quarta-feira, 14 de julho de 2010

Shirley Espíndola convida Izzy Gordon

O TALENTO E A SIMPATIA DE IZZY GORDON É O GRANDE DESTAQUE, DO
TONS DO BRASIL DESTE SÁBADO.

Filha de Dave Gordon originário da guiana inglesa e sobrinha de Dolores Duran, Izzy Gordan é a entrevistada do Tons do Brasil e promete trazer o melhor da música para Jundiaí, na noite de show, no Festival de Inverno do Villa Pizza Bar, no dia 14 de Julho à partir das 20h30.





segunda-feira, 12 de julho de 2010

Viola de Porte no Tons do Brasil

Grupo - VIOLA DE PORTE no Tons do Brasil

E agora chegou a vez da mais pura música de raíz - Viola de Porte veio para mostrar e entoar, as belas canções que o homem do campo, da mata ou do serrado conhece e que por meio delas, conta a sua história.
Nando Nicioli e Fábio Porte
Nando Nicioli (Fofão) - violão e voz

Fábio Porte - viola e voz


sábado, 8 de maio de 2010

Shirley Espíndola entrevista a talentosa Daniella Alcarpe no Tons do Brasil

Daniel, Daniella Alcarpe e Shirley Espíndola

Shirley Espíndola recebeu nos estúdios da Radio Difusora a cantora Daniella Alcarpe para uma entrevista ao vivo.
Daniel e Daniella Alcarpe

Daniella teve a oportunidade de falar sobre o seu primeiro CD, sua história, projeto e a aceitação dos críticos. O jornalista Toninho Spessoto participou da entrevista com a sua opinião sobre o CD que ressaltou a vocalização, a qualificou com uma voz doce e interpretação impecável.

Daniella Alcarpe


Voce pode conferir a entrevista no my space: http://www.myspace.com/showtonsdobrasil


DANIELA ALCARPE http://daniella.alcarpe.com.br/

O QUE É QUE CÊ QUÉ?





A cantora Daniella Alcarpe iniciou seus estudos musicais na infância e aperfeiçoou-se nos principais conservatórios de São Paulo, incluindo o Conservatório Musical Souza Lima. Desde 1997 estuda técnica vocal com o cantor lírico Jeller Filipe, com o objetivo de aprimorar seu canto, voltado à música popular. Formada em Música pela Faculdade de Artes Alcântara Machado (FMU/FAAM), a cantora tem se firmado cada vez mais no cenário da MPB, com um repertório eclético e sofisticado. Daniella vem se apresentando em diversas casas de espetáculo, bares, espaços culturais e teatros de São Paulo, tais como: Teatro da Livraria Cultura, Terraço Daslu, Café Piu Piu, Teatro Elis Regina, Sesc Santo André e Casa das Caldeiras, entre outros.
Além da carreira como cantora, Daniella desenvolve um trabalho como atriz e apresentou-se nos espetáculos “O Santo Inquérito” de Dias Gomes, com direção de Silvio Tadeu e “As Bacantes” de Eurípedes, com direção de Jorge Oliva. Atualmente, integra o Grupo de Teatro "Transver", dirigido por Jolanda Gentileza e estuda interpretação com Isabel Setti.
Após uma breve temporada na Itália e Holanda, Daniella voltou ao Brasil mais disposta do que nunca a divulgar a música popular brasileira no que ela tem de melhor. Sua constante busca por beleza e qualidade faz com que seja intérprete de antigos clássicos da MPB e também de canções inéditas, feitas por compositores contemporâneos ainda desconhecidos do grande público.





Qué que cê qué?

