domingo, 22 de julho de 2007

"Spot Light" por Beto Feitosa


Olá, Shirley, boa tarde ouvintes do Tons do Brasil!

Toda atenção agora é pouco. A música brasileira está em festa com um novo CD da grande compositora Sueli Costa. Depois de sete anos temos o luxo supremo de um trabalho totalmente inédito. São 12 músicas novas de Sueli Costa. E isso merece toda atenção. Sâo novas criações da compositora de tantos sucessos como 20 anos blue, Alma e tantos outros.

E no CD estão as grandes intérpretes da obra de Sueli: Nana Caymmi, Simone e Maria Bethânia. Mas também está uma nova geração de artistas como Celso Fonseca, Daniel Gonzaga e Fernanda Cunha, sobrinha de Sueli.

Não dá pra resistir. Então escolhi a música que ganhou interpretação de Maria Bethânia. Se chama Sim sei bem, música de Sueli em poema de Fernando Pessoa. Esse casamento de música e poesia é a cara de Sueli, é a cara de Bethânia. Vamos ouvir.




Foi Maria Bethânia e Sueli Costa ao piano em Sim sei bem.

O CD é um lançamento independente que está à venda no site da Sueli Costa:
http://www.suelicosta.com.br/.

Eu vou ficando por aqui, vou ouvir o disco mais uma vez. Quem quiser saber sobre esse e outros lançamentos, espero avisita em http://www.ziriguidum.com/.
Um grande abraço e até semana que vem!

Boletim "Aumenta o volume que lá vem história" pelo porf. Martinho Condini


41º - BOLETIM - Boa Tarde Shirley e Caros ouvintes!

Os ouvintes com mais de quarenta anos devem se lembrar da famosa música de Jorge Ben Jor que dizia: “Chica da, Chica da, Chica da Silva, a negra..”, trilha sonora do filme que conta a história da escrava Chica da Silva. O meu público jovem terá a oportunidade de conhecer a vida de Chica da Silva, a escrava que viveu no arraial de Tejuco no século XVIII, de forma diferente. Baseadas em fatos conhecidos da biografia de Chica e na história de Minas Gerais, foi lançado o livro PARA CONHECER CHICA DA SILVA, das historiadoras KEILA e LUCIA GRINBERG E ANITA CORREIA LIMA ALMEIDA, que integra a coleção “Para Conhecer”, da JORGE ZAHAR EDITOR. O livro tem uma narrativa ficcional para agradar e cativar o público infanto-juvenil. O livro fala sobre o cotidiano da escrava, da sua infância até o seu falecimento. Outros fatos importantes também são destacados pelas autoras: a criação do Distrito Diamantino, a legislação relativa a extração de metais preciosos, além de hábitos e curiosidades da época. Com a obrigatoriedade do ensino da história da África nas escolas, este livro é um excelente material para os professores discutirem temas como o aprisionamento dos negros em diferentes regiões da África, a travessia atlântica dos africanos e a escravidão na sociedade de Minas Gerais.Além de belas ilustrações, a obra traz glossário, sites e bibliografia para aprofundamento do tema. Apesar do foco estar destinado ao público infanto juvenil, é uma deliciosa leitura também para os leitores veteranos. Lembrando que um país sem história é um país sem memória.

Aumenta o Volume que Lá Vem História!
Apoio cultural da Livraria Casa de Livros-Você vai querer mudar pra cá!
Endereço eletrônico
www.casadelivros.com.br
A Leitura faz a diferença, leiam!
Eu sou o Prof. Martinho Condini. Para o Tons do Brasil.

quinta-feira, 19 de julho de 2007

Musicas de Destaque


Nando Reis - Sou Dela

Cd Sim e Não












Oficina G3 - Desculpas

CD Humanos

Mês Mundial do Rock n´Roll


Em Comemoração ao Mês Internacional do Rock o MIS nos presenteia com exposição

É para registrar os marcos da história do “ritmo da juventude” no país que foi criado o projeto Arquivo do Rock Brasileiro, uma exposição no Museu da Imagem e do Som de São Paulo.
A mostra tem imagens históricas dos protagonistas do rock brasileiro a partir da década de 1950, feitas pelos fotógrafos Mário Thompson e Conceição Almeida e também retiradas do acervo do jornalista Antônio Aguillar.
Às imagens somam-se gravações dos primórdios do rock nacional, recuperadas pelo Instituto Moreira Salles, como a gravação de Cuby Peixoto para o que a mostra identifica como primeiro rock composto no Brasil, Rock n´Roll em Copacabana feito por Miguel Gustavo e registrado em 1957.
Há ainda discos de vinil, livros, revistas, objetos dos músicos e peças de colecionadores, ajudando a construir um panorama de comportamento da juventude urbana brasileira, a partir da segunda metade da década de 50.

