sábado, 3 de maio de 2014
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
A Cantora Helena Porto no Tons do Brasil
Shirley Espíndola entrevistou a cantora Helena Porto
Conheça Helena Porto
Cantora paulistana radicada em Campinas, foi premiada pelo Edital de chamamento SESI 2012 edição regional, dentro do projeto ¨Vozes da Cidade¨.
- Helena - começou a cantar de um convite de amigo
- Shirley - como é ser cantora no Brasil?
- Helena - é difícil e uma luta constante. Em Campinas onde vive, é um grande celeiro de artistas
- Shirley - como lidar com a questão da música de qualidade x música de entretenimento
- Helena - a música de qualidade é mais difícil, você tem que pensar e refletir e as pessoas acham que é triste
Conheça Helena Porto
Cantora paulistana radicada em Campinas, foi premiada pelo Edital de chamamento SESI 2012 edição regional, dentro do projeto ¨Vozes da Cidade¨.
Foi uma das cinco vencedoras do 1º
Festival da Canção da Unicamp, (dez/2010) onde defendeu a canção: ¨Som
Distante¨ do compositor Adriano Dias.
Lançou seu 1º cd - Heleno Porto - A Cidade e
Seus Compositores¨ no ano de
2009, projeto de gravação premiado pelo Fundo de Incentivo á Cultura de
Campinas – FICC (2008). Projeto que apresentou o primeiro resultado da pesquisa
do trabalho autoral de musica popular produzido na cidade; que busca registrar,
catalogar e resgatar a produção dos compositores campineiros contemporâneos e
também do passado.
Foi ganhadora pela 2ª vez do prêmio FICC
(2011), na categoria: - Circulação de show musical, baseado no repertório do Cd
- Helena Porto - ¨A Cidade e Seus Compositores¨.
Fez
shows de abertura para grandes nomes da nossa música como: MPB4, Renato
Teixeira, Billy Blanco, Alaíde Costa, Jane Duboc e Kiko Zambianchi.
Trabalhou ao lado de reconhecidos músicos
como: Chico Saraiva, Thiago Costa, Guilherme Ribeiro, Zé Alexandre Carvalho,
Pedro D`Elia (Pepa), maestro Carlos Lima, Isabel Padovani, Alexandre Cunha,
etc. Atuou como backing vocals para a dupla João Mineiro e Marciano, fez peça
de teatro infantil e gravação de trilhas comerciais.
Tem as músicas de seu cd executadas nas
rádios públicas no interior do estado e também da capital.
Suas referências musicais são: Elis Regina,
Gal Costa, Tom Jobim, Leny Andrade, Nana Caymmi, Milton Nascimento, Toninho
Horta, Edu Lobo, Elizete Cardoso, Maysa, Dolores Duran, Dorival Caymmi, Chico
Buarque, etc.
Hoje
se prepara para a gravação do 2º cd de sua carreira, baseado em sua pesquisa do
trabalho autoral campineiro.
Uma
das vozes mais representativas da cena musical paulista, Helena Porto
interpreta canções da nova geração de compositores
Lançado em 2009, com o apoio do
Fundo de Investimentos Culturais de Campinas (FICC), o CD “Helena Porto - A
cidade e seus compositores” apresenta 10 canções selecionadas de um vasto
repertório de composições assinadas pela nova geração de compositores Campineiros.
O
cd tem músicas arranjadas por Fernando Baeta (Vinadhara Vassuprem) – que também
assina a direção artística –, e executadas por renomados músicos
como Pepa D’Elia (bateria), Zé Alexandre Carvalho (baixo acústico), Albano
Sales (piano), Guilherme Ribeiro (Acordeom) Marcelo Valezi (sax soprano e
Tenor) Gê Ribeiro (Trompete) Douglas Tigrinho (Trombone), Marcelo Chello
(violoncelo) Roberto Perez (Percussão) e o próprio Fernando Baeta (violão,
vocal, guitarra e programação
Midi), entre outros. Trazendo no repertório, estilos variados como:
samba-funk (Quero-quero-
Zé Siqueira e Fábio Sampaio), baião (Trecheiro- Silo Soltil e Zé Siqueira),
pop-romantico Caixas Lacradas- (Fernanda Dias e Tatiana Rocha),
samba (Porta Bandeira -
Bruno Mangueira e Eduardo Klébis), entre outros. Destacando nos arranjos, o trabalho
de programação midi, que dá á classica MPB, roupagem atual e moderna.