Voltada quase que exclusivamente ao estudo e interpretação da música popular brasileira, Daniella tem como principais referências o trabalho de Carmen Miranda, Elis Regina, Isaura Garcia e Maria Betânia, além de Cartola, Assis Valente, Adoniran Barbosa, Chico Buarque, Dorival Caymmi, Vinicius de Moraes e Tom Jobim.
Sob estas influências, em seu primeiro disco solo, "Qué que cê qué?", Daniella interpreta composições inéditas em ritmos de samba, baião, frevo e choro.
A escolha do repertório teve como critérios a qualidade poética das letras, a riqueza melódica de cada obra e claro, sua identificação pessoal, adicionando a cada peça uma interpretação plena de cuidados e talento.
As canções assinadas por Carlos Careqa, uma das quais dá nome ao CD, Dimitri Bentok, João Marcondes, Joca Freire, Lucy Casas e Zé de Riba, têm arranjos e produção musical de João Marcondes.
A estética musical do CD busca uma sonoridade original, trazendo novos elementos musicais aos já consagrados ritmos brasileiros, em arranjos que utilizam violão de 7 cordas, violão de corda de aço, violão de corda de nylon, guitarra fretless, guitarra semi-acústica, bandolim, cavaquinho, percussões, flauta transversal, trombone, saxofone, teclado e baixo.

domingo, 28 de março de 2010

Daniel Viana apresenta o Correndo na Banguela no Tons do Brasil

Daniel Viana apresenta o CD Correndo na Banguela






Com sua viola e músicos companheiros, o jovem compositor e intérprete contagia o público pela simplicidade, trazendo uma sonoridade estradeira que funde sertões e capitais. Paulistano, Daniel Viana é envolvido com a música desde menino, quando já freqüentava a roda de músicos, poetas e artistas, amigos de seus pais Oswaldinho e Marisa Viana, também compositores e intérpretes. Logo cedo, começou a triscar a viola de 10 cordas, o violão de 12 cordas e escrever seus primeiros versos, tornando-se autodidata nos instrumentos e, ao longo do tempo, compositor de muitas canções. “Eram noites de muita alegria, iluminadas por grandes mestres”, lembra Daniel Viana ao citar as ilustres visitas que sempre chegavam em sua casa quando criança e, posteriormente, as noitadas no Armazém Bar Espaço Cultural, fundado pelos Viana na Vila Madalena (São Paulo, Brasil), reduto dos mais variados artistas brasileiros e de grandes nomes da MPB e da Música Regional entre 1990 e 1997. Também entre 1998 e 2006, a família Viana manteve outro celeiro da música brasileira, o Café Fubá, no bairro do Ipiranga. Além da rica experiência de tocar em família acompanhando seus pais desde a infância, foi no interior do Estado de São Paulo, às margens do Rio Paranapanema, que Daniel Viana, ainda na adolescência, deu os primeiros passos com sua própria música. Em Piraju, terra natal de seu pai, Daniel mergulhou nas corredeiras, no mato e, sobretudo, na arte. Plantou grandes amigos e, junto com eles, idealizou um movimento chamado MACUPIRA – Manifesto Cultural de Piraju. A partir de 1999, Viana fez emocionantes apresentações em praças públicas e o MACUPIRA mudou o dia a dia das pessoas da região porque ía além de um movimento de produção e fomentação à arte local. Nascia, na verdade, uma filosofia de coletividade que Daniel procura praticar até hoje com seus amigos e colegas de arte, seja no interior ou na capital. Nesse mesmo período, Daniel Viana coordenou, em São Paulo, um projeto que havia idealizado antes mesmo do MACUPIRA. Tratava-se de uma mostra de compositores e bandas universitárias com a intenção de promover a integração e a “interdiciplinariedade” entre os cursos de graduação através da música e da arte. As edições da mostra ocorreram entre 1999 e 2000 para cerca de 22 mil estudantes, onde Viana se apresentou diversas vezes. E foi assim que tudo começou. http://www.myspace.com/vianadanielviana

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Richard Serraria

Richard Serraria vem de Porto Alegre e lança o disco Vila Brasil num show com canções marcantes na trajetória da banda Bataclã FC, grupo cultural que mistura rock e influências africanas do sul da América, rap com gaita gauchesca, crônica e canção. Uma vila com o nome de um país, música e mestiçagem, poesia e mensagem, um encontro da MPP (Música Popular do Pampa) com a MPB. Vila Brasil é o primeiro cd do cantor e compositor gaúcho Richard Serraria, após 12 anos de trabalho com o grupo Bataclã FC, com o qual continua atuando, lançou dois discos (em 2002 e 2006) e recebeu quatro Prêmios Açorianos, sendo dois de Melhor Compositor e dois de Melhor Grupo. A original poesia de Richard Serraria ganha vida com violões que choram, guitarras que gritam, gaita, viola de 10, tamborim, cavaco, maracanã, repinique, bumbo legüero (tambor do pampa), alfaias de maracatu, comparsa de candombe (atabaques uruguaios) e sopapo.