Site e cinema
A exposição no MIS é apenas uma parte do ambicioso Arquivo do Rock Brasileiro, criado e mantido pela Associação Cultural Dynamite, com patrocínio da Petrobrás, por meio da Lei Rounet – foram captados cerca de R$ 190 mil.
Amparado também por um site (http://www.arquivodorock.com.br/ ) que terá, até o fim deste mês, 600 gravações recuperadas e digitalizadas, o projeto tem curadoria do jornalista e pesquisador Ayrton Mugnaini Jr. e organização de André Cagni, da Dynamite.
“O objetivo principal é resgatar e mapear canções e artistas representativos do rock nacional, muitos deles esquecidos e jamais lançados em CD”. Simultaneamente à exposição – que deve ser levada a outras cidades -, o MIS também sediará de 17 a 22 de julho, a mostra “Arquivo do Rock no Cinema Brasileiro”.
Nela, serão exibidos curtas como “Essa Rua Tão Augusta” (1968), de Carlos Reichenbach, que mostra a via paulista em 1967, quando os jovens dançavam ao som do rock no Teatro Rrecord, e “Tanta Estrela por Aí...”(1993), de Tdeu Knudsen, em que Rita Lee interpreta Raul Seixas numa história baseada em um caso real.

Shows
O evento é completado por uma série de shows, nos sábados entre 14/7 e 4/8, dos grupos Made in Brasil (14/7), The Jordans (21/7), do cantor Ricardo Soares(28/7) e da banda Violeta de Outono (4/8), sempre às 21h, com ingressos entre R$15 E R$ 10(com meia-entrada).

Museu da Imagem e do Som (av. Europa, 158, São Paulo, tel. 11 3062-9197).

domingo, 15 de julho de 2007

Shirley Espíndola entrevista Zé Brasil


Viva o Mês do Rock´n Roll!!









70
de novo




ENSAIOS ABERTOS COM ENTRADA FRANCA
SEGUNDAS-FEIRAS, DIAS 16 E 23 DE JULHO,
A PARTIR DAS 20 HORAS

Celebração do Movimento 70 de Novo
30 de julho, segunda feira, no Sattva

Com Zé Brasil & Silvia Helena (Apokalypsis) e Gerson Conrad (Secos e Molhados)

Destacando o guitarrista Carlinhos Júnior, o baixista Márcio Espíndola, o baterista Carlinhos Machado
e o multi-instrumentista Haroldo Oliveira
CDs em promoção
SATTVA Alameda Itu, 1564 Jardins São Paulo Tel (11)3083-6237R$ 10,00 e R$ 8,00 na lista

Boletim "Aumenta o volume que lá vem História" pelo prof. Martinho Condini



40º - BOLETIM – 14/JUL/07 - Boa Tarde Shirley e Caros ouvintes!

Eu sei que é desagradável falar de doença, mas quando pensamos na história das doenças brasileiras, o assunto começa a ficar interessante, não é mesmo?
Há tempos que historiadores vêm se interessando em pesquisar as doenças no Brasil. A partir do Seminário História das Doenças, promovido pela Fundação Oswaldo Cruz e pela Faculdade de Medicina d UFRJ, DILENE RAIMUNDO DO NASCIMENTO, DIANA MAUL DE CARVALHO E RITA DE CÁSSIA MARQUES, organizaram a obra UMA HISTÓRIA BRASILEIRA DE DOENÇAS, EDITORA MAUAD X. Elas reuniram uma coletânea de artigos de historiadores, médicos e outros profissionais da área da saúde e mostram a importância do diálogo entre as diferentes áreas para a criação de novas metodologias de análise e novas fontes de pesquisa. A obra é bem abrangente na diversidade dos temas abordados, sempre relacionado a doenças, é claro.
Alguns artigos contidos na obra: a epidemia de malária no Ceará na década de 30; a relação entre a aids e a mídia; a ligação que os índios baniwas faziam entre doenças sexualmente transmissíveis e mitos ancestrais; alcoolismo e literatura no século XIX, doenças de escravos nos séculos XVIII e XIX e outros. Percebam a riqueza de informações contida nesses artigos, não se trata de um livro contando a história cronológica das doenças no Brasil, mas a reunião de vários trabalhos apresentados em um seminário que culminou nessa interessante obra. É uma leitura que vale a pena, lembrando que conhecimento não ocupa espaço, amplia horizontes.