Entre
os objetivos deste primeiro trabalho está o de revelar e dar voz a composições
de nomes ainda não descobertos pelo grande público,
“Ter
à mão material tão rico quanto este que apresento no CD é motivo de muito
orgulho para mim, não só como cantora, mas como apreciadora de tudo que é belo”,
se orgulha Helena Porto.
Contatos: Cel: (19) 8122-8192 e-mail: contatohelenaporto@gmail.com
domingo, 18 de agosto de 2013
Shirley Espíndola entrevista Luiz Márcio Canto no Parque da Uva
Neste sábado no Parque da Uva - Jundiaí, o programa Tons do Brasil foi transmitido ao vivo do Estúdio da Rádio Difusora Jundiaí - Jovem Pan Sat montado no Palco 2
O entrevistado de Shirley Espíndola foi o guitarrista e compositor Luiz Márcio Canto Pereira.
Conheça Luiz Márcio:
§
Guitarrista graduado em 1995, pelo GIT em Hollywood-CA.
§
Trabalhou como músico em vários musicais, entre eles o espetáculo Raul Fora da
Lei, com o ator Roberto Bomtempo e cantoras Estela Cassilatti, Adriana Mezzadri,
Vanessa Barum e Danni Carlos, fazendo turnê para apresentações por todo o
Brasil.
§
Compositor das músicas da peça de Darson Ribeiro, juntamente com Vanessa Barum,
“Erótica”.
§
Leciona guitarra, violão, contra-baixo, bateria, teoria e harmonia, além de
coordenar os cursos na Learn Music Escola de Música.
§
Acompanha Vanessa Barum em seu projeto solo, tocando, fazendo arranjos e direção
musical.
§
Acompanha a cantora Tifany Espíndola em apresentações de jazz e blues por
diversas casas de espetáculos e bares em São Paulo e interior.
§
Criou e acompanhou Celso Cardoso no projeto de ambos “Cantar por Aí”.
Veja instantes da entrevista
A formação acadêmica de Luiz Márcio:
Universidade Anhembi Morumbi - Publicidade e Propaganda. Conclusão 1997.
Musicians Institute of Hollywood - Guitar
Technology. Conclusão 1995
![]() |
| Luiz Márcio e Shirley Espíndola |
Luiz Márcio foi premiado, com:
Melhor Música – Projeto Vitrine - Monte Líbano - Improviso (Música Flamenca)
Melhor Jingle – Universidade Anhembi Morumbi
Melhor Performance - Festival Cultura Inglesa
Noturno – 1999,
Putz “O Musical” – 1999,
Good Morning São Paulo - 2000, O Vale Encantado – 2001 ,
Lendas e Tribos – 2001 e 2002,
Raul Fora da Lei – 2000 a 2002
Em 2008, teve participação no programa Todo Seu, de Ronnie Von, da TV Gazeta, acompanhou Celso Cardoso no Cine Teatro Coronel
Raymundo, em Santana de Parnaíba, no programa Mulheres, de Kátia Fonseca, da TV Gazeta,
acompanhou Celso Cardoso na abertura do show da banda Vega no Centro
Cultural São Paulo.
fez shows com Vanessa Barum, Tifany Espíndola e Celso Cardoso
no Villagio Café.
acompanhou Celso Cardoso, no Circus Alphaville o 1º Bem Bolado Alpha
2008, um evento que uniu arte e moda.
Em 2009 fez participação especial no lançamento do CD “Deixa acontecer” de
Celso Cardoso no SESC Consolação.