Vila Brasil foi recentemente apresentado em várias cidades do Rio Grande do Sul, ainda em Montevidéo e Buenos Aires nos últimos meses, participou da Série Cancionistas 2009 em Porto Alegre, que teve ainda na programação shows de Arnaldo Antunes, Lenine, Daniel Drexler, Kassin, etc. Richard Serraria mostra sua peculiar mistura de poesia urbana com a pesquisa sobre referenciais do Pampa, essa região que compreende Rio Grande do Sul, Uruguai e Argentina, em diálogo com a brasilidade. Assim, aparecem canções feitas a partir do chamamé (ritmo argentino da província de Corrientes), candombe (ritmo afro uruguaio), maçambique (ritmo afro brasileiro do litoral norte do RS), afoxé (com a presença do sopapo, tambor genuíno afro gaúcho), samba canção (com gaita gaúcha), bossa nova com milonga, etc.



As letras brincam com aquilo que Serraria chama de Cartografia do Social e do Poético à medida que são um passeio por lugares, lendas e personagens conhecidos no sul da América Latina. Essa cor local também estabelece diálogos com a universalidade à medida que o cancionista, ao priorizar a poesia na construção da canção, enfoca o elemento humano de forma peculiar e original.
Conheça mais sobre o artista http://www.myspace.com/richardserraria

NÔ STOPA EM PRÉ LANÇAMENTO DE SEU NOVO CD NO TONS DO BRASIL



Nô Stopa cresceu ouvindo o piano clássico da mãe e o violão popular do pai.
Cantora e compositora paulistana, iniciou sua carreira artística nos palcos da dança e do circo, em 1993, aos 15 anos de idade e se apaixonou pela arte circense. Compôs sua primeira canção “Leve”, lavando louça, como ela mesmo diz.
Fez sua estréia na música em 1998, ao lado de Renato Teixeira, Zé Geraldo e Chico Teixeira no álbum ao vivo “O novo amanhece” (Kuarup), onde teve a oportunidade de interpretar duas músicas próprias.

Lançou seu primeiro CD “Camomila e Distorção” em 2004, e tem se apresentado no circuito de bares e teatros da noite paulistana, Sesc’s e além de alguns estados do país como DF, ES e MG.



Lançou recentemente o “Novo Prático Coração”, seu segundo CD, se você se interessou, acesse www.myspace.com/nostopa e ouça canções do mais recente trabalho de Nô Stopa.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

SAPIRANGA MENESTREL DAS MATAS

SAPIRANGA MENESTREL DAS MATAS





O cantor e compositor Sapiranga, com seu trabalho autoral, propõe o conceito de Música da Zona da Mata - MZM e vem cativando o público por onde passa. Seu projeto, Sapiranga ConVida, que acontece em Salvador, já se estabeleceu como referência de bom gosto e ponto de encontro de artistas já consagrados e outros estreantes, além de promover a poesia, numa iniciativa louvável de unir música e literatura.
Nas edições anteriores do projeto, passaram pelo palco desse menestrel da Zona da Mata nomes de grande expressividade em cantorias e versos como Roberto Mendes, Mário Ulloa, Alexandre Leão, Jackson Costa, Fábio Paes, Ton Ton Flores, Lita Passos, José Inácio Vieira de Melo, Damário da Cruz e outros.
Inaugurando a temporada no Hotel Cocoon - Praia de Jaguaribe, que oferece mais um espaço para apreciação de boa música e poesia próximo à brisa do mar de Salvador, Sapiranga ConVida traz Xangai, Tífany Espíndola, João de Moraes Filho e Juraci Tavares.No repertório, além de pérolas da MPB de autoridades como Raimundo Fagner, Xangai e Ednardo, canções como Ilha da Saudade, Pássaro Noturno, Segredos do Tempo, Serenata Distante e Do Amor e Outras Alucinações, do CD Pássaro Noturno, que marca seu lançamento no cenário Nacional.