Aumenta o Volume que Lá Vem História!
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A Leitura faz a diferença, leiam!
Eu sou o Prof. Martinho Condini. Para o Tons do Brasil.

Quadro "Spot Light" por Beto Feitosa


Ouça este comentário de Beto Feitosa, acesse www.myspace.com/showtonsdobrasil

Olá, Shirley, boa tarde ouvintes do Tons do Brasil,

Hoje, com muito orguilho, levo até vocês mais um grande talento da minha terra, Niterói. Essa se chama Madalenna e é uma grande cantora, cheia de balanço e boas músicas. Mas nesse trabalho ela presta uma homenagem a grande cantora Maysa, uma das referências dela. E já já vocês vão conferir como Madalenna aprendeu direitinho.

Ela se juntou ao fiel parceiro Arthur Maia em cima de grandes sucessos de Maysa. O resultado ficou lindíssimo. Tanto que a vontade que eu tenho é de tocar o disco todo. Mas, se é pra escolher só uma, vou escolher Meu mundo caiu, que vocês vão perceber que tem um molho diferente. Destaque, além da voz de Madalenna, para o violão cheio de personalidade de Mauro Costa Jr.

Foi Madalenna com o clássico Meu mundo caiu, composição da própria maysa. O disco se chama Madalenna para Maysa e saiu pelo selo Guanabara records.

Maiores informações sobre esse e outros lançamentos, fico esperando a visita de vocês em
www.ziriguidum.com.

Um abraço e até sábado que vem!

Boletim "O Toque" por Marcelo Abud


Ouça o boletim de Marcelo Abud, acesse www.myspace.com/showtonsdobrasil

Destaque: RAFAEL PONDÉ
Olá, este é mais um toque da música independente do Brasil.
Imagine uma música que sintetiza o Reggae de Bob Marley, o sentimento e diversidade de Ben Harper e a guitarra psicodélica de Jimi Hendrix. Acrescente a isso canções autorais influenciadas por mestres brasileiros como:Gilberto Gil e Djavan, tudo isso somados ao gosto pelo surf nas ondas desse belo litoral brasileiro. Esse é o som de Rafael Pondé.
Cantor, Compositor, Guitarrista e Produtor nascido no ano de 76 em Salvador, Rafael desenvolveu seu interesse pela música em casa, na própria família, escutando os acordes da avó, pianista e acordeonista; Foi também no ambiente familiar que tomou contato com as histórias do tio avô, compositor da eternizada marchinha de carnaval “A Jardineira” e que ao lado de Dorival Caymmi fazia parte de uma turma de jovens compositores que começavam a surgir na Bahia no começo do século passado; Outra influência foram as audições ao lado do pai, um apaixonado por música. Ainda criança, ganhou o acordeom de presente da avó, que já percebia no neto suas habilidades musicais.
Começou sua carreira profissional como guitarrista, formando com amigos e músicos a banda Diamba em 1996. com a qual teve a oportunidade de apresentar-se ao lado de grandes nomes nacionais e internacionais como Nação Zumbi, Cidade Negra, O Rappa e Alpha Blondy.
Em 1998, ainda na Diamba, formou ao lado de outros músicos a banda Curupira, onde assumiu os vocais em algumas músicas.
No ano de 2000, junto com a Diamba, realizou sua primeira gravação e produção musical, o disco “Ninguém está a salvo” (vendagem independente de 10.000 cópias).
Desde o final de 2002, Rafael Pondé passou a se dedicar exclusivamente a carreia solo. De lá pra cá, já lançou 3 CDs, além de ter tocado com algumas das principais bandas de reggae do cenário nacional, e ter tido algumas de suas composições remixadas por DJs famosos. Em novembro do ano passado, realizou dez shows em sua primeira turnê pela Europa.
Agora, Ponde está lançando o CD “Eu e Meu Violão”, onde são apresentadas as melhores canções do artista em formato acústico. A produção de Marcio Mello e do próprio Rafael Ponde valoriza a beleza e o minimalismo dos arranjos.

Para conhecer mais do trabalho de Rafael Ponde, visite o site
www.rafaelponde.com. E para ficar por dentro de outros importantes trabalhos da música independente, conheça a nova seção de lançamento de CDs do site www.otoque.com.br .