Em 2010 gravou com a cantora Tifany Espíndola releitura da música Valerie nos estúdios da gravadora Lua
Music, para lançamento de CD coletânea e participou da produção musical do show de Jorge Drexler, na casa de
espetáculos Via Funchal, em São Paulo.
Em 2011 participou do festival de música de Salzburg (Áustria), tocando violão
e aprofundando estudos na música.
Em 2012 iniciou a pré-produção de seu primeiro CD solo, que encontra-se em fase
final de gravação, com lançamento previsto para 2013.
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Shirley Espíndola entrevista o "Quartett Noble"
O Quartett Noble é formado por Henry Takao Fujinami (violino), Luciane Cristine Garcia (violino), Bel Rebello (viola), e Paulo César Cardoso (violoncello). O quarteto de cordas propõe uma apresentação com caráter didático, na qual os músicos interagem com a platéia falando sobre os instrumentos, os compositores e as obras apresentadas. O repertório contempla o erudito e o popular, pretendendo mostrar que a música feita com instrumentos de orquestra sinfônica pode abranger diversos estilos e ser acessível a todos.
Oswaldo Moreira no Tons do Brasil
Shirley Espíndola entrevistou Oswaldo Moreira no programa Tons do Brasil da Radio Difusora 810AM - JP.
Veja momentos da entrevista no estúdio da Rádio.
Veja momentos da entrevista no estúdio da Rádio.
Nesta incursão ao trabalho autoral, Osvaldo Moreira traz algumas canções com o perfil jocoso característico do cancioneiro nacional, como em “Cisma” e “Bom moço”. As impressões existencialistas estão presentes em “Na cruz” e ”Noite escura”. “Desamor”, como não poderia faltar, é uma daquelas canções que tratam dos enlaces amorosos e dá conta de sintetizar as mazelas do afeto. Quem conheceu o CD Trecheiro e gostou, terá agora a oportunidade de visitar a obra do compositor que neste pocket show mostrará apenas canções inéditas.
domingo, 9 de junho de 2013
Entrevista de Tato Mahfuz no Tons do Brasil da Radio Difusora Jundiaí 810
Guitarrista
Tato Mahfuz lança CD Cá entre nós
Álbum
instrumental produzido por Tato Mahfuz, tem participação de Sizão Machado,
Celso Pixinga, Jarbas Barbosa,Marcelo Maita, Cuca Teixeira e outros
“Bom álbum livre de
rótulos, juntando grandes músicos pelo prazer de tocar. De timbres e intenções
variadas, o clima jazzy impera nas conversas de Tato Mahfuz” Site Ziriguidum
(RJ).
Mais que um disco, o terceiro álbum do
violonista, guitarrista e arranjador Tato Mahfuz é uma conversa musical entre
amigos. Por isso, ele o batizou apropriadamente de Cá entre nós
(www.tratore.com.br). São dez composições, todas autorais, algumas com
participações de músicos como Sizão Machado, Celso Pixinga, Edmundo Cassis e
Cuca Teixeira. O título também pode significar a vontade de proximidade com o
ouvinte como diz o paulistano Tato, “meu objetivo é propiciar bons momentos ao
ouvinte, uma coisa particular entre eu e ele. E nesse sentido, o meu ouvinte
mais crítico sou eu mesmo. Cá entre nós, espero que esses ouvintes gostem”.
As composições possuem títulos
sugestivos, Mil tons é inspirada no famoso compositor mineiro e o
arranjo, na obra de Moacir Santos, como explica Mahfuz: “Além de ser fã de
Milton, a música também tem uma modulação de dois tons, que foi de onde veio o
título. Impressões de um rio foi feita pensando nas coisas lindas que o
pianista norte-americano Bill Evans compôs. Canal 100 é meio obvio para
minha geração, é o nome de cine-jornal, que passava antes dos filmes nos
cinemas, nos anos 70 e 80. A
música quer sugerir isso, maracanã lotado, dia de sol, Fla-Flu, um lance meio
João Bosco”.