Sapiranga ConVida

Xangai, Tifany Espíndola, João de Moraes Filho e Juraci Tavares

Sapiranga ConVida é Consciência Universal

O Projeto Sapiranga ConVida retorna aos palcos de Salvador.
O cantor e compositor Sapiranga, criador do conceito de Música da Zona da Mata - MZM, oferece ao público baiano um encontro entre um artista de expressão nacional e um músico emergente, privilegiando ainda manifestações literárias de poetas, repentistas, contistas e cordelistas.
Nesta edição Sapiranga convida o cantador Xangai, a jovem e talentosa cantora paulista Tifany Espíndola e os poetas baianos João de Moraes Filho e Juraci Tavares para uma noite de música e poesia pela consciência universal.

SERVIÇO: Sapiranga ConVida
ONDE: Hotel Cocoon - Praia de Jaguaribe - Bahia - S.A.
QUANDO: Sexta, 20 de Novembro, 20H
QUANTO: R$ 10,00
INFORMAÇÕES E RESERVAS: 71 3368-8100

sábado, 14 de novembro de 2009

TONS DO BRASIL RECEBE O TALENTOSO COMPOSITOR VICENTE BARRETO

O TALENTO E A SIMPATIA DE VICENTE BARRETO NO TONS DO BRASIL

Vicente Barreto é o legítimo "tabaréu" caipira do nordeste.

Nascido em Conceição do Coité, no interior da Bahia, mas criado no município de Serrinha, tornou-se autodidata na arte de tocar violão.

Parceiro de diversos artistas da MPB, é autor de 10 discos ao longo de sua carreira. Ao todo são 1 compacto e 4 LP´S. Assim Tão Moço, Rasgando a Seda, Vicente Barreto e Nacão Brasileira; e 5 CD´S: Ano Bom, Mão Direita, E a Turma Chegando Prá Dançar, O Mellhor de Vicente Barreto e Noite sem fim dos Forrós.


A crítica especializada tem sido unânime em relação à qualidade e originalidade artística d Vicente. Especialmente o virtuosismo de sua mão direita no violão. Parceiro dos maiores nomes da Música Popular Brasileira, entre eles, Vinícius de Morais, Gonzaguinha, Hermínio Bello de Carvalho, Elton Medeiros, Tom Zé, Paulo César Pinheiro, Alceu Valença e, mais recentemente, Paulinho Pedra Azul e Chico César, a música de Vicente Barreto está sempre em ebulição.

A obra de Vicente Barreto é cada vez mais atual. Gravado por Quinteto Violado, Alaíde Costa, Tom Zé, Ney Matogrosso, Alceu Valença e Elba Ramalho, entre outros, mais recentemente foi contemplado por chico César, Vânia Abreu, Lucila Novaes e Mônica Salmaso.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Tons do Brasil comemora 5 anos no ar de boa música

O TONS DO BRASIL programa de música brasileira da Rádio Difusora AM 810 comemora seu aniversário de cinco anos com o Show Shirley Espíndola e convidados. Confira as fotos.


Rodney-batera, Rogério Botter Maio-baixo, André Nacarato-piano

O ponto alto do show foi a música Patawi (Carlinhos Veiga/Sérgio Pereira) do CD Caminho das Águas, interpretada por Shirley Espíndola, que fala sobre os índios da Amazônia da tribo Sateré Mawé e da performance de pintura e música da artista plástica Alice Vilhena. Esta técnica é executada frequentemente na europa e estados unidos por diversos artista e vem apresentando grande sucesso, denominada "Paiting Music - Crossover Performance Multimídia" em que a artista pinta uma tela durante o show e depois sorteia entre os convidados.




Café, música & Cia - Alice Vilhena e Shirley Espíndola

Shelly Simon


quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Shirley Espíndola e o Tons do Brasil recebem as homenagens da escritora e educadora Sônia Cintra.

