherme Ribeiro (Acordeom) Marcelo Valezi (sax soprano e Tenor) Gê Ribeiro (Trompete) Douglas Tigrinho (Trombone), Marcelo Chello (violoncelo) Roberto Perez (Percussão) e o próprio Fernando Baeta (violão, vocal, guitarra e programação Midi), entre outros. Trazendo no repertório, estilos variados como: samba-funk (Quero-quero- Zé Siqueira e Fábio Sampaio), baião (Trecheiro- Silo Soltil e Zé Siqueira), pop-romantico  Caixas Lacradas- (Fernanda Dias e Tatiana Rocha), samba (Porta Bandeira - Bruno Mangueira e Eduardo Klébis), entre outros. Destacando nos arranjos,  o trabalho  de programação midi, que dá á classica MPB, roupagem atual e moderna.
Entre os objetivos deste primeiro trabalho está o de revelar e dar voz a composições de nomes ainda não descobertos pelo grande público,
“Ter à mão material tão rico quanto este que apresento no CD é motivo de muito orgulho para mim, não só como cantora, mas como apreciadora de tudo que é belo”, se orgulha Helena Porto.

Contatos: Cel: (19) 8122-8192   e-mail: contatohelenaporto@gmail.com 
                  site: www.myspace.com/helenaporto