Tato é advogado e segue na paralela com
as duas profissões. Se considera autodidata mas em um período da vida estudou
no Clam, a escola
paulista dos integrantes do Zimbo Trio e entre seus
professores estavam Ulisses Rocha, André Geraissati e Nico Assumpcão. Cita
entre suas referências bandas de rock como Beatles e Genesis, além dos
guitarristas Pat Metheny, Pat Martino e John Scofield. Brasileiros também
entram na lista, entre eles, Egberto Gismonti, Toninho Horta, Dori Caymmi, João
Bosco, Edu Lobo ,
Clube da Esquina e Tom Jobim.
O primeiro disco de Tato Mahfuz foi lançado em
1991, Rumo Norte, e lhe rendeu o Prêmio Sharp de Revelação Instrumental.
Intitulado 24h, o segundo trabalho, é de 1995. A distância entre
esses discos e o novo é explicado por ele: “Como advogado
tenho uma carreira no mundo executivo. E gosto muito do que
faço. Conciliar as duas carreiras não é tão simples. Apesar do longo tempo
para lançar um CD, nunca parei de trabalhar com música. Tenho um grande
material para futuras gravações”.
O que difere Cá entre nós dos
álbuns anteriores: “Mais ênfase na música brasileira. Talvez em função de ter
viajado pelo Brasil nos últimos 10 anos. E uma evolução natural também, já que
cresci ouvindo Beatles e só
depois fui despertar para a música brasileira. Além disso, tem a questão da
tecnologia no mundo da música que possibilitou um trabalho com arranjos e
timbres marcantes, com cordas e metais, por exemplo, sem que fosse necessário
uma orquestra real no estúdio o que, provavelmente, inviabilizaria o trabalho.
Outro aspecto é que neste disco há muito mais um trabalho de violão do que de guitarra
e isso acaba refletindo nas composicões e arranjos”.
Shirley Espíndola entrevista Lucila Novaes
Lucila Novaes faz show do disco ‘É...’
A paulista Lucila Novaes continua temporada de show
de lançamento de seu quarto CD É (www.luamusic.com.br). O título, que ela tomou
emprestado da música de Gonzaguinha, define com precisão seus propósitos no
novo trabalho: “É... pela letra da canção que, para mim é como uma oração. Tudo
o que a gente quer, mesmo, né? Valer o nosso amor, nosso suor, nosso humor. Ser
cidadãos dignos sem tanta diferença ou injustiça. E também ‘É... Lucila Novaes
por inteiro”. O show tem participação do cantor e compositor Paulo Novaes, que
é sobrinho de Lucila e uma das revelações da nova cena paulista, com músicas
gravadas por Luiz Possi e Bruna Caran, entre outros.
O repertório de É tem desde Linda Flor YaYa (Ai Iôiô) (1929) de Luiz Peixoto e Cândido Costa até canções dos novíssimos Dani Black e Pedro Altério. É uma mix de gerações: “Quis mostrar que música boa não tem tempo nem idade, mesmo. Desde o Ai Iôiô, como disse, que era (e ainda é) cantada lindamente pela minha mãe, até composições de Dominguinhos e Chico Buarque, além de grandes compositores que são meus amigos Rafael Altério, Jean e Paulo Garfunkel e meu irmão Juca Novaes”.
Lucila nasceu em Avaré (SP), filha de ex-cantora de rádio e de pai médico. Cresceu num meio musical, inicialmente ouvindo o coral que a mãe ensaiava na sala da casa e posteriormente nas rodas de violão que os irmãos gostavam de fazer. Estudou piano e chegou a montar uma escola de música para crianças. Algumas vezes teve que mentir a idade pra poder cantar. Entre as influências destaca Lô Borges, Elis Regina e Jane Duboc.
Foi um dos cinco finalistas do 5º
Prêmio Visa MPB/2002 Vocal. Aliás, estar entre vencedor ou finalista é marca
desta cantora. São mais de 30 prêmios, alguns em anos consecutivos, em
festivais de músicas como os de Tatuí (SP) e Cascavel (PR).