Quanta emocão é receber uma poesia falando daquilo que a gente ama e preza. - A Sônia foi perfeita, - comenta Shirley entre um intervalo e outo.
As duas colegas que juntas pertencem à Academia Feminina de Letras e Artes de Jundiaí, ao se encontrarem já sintonizam vibrações consonãntes, ondas magnéticas de conhecimento e sabedoria.

O Tons do Brasil e toda a sua equipe agradecem o carinho.



TONS DO BRASIL

(Para Shirley Espíndola)



Tantos são
os Tons do Brasil
da Aquarela
ao Jobim

Tantos são
os tamborins
e os acordes
tantos clarins

Mas nenhum
deles
é azul

Assim passarinho
como a tua voz
alada



Sônia Cintr

Outubro de 2009













Homenagem aos 5 anos do Programa Tons do Brasil – Rádio Difusora AM

Tons do Brasil Comemora Cinco Anos No Ar Com O Melhor da Música Brasileira

A festa é sua, a festa é nossa, venha participar!

Programa Tons do Brasil comemora cinco anos no ar com show de Shirley Espíndola e Convidados.

Shirley Espíndola e Convidados – marcam o rol de festividades comemorativas de aniversário do Programa Tons do Brasil da rádio Difusora AM 810.
Data: 21/10/09


O programa Tons do Brasil da rádio Difusora 810 AM; criado por Shirley Espíndola e Roberto Gasperini; que juntos comemoram seu quinto aniversário reafirmando o compromisso com a divulgação e valorização da nossa música popular brasileira, não para de crescer.

Em homenagem, o Tons do Brasil recebe como presente de sua apresentadora e cantora Shirley Espíndola, um show com convidados no dia 24 de outubro (sábado) às 20h no Espaço Musical Atelier – Atelier de Artes Alice Vilhena – Rua Barão de Teffé – 294 – Anhangabaú – Jundiaí – S.P.

Entre os músicos presentes estarão: André Nacarato (piano),Rogério Botter Maio (baixo acústico) e Ródney Trindade (bateria/ percussão). O repertório apresenta canções de novos compositores como o projeto apresentado em Caminho das Águas; segundo CD da cantora; com destaque à Patawi (Carlinhos Veiga /Sérgio Pereira) torneado pelos vocais de Casa Forte (Edu Lobo). No leque dos consagrados ouve-se Chico Buarque, Caetano Veloso, Baden Powell, e Johnny Alf; pois estes são alguns dos que assinam as canções do Cd Bossa Romântica, além de novidades de seu terceiro CD em fase deprodução. Dentre os convidados: a cantora Shelly Simon e a artista plástica Alice Vilhena; que além de participar do quadro Café Música e Cia, realizará a performance de música e pintura, denominada "Painting Music - Crossover Performance Multimidia". Esta é executada freqüentemente na Europa e Estados Unidos por diversos artistas e promete surpreender os espectadores, pois a artista plástica pintará uma tela durante o show para sorteio entre os convidados ao fim do espetáculo.
Segundo Shirley Espíndola, o principal objetivo do programa é levar ao público ouvinte, através da difusão radiofônica, uma programação eclética para todos os gostos, do melhor repertório da música brasileira de todos os gêneros, estilos e épocas, com informações sobre o cenário musical da atualidade; comentários de críticos e entrevista com uma lista interminável de artistas reconhecidos pela crítica especializada, que compõem a maravilhosa e diversa música brasileira.

Atualmente o Tons do Brasil conta com a participação e o apoio de dois grandes jornalistas e críticos culturais Beto Feitosa do site Ziriguidum (Rio de Janeiro) www.ziriguidum.com e com Toninho Spessoto do blog Acordes (São Paulo) www.blogacordes.blogspot.com Vale lembrar que o Tons do Brasil ao longo destes cinco anos recebeu o constante apoio do Jornal de Jundiaí Regional, de seus jornalistas e principalmente das redações voltadas à cultura, artes e eventos, tais como Bastidores, Estilo, Agito e Coluna do Théo.