Confira mais este toque para você ficar em sintonia com a música independente do Brasil. Até a próxima.
Abraço,

Marcelo Abud


11 - 34835807 / 92388825

terça-feira, 10 de julho de 2007

O ator Edvaldo Zanotti que integra o elenco de atores de "Cinderela" foi o entrevistado do Tons do Brasil

Cia Paulista de Artes com o Clássico Cinderela com adaptação por Jorge Julião

A protagonista Aline Volpi


























Release

Cinderela perde a mãe muito cedo e seu pai casa-se com uma viúva que tem duas filhas. Com a morte do pai, Cinderela passa a ser maltratada pela madrasta e pelas irmãs de criação.
O destino lhe reserva, contudo a felicidade. Durante um baile, Cinderela conquista o coração do Príncipe.
Enamorados, eles se casam e vivem felizes até o fim dos dias...


Ouça a entrevista> acesse www.myspace.com/showtonsdobrasil

Edvaldo Zanottin - Mozart e arauto, Marcelo Peroni - príncipe, Vivi Mazzoli e Rosangela Torrezin - irmãs, Basilides - madrasta, Wladimir Camargo - figuração e Rodrigo Gatera - iluminação.
Contato: Caixa postal 645 - cep 13.201-970 e-mail: cpartes@terra.com.br

Spotlight com Beto Feitosa

O CD nos horizontes do mundo, de Leila Pinheiro, também lançado em DVD


Ouça Beto Feitosa, acesse www.myspace.com/showtonsdobrasil

Boa tarde Shirley, boa tarde ouvintes do Tons do Brasil,

A semana é de gala. Vamos falar sobre Leila Pinheiro. Ela andou meio perdida em projetos impostos pela gravadora, mas deu seu grito de independência e assinou com a Biscoito Fino. O resultado? Liberdade para cirar. E daí nasceu Nos horizontes do mundo, um disco que é a cara dela: variado, pop, super elegante e inteligente.

Claro que esse disco deu fôlego a uma bem sucedida turnê e, consequentemente, a um DVD ao vivo. Caprichadíssimo, gravado aí em São Paulo. Leila recebe o público em sua casa, o cenário reproduz o estúdio dela. E é nesse clima de intimidade que ela convida a gente pra entrar no universo musical dela.

A música que eu escolhi para mostrar aqui é uma que está girando sem parar aqui em casa. Na ciclovia, que é uma parceria de Jorge Vercillo com Marcos Valle. A ponte foi feita pela própria Leila. Vamos lá.

Foi Na ciclovia, com Leila Pinheiro ao vivo. Quem quiser saber mais sobre esse e outros lançamentos, fico esperando em Ziriguidum

Um abraço e até semana que vem!

Aumenta o Volume que lá vem História - Prof. Martinho Condini


38º - BOLETIM – 07/JUL/07 - Boa Tarde Shirley e Caros ouvintes!

O período colonial brasileiro teve a duração de mais de trezentos anos, durante esse tempo criou-se uma organização administrativa interessante e complexa. A obra O Sol e a Sombra: Política e Administração na América Portuguesa do Século XVIII, de Laura de Mello e Souza, Editora Companhia das Letras, mostra de maneira objetiva os meandros da administração colonial do século XVIII, além de nos fazer compreender os aspectos mais essenciais dessa política administrativa. Laura faz uma análise sobre como se deu a implantação dessa estrutura administrativa na América, partindo de pensadores como Raymundo Faoro e Caio Prado Júnior, até chegar às recentes abordagens que enfatizam o local e o aspecto regional. O Sol e a Sombra realça a dialética inerente a administração, que aliada a política, deve ser entendida em suas contradições, ambigüidades e distensões. Na primeira parte do livro Laura além da revisão crítica das interpretações tradicionais e novas perspectivas historiográficas, a exemplo do que se entende por “Antigo Regime nos Trópicos”, Laura atualiza as reflexões baseada na sua trajetória como pesquisadora, marcada pela sua identidade paulista e mineira. Esta é uma obra que historiadores, administradores, economistas e sociólogos deverão ter como referência para melhor declinarem quando o assunto for administração colonial no século XVIII na América luso brasileira.

Aumenta o Volume que Lá Vem História!
Apoio cultural da Livraria Casa de Livros-Você vai querer mudar pra cá!
Endereço eletrônico http://www.casadelivros.com.br/
A Leitura faz a diferença, leiam!
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domingo, 8 de julho de 2007

Destaques Musicais


Jane Duboc e Lenine "Lá e Cá" - Lenine/Sérgio Natureza - CD Todos os Caminhos











Roberto Diamanso - "Menestrel" - Roberto Diamanso - CD Menestrel