Gravou seu primeiro CD, Frestas do Céu, em 98. Com ele foi indicada ao prêmio Sharp na categoria revelação e
recebeu o prêmio Jornal Movimento como cantora revelação de 1999. Em 2002
lançou Claridade (Lua Music/2002) e em 2006, Sol a Sol em parceria com a compositora
Cristina Saraiva. Participou de discos com o paulista Trio Futricando Trabalho e Gente e do CD e DVD Goa de Juca Novaes.
No repertório do show, Quem
viver verá (Juca
Novaes e Rafael Altério), Ao ligar a TV (Dani Black), Marcha da
quarta-feira de cinzas (Vinicius de Moraes e Carlos Lyra), Ao ligar
a TV (Dani
Black), Contrato de separação (Dominguinhos e Anastácia), Sing (The Carpenters), É ... (Gonzaguinha) e Hino do
Carnaval Brasileiro (Lamartine
Babo).
Tabajara Assumpção no Tons do Brasil com Shirley Espíndola
Tabajara Assumpção canta São
Paulo a seu modo no CD ‘SampaSamba’
“Com influência de bossa, samba jazz,
samba rock e outras variações, Tabajara usa sua voz metálica para defender
melodias bem conduzidas” – jornal Estado de Minas
O cantor e compositor
Tabajara Assumpção deu o título ao seu segundo disco, de SampaSamba
(www.tratore.com.br). Ao mesmo tempo que afirma que São Paulo também tem samba, homenageia
a poesia concreta, movimento que nasceu na capital paulista nos anos 1950. O
samba de Tabajara não tem nada de tradicional. É música de quem vive nesta
megalópole e para quem a antropofagia cultural mais que uma atitude, é uma
necessidade. Ele define: “Não sou um sambista, mas um músico sem nenhuma
especialidade de estilo. Gosto de todos e procuro misturar o que a inspiração
manda”.
Acompanhado de banda
formada por Marcelo Castilho (piano), Vinicius Almeida (baixo), Alan neto
(bateria) e Vitor da Trindade (percussão), Tabajara, que toca violão em todas
as faixas do álbum, mixa samba com funk na suingante Negae música cubana
em On line. A faixa Eu, Ela e a Cidade tem inspiração no
jazz. Maria Paula é dedicada a uma musa inspiradora, com
toques de samba-rock.
Também professor de música, com formação erudita, Tabajara Assumpção fez opção pela música popular. Estudou canto lírico com o renomado barítono Caio Ferraz. Tinha potência e extensão de voz (barítono) para tornar-se cantor de ópera mas, envolvido com a música popular, dedicou-se a estudar harmonia e improvisação. Uma de suas identificações é com o som produzido pelo movimento Vanguarda Paulista, de Arrigo Barnabé, Itamar Assumpção e Premê, no final dos anos 1970. Lançou o primeiro CD Spray no Ouvido em 1998. Neste trabalho já misturava ritmos e estilos, do reggae ao funk, passando por rap, jazz e samba.
Parelelo à música,
cursou Filosofia na PUC-SP, nos anos 1980. Na escola compôs a premiada trilha
sonora da peça Lusíadas or not Lusíadas de Bráulio Mantovani,
reconhecido roteirista do filme Tropa de Elite, que era seu colega de
turma. Outra de suas atividades marcantes foi, a convite do filósofo e
terapeuta Peter Paul Pelbart, criar uma Oficina de Música para pacientes
psiquiátricos do Hospital Dia A Casa, instituição com proposta inovadora no
tratamento, na qual permaneceu por cinco anos. Curioso é que a produção do
filme Bicho de Sete Cabeças, de Laís Bodanzky, foi buscar integrantes
para o seu elenco nessas turmas.
O futebol é tema de
uma das músicas, Samba e Futebol. Ele explica: “Meu pai foi jogador
profissional no Nacional, que hoje está extinto. Teve uma contusão e parou.