Nesta festa comemora-se também o lançamento do site do Tons do Brasil que possibilita não só aos ouvinte que estão a um raio de ação de mais de 100 km, com abrangência em toda a região de Jundiaí e seu entorno, mas também à todos aqueles que estiverem conectados ao vivo, nos quatro cantos da terra, través da rede mundial de computadores Internet: Através do web site
www.tonsdobrasil.com.br você chega diretamente no link da Rádio Difusora e começa a curtir. Lá você conhece a equipe dos colunistas, entrevistados e produtores. Vê as fotos daqueles que já passaram pelos estúdios da rádio e fica por dentro das novidades do universo cultural do momento.Conheça também o blog do Tons, lá você pode deixar sua crítica ou sugestão. www.tonsdobrasil.blogspot.com

Programa Tons do Brasil

Estilo: Musical MPB, descontraído, com entrevistas tipo bate-papo, com dicas de lançamentos, shows e informações sobre eventos culturais.
Transmissão: Ondas médias ZYK 640 - 810 kHz - 5.000 w. de potência ao vivo - Rádio Difusora AM 810 kHz. - Jundiaí - São Paulo. -
www.radiodifusorajundiai.com.br
Quando: Aos sábados, 120 minutos.
Horário: das 13h às 15h.
Reapresentação: aos domingos das 20h às 22h.


A apresentadora

Shirley Espíndola
cantora, radialista, escritora e apresentadora do programa cultural "Tons do Brasil" na Rádio Difusora Jundiaí AM 810 desde 2004.
Graduada em Radialismo/ Locução pelo SENAC. Dentro da área da mídia e comunicação, Shirley apresentou durante um ano um programa diário de variedades na própria emissora onde realizou entrevistas com políticos e vários artistas de diversos setores da cultura. Shirley Espíndola é membro da Academia Feminina de Letras e Artes de Jundiaí.

Em 2003 lançou o primeiro CD - "Bossa Romântica" (Albatroz Music) dirigido e produzido por Roberto Menescal, com a participação especial do músico e compositor Danilo Caymmi. Bossa Romântica é comercializado nos Estados Unidos, Europa e Ásia
Lançou em 2006, o segundo CD – "Caminho das Águas", produção independente de MPB cristã com composições de João Alexandre, Jorge Camargo, Carlinhos Veiga, Sérgio Pereira entre outros grandes nomes do cenário da música cristã de qualidade.
Shirley tem participação especial nos CDs:-"Song Book" – uma compilação de canções de Roberto Menescal , interpretada por vários cantores “Bossa Nova on Cinema Gold”, com temas de filmes que marcaram a história; em Bossa Nova; ambos lançados no Japão. e “Revolução” – canções de temática cristã – lançado pelo selo MP Produções.
Atualmente, trabalha na produção de seu próximo CD e de seu próximo livro sobre o programa de rádio Tons do Brasil, realiza workshops e pockets shows obre o livro “Voz e Canto” - Fisiologia e Arquitetura; escrito juntamente com a fonoaudióloga Aline Tafarelo e ministra aulas de canto e de técnica vocal em São Paulo e em Jundiaí - SP. Shirley realiza um curso de especialização na Faculdade Internacional Souza Lima & Berklee em São Paulo de improvisação vocal, jazz e blues.

Contato
Site:
www.shirleyespindola.com.br e-mail shirley@shirleyespindola.com.br

Serviço: Show de Aniversário do Tons do Brasil
Shirley Espíndola e Convidados
Data: 24/10/20089 (Sábado)
Horário: 20h
Local: Espaço Musical Atelier - Atelier Alice Vilhena
Endereço: Barão de Teffé, 294 – Anhangabaú – Jundiaí /SP
Telefone: 11 4586-6884 / 11 4581-4422 / 11 9532-5797 (com Shirley)
e-mail:
tonsdobrasil@uol.com.br
Site: www.tonsdobrasil.com.br
Site:
www.avilhena.com.br.
Preço: Grátis / 1 kg de alimento não perecível
Duração: aproximadamente 1h30
Reserva antecipada: Sim
Capacidade: 100 lugares
Estacionamento: sim/ limitado
Censura: Livre
Assessora de Imprensa: Rgmktp Produções
Por: Shirley Espíndola

terça-feira, 30 de junho de 2009

Álvaro Cueva e Affonso Moraes falam no Tons do Brasil

Shirley Espíndola entrevista pai e filho de uma linda família de músicos, Álvaro Cueva e Affonso Moraes falam no Tons do Brasil

E foi através de numa conversa bem humorada e agradável que aconteceu o encontro dos músicos e compositores Álvaro Cueva e Affonso Moraes com a cantora Shirley Espíndola, também apresentadora do programa Tons do Brasil da rádio Difusora AM 810, no dia 20 de junho.