Torço pelo Palmeiras por causa dele. Acho que é no futebol que o brasileiro
mostra, genuinamente sua malícia, originalidade e capacidade de improviso. E
foi pelo samba e pelo futebol que o mundo começou a olhar para o Brasil
enquanto ainda não tínhamos a visibilidade internacional que temos hoje. Me
orgulho de sermos os melhores do mundo”.
sábado, 6 de abril de 2013
domingo, 10 de março de 2013
Entrevista com o Cantor e Compositor Teroca
Shirley Espíndola entrevistou no programa Tons do Brasil do dia 09/março/2013, sábado, o cantor e compositor Teroca que lança seu segundo CD "Elos do Samba". Conheça o artista cujas informações colocamos abaixo:
Cantor e compositor Teroca une gerações em seu segundo CD ‘Elos do Samba’, que tem participação de Fabiana Cozza, Monarco, Dona Inah e Délcio Carvalho
O cantor e compositor Teroca é um dos maiores divulgadores do samba na região de Araraquara, cidade do interior de São Paulo, onde nasceu e vive até hoje. Mas seu mundo musical não se resume ao samba paulista e, em seu segundo CD, Elos do Samba (www.tratore.com.br), como o próprio nome prenuncia, une figuras de cidades e gerações distintas. Estão lá as cantoras paulistanas Fabiana Cozza, Dona Inah e Maria Marta e os celebres cariocas Monarco, Wilson Moreira e Délcio de Carvalho. Prova de que o samba na verdade não tem idade nem geografia definida.
Teroca fala sobre isso: “Foi maravilhoso contar com eles. Quando fiz o convite, a amizade já havia se concretizado por causa dos shows que promovi com alguns deles e pelo meu programa de rádio. Monarco é meu ‘professor’ de samba, foi quem me fez ver que a beleza de um samba pode estar numa quebrada melódica inesperada, por exemplo. Wilson é uma das pessoas mais puras que conheci e considero-o matriz única do samba com sua verve e Délcio Carvalho traz o lirismo que se associa a rica melodia. Ficaria horas descrevendo, pois tem ainda Dona Inah. Maria Martha e Fabiana Cozza, entre outros.”
Teroca é o apelido de paulista Marcelo Longo Vidal do tempo em que era jogador de futebol. Além de compositor é engenheiro civil e pós-graduado em Planejamento Turístico. Se ele usa isso em música? Não dizem que música também é matemática? No entanto, ele diz que, se usa, é inconsciente, pode até ter a matemática no meio, já que precisa combinar notas e acordes, mas a inspiração em que manda.
Apresentador do programa de rádio Do quintal ao Municipal, sobre o samba há 17 anos, em sua cidade natal, Teroca foi fundador e primeiro presidente do Clube do Samba de Araraquara, em 1996, numa iniciativa que reunia pessoas para troca de informações e empréstimo de CDs e LPs, alguns raros. Em 2003, lançou seu primeiro CD autoral, Com todo respeito, onde foi acompanhado pelo Quinteto em Branco e Preto, e teve produção de Magnu Souzá, integrante do grupo.
Em 2006 apresenta seu trabalho de conclusão de curso ao Senac São Paulo com o tema Samba- Um turista acidental, um cidadão ocidental, um produto turístico global. Um ano depois vence o Primeiro Festival de Samba Paulista, realizado no TUCA, com o samba de roda Bamboleio, interpretado por Dona Inah.
No repertório no CD, todo de sua autoria, Teroca mostra músicas como Filho de Ogã, Serenidade, Bamboleio, Gafieirando, São Bento da Banda, Padroeiro do Fuá e O Tempo e o Som.
Ouça aos sábados o Tons do Brasil na Rádio Difusora Jundiaí em novo horário, das 12h as 14hs. Entrevistas, músicas MPB e muito mais.
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Shirley Espíndola entrevista a cantora Vania Bastos
Para quem não teve a oportunidade de escutar a entrevista com a cantora Vania Bastos, colocamos a seguir na integra para você,
Link do Youtube, click aqui> http://youtu.be/DAqwWwfA6JY
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