Já era hora

Em clima de festa, Affonso Moraes abre Já era hora com o samba que dá nome ao cd, cantando ao lado dos filhos Álvaro, Bel e Alê Cueva. Aos 74 anos, Affonso grava seu primeiro disco e apresenta sambas, entre algumas canções, compostos ao longo de mais de 50 anos. São imagens da São Paulo dos anos 40, da Praça da Sé dos 60, do cotidiano dos 70, das dores, de amores, das brejeirices, dos últimos anos quando passou a se dedicar integralmente à música depois de uma vida profissional intensa, principalmente atuando como advogado. Curiosamente, um de seus primeiros trabalhos foi como engraxate – essa profissão que faz parte do currículo de tantos sambistas paulistas.
Nascido em 1934 numa fazenda no interior paulista, logo veio pra capital, onde aos 4 anos já era o mascote do Cordão de Samba Azul e Branco na Vila Anastácio, comunidade em que participou até os anos 50 e também atuou nos Regionais de Jordão e Guerino. Fã de Ataulfo Alves, Braguinha, Cartola, Pixinguinha e Heitor dos Prazeres, aos 15 anos já fazia canções. Nos anos 60 e 70 produziu e trabalhou junto ao conjunto vocal Titulares do Ritmo em sua gravadora, Pauta Gravações. Alguns de seus sambas venceram festivais universitários no início da década de 70. Em 2004 se associou ao Clube Caiubi de Compositores, no qual tem participado ativamente, apresentando suas novas composições.
Affonso não se dedicou totalmente à música nestes 74 anos, mas acabou por forjar uma família musical. Seus filhos cantam, compõem, arranjam e colocam em cada faixa deste Já era hora a marca do ‘Seu Affonso’, um apaixonado pela sonoridade das palavras, pela canção.



Álvaro Cueva relança Canabi Emotiva


O cantor e compositor Álvaro Cueva, filho mais velho de Seu Affonso, relança ‘Canabi Emotiva’, de 2005, com distribuição Tratore. O disco traz 14 de suas composições, algumas em parceria, com a participação de nomes como: Toninho Ferragutti, Provetta e Marcelo Pretto. No repertório, o destaque é ‘Bosconeana’, uma das mais solicitadas pelo público que acompanha seus shows.

Dono de um timbre de voz peculiar, que mistura doçura e vigor, já aos 12 anos fazia participações vocais em gravações do grupo Titulares do Ritmo. O compositor experimenta em sua produção motivos nordestinos, temas latinos e sambas, além do blues, sem nunca abandonar sua referência paulistana, maior palco de todas as miscigenações musicais.

Em 1990 lançou o LP ‘Rés Derelictae’ com a banda Rés, com várias de suas composições. Atualmente faz parte do Clube Caiubi de Compositores (www.clubecaiubi.com.br), movimento cultural paulistano com curadoria de Zé Rodrix, e do Coral UNIFESP, que acaba de lançar o cd ‘Os Afro-Sambas’, com regência de Eduardo Fernandes.

Formado em artes cênicas, Álvaro Cueva vem de uma família de artistas. No teatro, trabalhou ao lado de nomes como Esther Góes, Zeno Wilde e Márcio Aurélio. Também deu aulas no Teatro Escola Macunaíma. Atuou como ator e diretor, além de ter sido, por várias vezes, diretor musical de espetáculos, sempre com uma íntima ligação com a música brasileira. A isso se deve a teatralidade de suas canções, uma das principais características de sua criação.

http://www.myspace.com/alvarocueva